[[legacy_image_228175]] Ostentação O fenômeno Ronaldo, ex-jogador de futebol, foi bombardeado pela mídia pelo fato de ter ido a uma churrascaria no Catar comer carne banhada a ouro que custa em torno de R\$ 9.000,00, juntamente com outros jogadores da seleção brasileira. Cabe ressaltar que esse bife não é o único alimento folheado a ouro com preços astronômicos que faz sucesso naquele país. São várias opções de pratos como sobremesas e cafés. Vi muitos comentários contrários, pessoas se incomodando com esse “capricho”. Essa experiência é para poucos e, às vezes, única, então tem mais que aproveitar. Creio que as pessoas que criticam Ronaldo estejam com uma ponta de inveja e gostariam de estar sentados a mesma mesa com ele desfrutando dessa “ostentação”. Segue o jogo! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Oração aos Moços Esta é a Oração aos Moços, do discurso de Ruy Barbosa ao paraninfar os formandos da turma de 1920 da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, que acabou de completar 100 anos em 2021, mas que sustenta em seu legado a lucidez dos dias atuais. Assim, “de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”. A mim me parece que Ruy Barbosa continua sendo atual pelas suas ideias e penso que seria ótimo vê-lo ainda sendo seguido. José Milton Astolfi - Santos Copa O País vive hoje o verdadeiro clima da Copa do Mundo de futebol, os brasileiros se vestem de verde e amarelo, carregam a Bandeira Nacional pelas ruas, nos automóveis, hasteiam nas residências. O patriotismo tomou conta da nação. Esse patriotismo é visto também nos jogadores e comissões técnicas de quase todos os países, que na hora da execução dos Hinos cantam vibrantemente. Um fato chamou a atenção do mundo e, principalmente, da nação brasileira: o técnico Tite que, por não saber ou não querer, não cantou o Hino Nacional Brasileiro nos três primeiros jogos do Brasil. Ele tem todo direito de não querer cantar, porém, como diretor técnico da seleção, tem a obrigação fazê-lo! Após ter sido amplamente criticado pelas redes sociais por se manter calado na hora da execução do Hino, finalmente, no jogo contra a Coreia, resolveu superar seu rancor pelo patriotismo verde e amarelo e cantou. Hoje, todo ser humano que se expõe publicamente não pode esquecer que o maior observador e crítico são as redes sociais, que em segundos alcançam o mundo inteiro! Certamente o vídeo que circula mundo afora, mostrando Tite de boca fechada e indiferente na hora em que o Hino era tocado, chegou também ao seu celular e o fez mudar de atitude. Viva as redes sociais íntegras, honestas, verdadeiras e sem censura, que têm trazido liberdade e voz ao mundo inteiro! João Domingos Neto - Santos Imprensa Tenho visto sempre nesta coluna respostas aos leitores que reclamam de coisas a serem reparadas, principalmente em Santos. Tenho escrito algumas reclamações de coisas reparáveis no município de Guarujá. Será que o jornal A Tribuna não é lido nesta Prefeitura? Ou será que os assessores de imprensa da Prefeitura de Guarujá não dão respostas aos munícipes para que pensem que nada foi reclamado? Talvez por esse motivo, encontramos pela cidade ruas esburacadas, lugares com esquinas servindo de lixão, lombadas estreitas e muito altas, que ao se passar por elas, mesmo devagar, batem no assoalho do carro. Meses atrás, escrevi um artigo falando das árvores da Avenida Guarujá, que durante a noite, em vários pontos, chega a ficar escuro porque as lâmpadas ficam acima dos galhos, impedindo a iluminação. Ou será que esse descaso está sendo porque o segundo mandato do atual prefeito Valter Suman está chegando ao fim? Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Touro ou toureiro? Excelente a metáfora adotada por Maxwell Rodrigues no artigo “Ser touro ou toureiro”, publicado quarta-feira, Santos reina nos quesitos lentidão e atraso em decisões técnicas, que são também obviamente políticas, tanto do setor público como do privado. Esta Copa do Mundo tem demonstrado que observação acurada, humildade e perseverança, aliadas à visão de futuro estratégica, mudam tudo. Só não vê quem não quer. Maria Angélica Rodrigues Martins - Santos