[[legacy_image_281586]] O joio e o trigoAcho incrível quando vejo missivistas vindo aqui tecer loas ao atual governo, dizendo que o mesmo fez avanços consideráveis. Mas pergunto: qual avanço? No mais, nem entro em discussão, pois pensam que o povo é idiota e que precisa ter formação universitária para entender. Gasta-se bilhões com deputados, e a toque de caixa se quer aprovar algo de suma importância na vida do brasileiro, barra-se CPMI e não se deixa chamar pessoas de suma importância para elucidação de fatos. E, como papagaios de pirata, eles vêm com narrativas tão profundas quanto um pires! O povo está vendo, sabe diferenciar o joio do trigo. Mas eleição... Ops... Não se pode falar o que se acha de eleição neste democrático mundo de Bobby. André Durante - São Vicente ViolênciaO silêncio de grande parte da mídia sobre o caso de tentativa de homicídio a João Bettega é ensurdecedor. O militante do Movimento Brasil Livre participava de ato para remoção de pixações na Universidade Federal de Santa Catarina, na quinta-feira, e foi espancado por um grupo de extrema esquerda, ao ponto de ficar desacordado, além de ter pertences roubados. Até que ponto as universidades públicas vão tolerar violência em suas dependências? É esse o projeto do PT para a educação superior? Acabar com as escolas cívico-militares, de excelente desempenho, enquanto se deixa as universidades federais se transformarem em centros de formação de marginais e pontos de venda de drogas? Rigor da lei aos agressores e omissos! Carlos Passos Junior - Santos DúvidaAlguém, por favor, sabe me esclarecer uma dúvida: quando foi que as câmaras, as assembleias legislativas e o Congresso Nacional deixaram de ser casas do povo para se tornarem “casas dos partidos políticos”, sabendo-se que pessoas eleitas são representantes oficiais do povo e não os partidos? Agradeço antecipadamente a resposta. Obrigado. Pedro dos Santos Neto - Santos Mudar a ConstituiçãoLendo a carta do senhor Pedro dos Santos Neto nesta coluna lembrei-me que tempos atrás já escrevi sobre esse assunto, dizendo que os 513 deputados federais e 81 senadores que estão no Congresso Nacional, na minha opinião, não têm competência na elabora-ção de leis. E, se não são competentes para fazer leis, imagine então mexer em cláusulas pétreas? O povo, ao chegar à época de eleições, não analisa o candidato que vai receber o seu voto, que pode mudar as leis e o rumo de seu país. São muito poucos os que, passando uns seis meses das eleições, ainda lembram o nome do candidato em quem votou. Então, como cobrar do candidato melhorias que prometeu se, além de ele estar longe, não se lembra o nome dele, em qual partido ele pode estar no momento? Eu ainda acho que está passando da hora de se fazer uma nova Assembleia Nacional Constituinte, sem nenhum político que esteja ocupando cargo no momento, para que sejam elaboradas leis que possam melhorar o nosso País. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Seleção brasileiraDeixo os assuntos espinhosos um pouco, só um pouco, de lado e escrevo essa carta para falar de seleção brasileira. A feminina, essa vai muito bem, prestes a participar da Copa do Mundo da Fifa com uma técnica de ponta desde 2019, Pia Sundhage. Já a seleção masculina, que decepção. Contrataram Fernando Diniz, técnico do Fluminense até que Carlo Ancelotti decida se vem ou não treinar o time. O enredo não poderia ser pior, já que Fernando Diniz dividirá as suas atenções entre o time das Laranjeiras e a seleção brasileira. Tem mais: recentemente, Ancelotti, em entrevistas, avisou que a sua prioridade no presente e no futuro é o Real Madrid, e que não aprova a postura do presidente da CBF. Postura tanto negativa com Ancelotti quanto com a seleção brasileira masculina, expondo-a ao ridículo de esperar um técnico decidir se vem ou não treinar a equipe brasileira. Agora é a vez de torcermos pela nossa seleção feminina, que começa a sua jornada no torneio no próximo dia 24. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos