Leitor destaca análise ampla e honesta do conterrâneo santista Nuno Leal Maia, um artista do teatro e do cinema (Irandy Ribas/AT/Arquivo) Nuno, talento nato Em recente texto publicado em A Tribuna, Flávio Viegas Amoreira, com sua poesia encantadora e profunda sensibilidade artística, faz uma análise ampla e honesta do conterrâneo santista Nuno Leal Maia, um artista do teatro e do cinema. Fui colega do Nuno no colegial do Colégio Santista. Ele já era um sucesso artístico pronto. E as suas interpretações espontâneas, não raras vezes, faziam o clima na classe virar um espetáculo teatral. Momentos inesquecíveis, que resultaram na sua revelação artística e construiriam uma fraternidade eterna. José A. M. Almeida - Santos Pense bem A literatura, ao criar mundos de surpreendente condições ontológica, nos faz ir além de nós mesmos e permite que participemos de uma experiência que, caso contrário, não seria acessível. Pensando bem, a maior parte de nossos conhecimentos, vivências, preferências, paixões e emoções tem ligação direta com os livros que lemos. Tratamos personagens literários como pessoas próximas, cuja existência é perfeitamente real. Ficamos apegados a eles, nos comparamos com eles e alguns deles conseguem mudar a nossa vida. João Horácio Caramez - Santos Um novo mundo Vejo uma batalha de bonés no Congresso Nacional, com cada grupo usando o seu modelo de preferência. O que me surpreendeu foi o dizer dos bonés da situação, algo bem xenofóbico: “Brasil para os brasileiros”. Imaginem se Elon Musk ou Donald Trump usassem um boné com o slogan “America for americans”? Quantas críticas os dois não iriam receber dentro e fora dos Estados Unidos? O pior de tudo é que os bonés brasileiros devem ter sido comprados com dinheiro público. Além disso, quem diria: vivi para ver a volta dos fiscais do Sarney, agora que o presidente Lula delegou à população o dever de combater a inflação, o que deveria ser sua obrigação como governante. João Paulo Vernieri - Santos Inclusão digital Tempos atrás, cheguei a participar de um curso gratuito de inclusão digital promovido nas instalações do prédio do Educandário Anália Franco pela Prefeitura de Santos. Presenciamos as grandes mudanças no mundo digital. Praticamente tudo é feito por aplicativos, desde pagamentos de contas a agendamentos, resultados de exames, Pix, inscrições etc. Mas basta ir a um caixa eletrônico para ver a dificuldade de se realizar uma operação, com pessoas idosas e novas suplicando por ajuda dos atendentes. Seria bom ver a Prefeitura investir no curso de inclusão digital. J. A. Nogueira de Sá - Santos De pedinte a credor A coluna A Tribuna nos Anos 80 trouxe a chamada de uma matéria publicada em 17 de fevereiro de 1984: “País pede novo perdão ao FMI”. O texto diz que esse seria o segundo pedido de perdão por não cumprir as rígidas regras do Fundo Monetário Internacional. Quem poderia imaginar que um dia, além de não mais nos prostrarmos aos pés do FMI, passaríamos a ser credores do fundo? Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Legislativo Fico abismado com o trabalho do Legislativo de Santos. São salários e toda uma estrutura mantida para beneficiar nossa Cidade, mas em uma das primeiras sessões de fevereiro um vereador foi buscar um projeto de lei da ex-vereadora Telma de Souza para que sejam identificados os locais que, em conjunto, formariam o Caminho da Memória, da Verdade e da Justiça, todos relativos, segundo ele, à ditadura. A Santos de Braz Cubas é repleta de fatos historicamente importantes, mas esse grupo político prefere manter viva a história partidária dele. Enquanto isso, quantos nomes e fatos esta Cidade ofereceu e permanecem esquecidos pelo Legislativo, levantando poeira ao vento... José da Conceição de Abreu - Santos