[[legacy_image_326343]] Segurança públicaPor desconhecimento, cegueira, ignorância, ideologia e por odiarem quem não compactua com suas idéias, ou má-fé mesmo, há pessoas que não enxergam a verdade dos fatos. Municípios e governos estaduais são, sim, responsáveis pela segurança pública, da mesma forma que o Governo Federal também é. Vejamos. Controle de fronteiras: por onde entram armas de grosso calibre e muitas drogas, é responsabilidade da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Controle do espaço aéreo é feito pela Força Aérea Brasileira, uma instituição federal, assim como é missão da Marinha, outra instituição federal, a vigilância de nossas costas. Entrada e saída do País em aeroportos? Polícia Feder. Leis lenientes, como saidinha, bolsa-bandido e visita íntima, são feitas no Congresso Nacional, não por acaso, federal. Lembrando que o traficante André do Rap, do PCC, que cumpria pena em cadeia de segurança máxima federal, onde estava preso por tráfico de drogas, assassinato e formação de quadrilha, foi solto por um ministro do Supremo Tribunal Federal. O discursinho vazio é bonitinho, mas a realidade dos fatos é bem feinha! Marcos Mendonça - Santos O peso da camisaGostei demais da entrevista do meio-campista Giuliano no Santos. O experiente jogador demonstrou personalidade e segurança nas respostas – além de uma boa visão de jogo, detalhando as características do atual elenco com sensatez e rara sabedoria. Embora exista uma grande diferença entre a teoria e a execução, Giuliano tem tudo para ser um líder dentro e fora de campo – ou seja, aquele jogador capaz de pensar a partida, escolher as melhores jogadas e, ao mesmo tempo, orientar os atletas mais jovens com a sua experiência. Nada me tira da cabeça que o fracasso da equipe na última temporada passou também pela falta de empenho de alguns jogadores – muitos deles pareciam não entender a responsabilidade que tinham, o peso da camisa que vestiam. Se a falta de comprometimento de alguns jogadores do Santos ficou evidente em 2023, já é possível notar uma nova postura do atual grupo de jogadores. Algo é certo: teremos um Santos mais vibrante em campo em 2024. Guilherme Rodrigues Simões - Santos ProvincianismoConcordo inteiramente com o que o professor, engenheiro e cientista político Alcindo Gonçalves diz em seu artigo sobre a abertura de nova casa de cultura em Santos. Finalmente, uma voz contra o provincianismo que assola a Cidade. A expressão ‘santisticidade’, sugerida para compor o nome do novo polo cultural, remete a um bairrismo inaceitável para uma cidade de quase 500 mil habitantes. Se continuarmos a pensar assim, nunca seremos grandes na cultura brasileira. Guilherme Maurício Monteiro - Santos Discutir sobre políticaO mundo da política está levando as pessoas a brigar em grupos de WhatsApp e até a desfazer amizades nas redes sociais. Opinião política diferente é o que produz mais tensão no mundo todo. Segundo pesquisa realizada em vários países, incluindo o Brasil, pelo menos 44% dos entrevistados escolheram esse tema como um dos causadores de conflitos entre famílias e amigos. Apesar de também serem apontadas como acirradoras de ânimos, as diferenças religiosas foram a opção de 27% dos que avaliaram os motivos do conflito. A política está relacionada com aquilo que diz respeito ao bem público, à vida em comum, às leis normas de conduta e, sobretudo, ao ato de decisão que afetará todas estas questões. Em suma, a política foi criada para regular os conflitos sociais. Bom falar desse assunto sem brigas, melhor ainda discutir política em uma mesa de bar repleta de garrafas de cerveja! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Teceira pistaTodos unidos ao governador e à Ecovias para que a terceira pista seja logo aprovada e a ligação entre a Capital e a Baixada Santista receba este benefício, que por certo irá incentivar e dar mais apoio ao Porto de Santos, ao turismo e ao bem-estar da comunidade. O grande fluxo de veículos não é mais absorvido pelas atuais pistas da Anchieta e Imigrantes e a terceira ligação é a solução do problema. Nosso total apoio à ideia e à concretização urgente deste sonho de milhares de famílias. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania FrenesiSe hoje nos deparamos com terapeutas que utilizam métodos pseudocientíficos e propagandas que prometem soluções fáceis para problemas difíceis ou mesmo insolúveis, saibam que essa prática é antiga e talvez não atinja o frenesi alcançado no início do século 20 pelo médico francês Serge Voronoff, que na década de 1920, prometia a recuperação do vigor físico, mental e sexual a partir do xenotransplante, enxerto de glândulas sexuais de macacos. Édison José de Aguiar - Cubatão