(Unsplash) Vinícius Júnior Recentemente, Vinícius Júnior, uma estrela em ascensão no futebol mundial, encontrou-se no olho do furacão pela cor de sua pele. O racismo, essa mancha na alma do futebol, tem sido uma sombra constante em sua carreira. Trata-se de reflexo de uma sociedade que ainda luta para erradicar preconceitos arraigados. É nosso dever não apenas relatar os fatos, mas também estimular reflexões e mudanças. O atleta, com a bravura de um verdadeiro campeão, tem enfrentado esses desafios com uma maturidade que vai além de seus anos. Ele não está apenas jogando futebol. Luta por respeito. O futebol, que deveria ser uma celebração da habilidade e do espírito humano, tem sido manchado por atos de ignorância e ódio. Mas é nos momentos de adversidade que encontramos oportunidades para crescimento e mudança. É hora de agir e transformar palavras em ações concretas. O futebol pode e deve ser uma força para o bem, com inclusão e diversidade. Jorge Fernandes - Santos Arroz O PT e seus companheiros sempre estão à frente do tempo, sempre deixado um rastro de algo errado. Isso está no DNA deles. Agora, o que temos: um arroz mutreteiro? Onde tem PT, sempre temos que ficar dormindo somente com um olho fechado. Zureia Baruch Jr. - São Paulo Taxa de marinha Segundo um juiz federal do Rio Grande do Norte, a taxa de marinha não tem sentido. Contudo, nós, que pagamos essa taxa medieval, sentimos muito. Carlos Alberto Gaspar - Santos Culpados Pergunta que não quer calar: na iminência do cessar-fogo efetivo entre Israel e Hamas, qual dos dois irresponsáveis pagará pelas mortes ocasionadas por esses dois insanos? Pedro dos Santos Neto - Santos São Vicente O canal da Avenida Monteiro Lobato, em São Vicente, está devastado e abandonado há muitos anos. Fizeram uma passagem de bicicletas, que não considero como ciclovia, e hoje o mato cobre esse local. Isso sem contar as obras na laterais do canal, as pontes destruídas, a falta de acessibilidade, enfim, um abandono total. O serviço de recuperação da via foi feito apenas próximo ao Hospital do Vicentino, porém essa via tem muito movimento e é triste as pessoas observarem o descaso. Há alguns anos, no início da Monteiro Lobato, colocaram postes que deveriam, evidentemente, iluminar a pista, mas hoje servem de enfeite. E o mato que cresce traz consigo doenças, rato e pernilongos. Diante disso, o eleitor precisa prestar bastante atenção quando for às urnas. Mário Azevedo Alexandre - São Vicente Nova geração Acompanhando meu neto, ávido por leitura, em uma livraria do Gonzaga, em Santos, fiquei feliz ao vê-lo escolher um livro para dar de presente a uma amiga da escola que faria aniversário. Já li muito, desde jornais, revistas e livros diversos sobre ficção, aventura e, principalmente, política, o tema que mais acompanho atualmente pela necessidade que a democracia impõe se quisermos preservá-la. Acho que meu neto começa muito bem na sua iniciação pela leitura e eu fico satisfeito por estar num local onde antidemocratas não se fazem presentes. As crianças de hoje, se bem instruídas, serão nossas obras. Saúde e paz a todas elas. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Acácio Ao tomar conhecimento da triste situação em que se encontra o prédio que abrigou a Escola Acácio de Paula Leite Sampaio, eu esperava um grande movimento de indignação da população santista. É inadmissível que a Câmara Municipal tenha desperdiçado mais de R\$ 3 milhões com a reforma executada neste ano. Enquanto isso, o premiado prédio da escola agoniza. Maria de Fátima Alves dos Santos - Santos Escolas cívico-militares Sobre uma carta que foi publicada neste espaço no dia 10, entendo que o missivista forçou demais ao comparar professores e alunos sérios àquele bando de arruaceiros e desocupados, financiados por quem já sabemos, que tentaram entrar nas dependências da Alesp, prontos para realizarem atos de vandalismo e quebra-quebra. Jorge Barros - Santos Palavras Certas pessoas não avaliam o alcance do que dizem. Isso torna o ambiente desfavorável, pois quem não está preparado para ouvir determinadas afirmações as interpreta de forma errada. Então, vem a desarmonia por palavras mal compreendidas. Sempre alertamos as pessoas para que não digam palavras ao vento. Antes de falar, raciocinem muito para que não haja ofensas. Muitas vezes não se ofende por querer, mas, conforme a palavra empregada, fere-se até muito, porque o ofendido vai guardar a mágoa dentro de si. Às vezes, leva tempo para aceitar o que foi dito. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania