Jorge Fernandes: "Cada escola que pisou o asfalto sagrado da Passarela Dráuzio da Cruz não levou apenas fantasias e alegorias. Levou sonhos costurados à mão, feridas que viraram força, superações que aprenderam a sambar e um povo inteiro pulsando no mesmo compasso do coração" (Vanessa Rodrigues/Arquivo AT) Saúde Nas décadas de 1980 e 1990, muita gente conviveu com o drama da aids. Ídolos musicais como Cazuza, Renato Russo e Freddie Mercury morreram jovens e viraram símbolos da luta contra essa terrível doença. Hoje, a aids não causa tanto medo como no passado. Ainda assim, é preciso evitar comportamentos de risco. Mas, cadê as campanhas de prevenção nas redes sociais e na TV? Estamos em pleno Carnaval. Esqueceram da covid-19, que se espalhou depois que a folia acabou? Protejam-se! Luiz Guillermo R. B. Fierro - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Carnaval O samba já deu o recado. Ele não pede licença, não explica, ele anuncia. Cada escola que pisou o asfalto sagrado da Passarela Dráuzio da Cruz não levou apenas fantasias e alegorias. Levou sonhos costurados à mão, feridas que viraram força, superações que aprenderam a sambar e um povo inteiro pulsando no mesmo compasso do coração. Da concentração à dispersão, o respeito é o mesmo. Porque aqui não há inimigos. Há guerreiros do mesmo chão, forjados no mesmo suor, embalados pelo mesmo batuque, todos lutando não contra o outro, mas contra o esquecimento, em busca de um lugar eterno na história do Carnaval Santista, que vive um tempo de excelência. Jorge Fernandes - Santos São Vicente A decisão do Tribunal de Justiça de suspender o pregão do Programa Bolsa Educação Municipal (ProBem) não é apenas uma vitória jurídica; é um resgate financeiro. A Prefeitura de São Vicente pretendia gastar R\$ 3,5 milhões em um contrato de 12 meses para que uma empresa terceirizada fizesse a gestão do programa. É muito dinheiro público para controlar a frequência e o pagamento de apenas 408 beneficiários. A conta não fecha e o desperdício é forte. Por que terceirizar a peso de ouro o que a própria Secretaria de Educação deveria fazer? A Justiça agiu como um freio de mão necessário. Alexandre Aniz - São Vicente Mais fraternidade Muitos sofrem e continuarão a sofrer privações em razão da ganância de poucos, iludidos com o poder e a riqueza. Relegam suas obrigações para dar lugar a uma vida plena de privilégios, mas também cheia de ilusões. É tempo de reação, para que haja mais fraternidade. Alijar o egoísmo de algumas pessoas, procurando dar ao próximo o que desejam para si mesmos de melhor, é o caminho do bem a ser desbravado por todos que almejam um mundo melhor e mais harmonia familiar. Estarão construindo um novo mundo ao buscar na paz restauradora o que foi destruído pela maneira errada de pensar e agir. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Ciclovias abandonadas Como presidente da Associação Brasileira de Ciclistas e diretor de cicloturismo da Federação Paulista de Ciclismo, pergunto: o que aconteceu com as ciclovias de Santos? Quem faz a manutenção delas? As ciclovias das comunidades parece que não existem, assim como as dos canais 1, 4, 5 e 6. É triste ver a mobilidade cicloviária abandonada. Jessé Teixeira Félix - Santos Convicções Minha posição não segue bandeiras partidárias. Aquilo que escrevo e compartilho neste espaço não tem como objetivo agradar a nenhum espectro político nem se submeter à lógica dos algoritmos. Cada palavra emana das minhas convicções mais profundas, do meu percurso de vida e do meu senso de justiça. Se me manifesto sobre uma personalidade pública, a motivação não é a adesão cega a uma ideologia, mas o compromisso com a minha própria coerência. Vivemos um tempo em que opinião autêntica é frequentemente lida como militância e um raciocínio independente é imediatamente classificado sob um rótulo político. Não abrirei mão da minha voz para me encaixar em qualquer molde predefinido. Gilberto Pereira Tiriba - Santos