( Vanessa Rodrigues/AT) Prejuízos Os nevoeiros comprometem todo modal de transporte, deixando milhares de pessoas sem atendimento e provocando prejuízos de milhões de reais. Cada vez mais obras de grande porte só se tornarão possíveis com fonte externa de recursos, a altos juros, diante da dívida de trilhões que possuímos. O País está quebrado, falido. Entendo que a saída é privatizar toda economia, focando só na arrecadação. É preciso perder o ranço socialista de privatização - e há quem queira ampliar a estatização. O Brasil não precisa de esquerda nem direita. Necessita de uma 3ª via, o centro, o equilíbrio. Valter José Vieira - São Vicente Seleção brasileira A seleção brasileira de futebol sempre foi o orgulho do País. Heterogênea em sotaque, cores e classe social, contou em sua história com jogadores exemplares. Alguns extremamente técnicos, outros raçudos e voluntariosos, mas que juntos sempre formavam uma equipe de atletas com o coração na ponta da chuteira. Hoje, o que se vê é um monte de atletas que não tratam bem a bola, não correm muito para não perder o estilo nem desmanchar o cabelinho. Dividir bola? Nem pensar. Com um treinador tolerante, o grupo consegue irritar do mais fanático torcedor veterano até a nova geração de crianças. Embora a seleção venha mal há tempos, os últimos jogos foram tão horríveis que minha esposa preferiu ver novela e meus filhos, que são fanáticos, acabaram jogando videogame. Está muito difícil acompanhar esse bando que faz do Brasil uma chacota no futebol mundial. Paulo Lacerda - São Vicente Anistia? Não! A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Caroline de Toni (PL-SC), tentou colocar para aprovação um ridículo, estapafúrdio e grotesco projeto de lei que concede anistia aos terroristas de 8 de janeiro de 2023. Aqueles que promoveram a destruição das dependências dos Três Poderes em Brasília e que, via intervenção militar, queriam um golpe nas instituições democráticas instituídas. Enquanto isso, outros projetos de lei de interesse do País ficam aguardando a boa vontade dos parlamentares bolsonaristas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Ciclovias Trecho situado na Avenida Francisco Manoel, em frente à Unip, se encontra sem sinalização. No cruzamento com o pontilhão da Praça Coimbra, motoristas sequer percebem a existência da ciclovia. Recentemente, levei 10 minutos para cruzar 10 metros e, ainda assim, “forçando a barra”. Mobilidade urbana? Difícil ocorrer sem sinalização e fiscalização. Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos Campanha Este é o momento para apresentarmos sugestões aos candidatos de Santos. Uma delas é um túnel para a Zona Noroeste, ampliando a mobilidade urbana de trabalhadores e estudantes. Outra é a volta dos excelentes ônibus seletivos. Sugiro também uma maior oferta de ônibus para as escolas e universidades, justamente nos horários noturnos das saídas das instituições de ensino, quando atualmente ocorre a redução das frotas, acarretando maior tempo de deslocamento, esgotamento físico para os que trabalham e insegurança aos estudantes. Jason César de Souza Godinho - Santos Vazamento Novamente escrevo a essa coluna para denunciar um vazamento de esgoto que ocorre há mais de dois meses na Praia do Itararé, por meio do canal de águas pluviais da Rua Princesa Isabel, na divisa com Santos. É uma vergonha! Sabesp e Prefeitura nada fazem. A Cetesb não teria que fiscalizar isso? Roberto Pereira de Carvalho - Santos PT Onde tem PT, em geral, tem falcatrua. A nova ministra de Direitos Humanos foi acusada de superfaturar compra de uniformes escolares na década passada, quando era secretária de Educação em Belo Horizonte, em 2011, na gestão do Marcio Lacerda, do PSB, sempre ligado ao PT. Por que só agora mostram isso? Ela já deveria estar condenada ou inocentada. Mas como a Justiça é lerda, tudo se arrasta. Zureia Baruch Jr - São Paulo Exercícios Que exercícios fazem bem à saúde, todos concordam. Como bons exemplos, eu cito levantamento de garfo e de copo. É isso que me mantém vivo. E assim caminha a humanidade. João Horácio Caramez - Santos Eleitor A prática comum de políticos se tornarem menos visíveis após as eleições pode minar a confiança pública e a efetividade da governança. Participar de reuniões da Câmara municipal, audiências públicas e eventos comunitários permite que os cidadãos se mantenham informados sobre o que está acontecendo e pressionem os políticos a serem mais transparentes e engajados. Isso não só ajuda a garantir que os políticos se mantenham comprometidos como fortalece a democracia. Gilberto Pereira Tiriba - Santos