( Vanessa Rodrigues/AT ) Vagas na orla Há quase dois anos, solicitei a uma vereadora de Santos indicação de melhoramentos em benefício dos motoristas idosos. Não houve resposta. A reserva de vagas nos acessos à praia, em grande parte ocupadas por veículos de permissionários de quiosques, ajudaria o fluxo de veículos, pois estacionar na avenida da praia é um desafio, devido à ferocidade dos demais motoristas, impacientes com manobras etc. A destinação dessas vagas nos acessos permitiria um melhor fluxo no trânsito e mais segurança e conforto a todos. E Santos contabiliza enorme presença de idosos, que merecem atenção. Mais vagas a eles será um ato de respeito. Com fiscalização. Nicanor Rocha Silveira - Santos Futebol Gosto muito de futebol, mas uma coisa que me irrita é a cera de alguns jogadores. Muitas vezes, uma simples esbarrada faz os atletas gritarem e se contorcerem de tal forma que parece que quebraram todos os ossos do corpo. Ficam rolando no chão, gritando desesperados, algo que lembra o grito da agonia da morte, se é que ele existe. Alguns segundos depois de marcada a falta, porém, eles se levantam, andam e correm normalmente. Acho tremendamente apelativo e mesmo quando é meu time de coração que faz isso, não gosto. É um desrespeito à minha inteligência e ao objetivo do futebol. E os juizes assistem ao teatro passivamente. Em algumas ocasiões, raras, aplicam o cartão amarelo ao goleiro enganador. Fica muito chato e cansativo ver esses jogadores brincarem com a dor em um sofrimento falso e mentiroso. O juiz, quando o atleta gritar de dor, deveria colocá-lo para fora por dez minutos para acabar com essa vergonha. Melhoraria o jogo. Lázaro Biazzus Rodrigues - Mongaguá Educação (1) Existe algo errado quando se acredita que bater continência e cantar o hino são a solução para problemas de educação. Não falo da educação formal, aquela que se aprende nas escolas, falo da educação moral. Criar escolas com conceitos militares para educar crianças é prova da incompetência ou transferência dos problemas com os filhos. Os filhos que não recebem dos pais os conceitos de ética, respeito e disciplina, principalmente pelo exemplo, estarão fadados a serem adultos sem ética, desrespeitosos e indisciplinados, por mais que aprendam a bater continência. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Educação (2) A sociedade espera há muito pela implantação de escolas cívico-militares em todo o País. Queremos currículos isentos de conotações políticas e partidárias. Que os resultados sejam por avaliação, não de forma progressiva, sem cotas que no fundo são racistas, fazendo com que prevaleça a competência. Pasmem, ainda há políticos que votam contra isso ou se omitem. A iniciativa já nasce tarde e hoje colhemos os frutos desse atraso. Os crimes ganham corpo, as prisões estão abarrotadas, o Judiciário se perdeu no tempo e os símbolos pátrios inexistem. Em recente encontro político, cantaram o hino da Internacional Socialista, com bandeiras vermelhas. Já a verde, amarela, azul e branca estava ausente. As crianças não sabem letra e música do hino, sequer se esforçam em aprender. Valter José Vieira - São Vicente Ciclovia Confesso que não entendo: estão quebrando os passeios da ciclovia da Avenida Afonso Pena para refazê-los da mesma maneira, só que agora as intervenções atingem também o meio-fio. Está sobrando dinheiro? Por que não plantam árvores nem gramados que serviriam como esponja em dias de chuva? Cadê o ESG na visão da nossa Prefeitura? Fernando Marins Braga - Santos Veneza brasileira Que o desastre ocorrido no Rio Grande do Sul sirva de exemplo a todos nós, pois as escolhas políticas que fazemos ao depositar nosso voto na urna eletrônica podem ter consequências. Temos que estar atentos às políticas públicas. Isso será fundamental para que catástrofes como essa sejam evitadas. Tenho como certo que a maioria dos gaúchos neste momento deva pensar onde foi que errou. Entendo que erraram quando não prestaram atenção nos dircursinhos políticos e nas fake news dos candidatos vencedores nas últimas eleições. A política é para ser acompanhada diariamente e discutida sempre. Falo de temas como saúde, educação, economia, ecologia. Enfim, tudo que nos atinge. Caso contrário, estaremos sujeitos a situações como essa. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Eu queria muito Com suavidade, preparando o leitor para um final inevitável, a jornalista Adriana Pimenta deu seu recado com poesia na última edição do domingo+, alertando as autoridades para prestarem atenção nas próximas vítimas. Assunto para refletir e agir com precisão. Parabéns. Amei! Daisy Zamari Pereira - Santos