[[legacy_image_205652]] Debate Na edição de terça-feira (6), o leitor Sérgio Luiz Alonso faz uma narrativa muito bem elaborada, porém tudo ali não passa de meia verdade, e meias verdades, via de regra, são piores que mentiras inteiras. Por filigranas jurídicas (foro não adequado no entendimento de 8 ministros) o STF anulou os julgamentos e transferiu o processo para Brasília, porém, não anulou as provas colhidas, que continuam válidas para futuro julgamento. Inocente? Legalmente, por enquanto, sim. Moralmente jamais. O Imperador Júlio César, ao se divorciar da bela Pompéia Sula disse, “à mulher de César não basta ser honesta, precisa parecer honesta”. A frase cai como uma luva para qualquer homem público. Não adianta jurar honestidade se não parecer honesto e isso é tudo que ele, com certeza, não parece. Persio Bosquetti Júnior - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Câmara de Guarujá A Câmara de Guarujá agiu com justiça e sabedoria quando do arquivamento do “descabido” pedido do processo de impeachment da vice-prefeita Adriana Machado. “Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura. Os lábios que dizem a verdade permanecem para sempre, mas a língua mentirosa dura apenas um instante”. (Provérbios 12:18-19). João Horácio Caramez - Santos Dedo na ferida Colocaram o dedo na ferida. Assim se pode dizer em relação aos dois artigos publicados, “O estado sou eu” e “E se fossem brancos”, pois ousaram falar de dois tabus, ou seja, prepotência do STF e do racismo desvirtuado. Um ministro adota postura de um ditador, protegido pelo cargo vitalício que ocupa, extrapola suas funções e cria instabilidade política e jurídica. Aqueles que poderiam puni-lo não o fazem pois têm o “rabo preso”, isto é, processos pendurados no STF, que parecem ser usados como ferramenta de coerção. O outro artigo relata o que acontece quando não se separa o joio do trigo, pois qualquer ato que envolva um negro, a possibilidade de ser enquadrado como racismo é enorme. Há 3 anos, em Santos, um jovem branco foi espancado até a morte por seguranças mulatos, pois discordara do valor cobrado a mais pela casa noturna. A repercussão foi mais local e o assunto morreu junto com o rapaz. Em seguida, no RS, um negro, com ficha na polícia, desacata uma atendente no mercado que chama os seguranças e é conduzido para fora. No caminho ele agride os seguranças, brancos, que revidam e o matam, como mostraram as gravações. Repercussão nacional e internacional, e foi enquadrado como racismo. A violência em ambos os casos foi igual, mas um era branco e o outro negro. Sem comentários adicionais. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Escolástica Rosa Excelente cobrança do vereador Ademir Pestana ao prefeito da cidade, mostrada na edição de A Tribuna em 05/09/22, para saber o que está sendo feito para recuperação do imóvel que abrigou a escola técnica Escolástica Rosa. Para quem não sabe esse imóvel foi doado à Santa Casa, com única condição de abrigar um centro de ensino. Entra ano sai ano e nada é resolvido. É decepcionante para nós, santistas e visitantes que conhecem a história dessa excelente escola do passado. De quem é a responsabilidade, ou irresponsabilidade, não sabemos dizer, se Prefeitura de Santos, Santa Casa, Estado, Centro Paula Souza ou o lento Condepasa. Como diria famoso jornalista ao encerrar uma reportagem desse tipo: "isso é uma vergonha". Antonio Carlos de Moura - Santos Trânsito Incrível como em tempos de tanta tecnologia e inovação, o trânsito de uma cidade como Santos continua tão mambembe. As avenidas principais, como Ana Costa e Conselheiro Nébias, não têm nenhuma sincronização de semáforos, de tal forma que você sai de um e, metros à frente, para em outro. Já era tempo de instalarem semáforos que medissem o fluxo de veículos e regulassem o tempo de abertura e fechamento conforme a necessidade. Não faltam recursos tecnológicos e pesquisas nessa área de mobilidade. O trânsito poderia ser bem fluido com soluções assim. Eugênio Rodrigues dos Santos - São Vicente