[[legacy_image_213058]] Baixada no turno Passada a eleição em alguns estados e para presidente da República, haverá nova eleição; 2º turno. Os candidatos ao Estado e à Presidência estão aí a alardear o que pretendem fazer se forem eleitos. Nossa região, que já sabe quem foi escolhido para deputado federal e estadual, segue na encolha. Onde está o Condesb? Por que os prefeitos ainda não chamaram os candidatos eleitos, se reuniram e traçaram uma pauta conjunta para levar aos candidatos? Vão esperar os resultados e ir um de cada vez, na surdina, tentar conseguir verba para algum projeto pontual? Agora seria a hora. Entregar aos candidatos ao Governo de São Paulo e do Brasil as necessidades da nossa região. Mas não o fazem por um motivo: desde a fundação do Condesb, nunca foi feita uma pauta única visando as prioridades das nove cidades; cada prefeito puxa a sardinha para sua brasa. E o que acontece? O Interior se desenvolve e nós estagnamos. Atualmente, dezenas de cidades do Interior têm campos tecnológicos avançados, outras aeroportos com linhas regulares, parques temáticos com hotelaria agregada para milhares de pessoas. E aqui? Temos praias, um trânsito cada vez mais caótico, onde se o número de carros tende a crescer, as vagas a diminuir. E o pior: nenhum prefeito propõe medidas conjuntas visando trazer aquele turista que vem para se hospedar, conhecer o comércio, gastar e indicar a cidade para amigos e familiares. Não interessa pensar a região como um todo. Se Santos ainda ostenta um título na qualidade de vida, deve-se a obras do passado. Sr. prefeito, o senhor saberia dizer quantos carros a cidade tinha há quatro anos e quantos tem hoje? Quantos locais para estacionar junto a praias e nas ruas próximas e quantos tem hoje? O sr. tem alguma ideia ou iniciativa para aumentar a oferta de vagas, em especial para os turistas? Jairo Albrecht Coutinho – Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Desrespeito Vi as imagens de vídeo obtidas pelo g1, sexta (7), mostrando a ação de bandidos, autores de roubos em açougue e farmácia e abordagem a clientes e funcionários, de pistola em punho, no Bairro Aparecida. Espanta-me acreditar que, em menos de quatro dias, detidos por duas vezes e encaminhados à delegacia, foram liberados após a elaboração do BO. Ainda estupefato, pergunto a qualquer autoridade superior se é dessa forma que se defende a população e se transmite a sensação de segurança. É ignóbil saber que estamos à mercê de bandidinhos que podem roubar e ameaçar baseado no desprezível e indecoroso Artigo 236 do Código Eleitoral e também, por nada de ilícito ter sido encontrado após a revista policial, e em ambos os casos terem sido liberados. O acinte provocador das autoridades que deveriam defender e cuidar da população honesta e trabalhadora é claro: os bandidos reconheceram e confessaram seus atos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Rivalidade Faço minhas as palavras do sr. Sérgio da Rocha Soares Filho. A pessoa que se diz civilizada, esclarecida etc, tem que aprender a conviver com o contraditório para não correr o risco de perder a amizade (ou algo pior), principalmente por questões políticas, pois sabemos que a maioria destes que supostamente deveriam nos representar não o faz depois de eleita, só nos sobrando as sequelas de termos sidos radicais com os que não concordaram com nossas opiniões. Wagner dos Santos - Santos Missão impossível Tentem falar com a Secretaria de Saúde de Santos para obter qualquer informação através do número de telefone que está no site (13 3213-5100). Missão impossível. José Carlos da Silva Caridade – Santos O Novo Quando surgiu na política nacional o partido Novo, se dizia diferente e inovador. Quatro anos depois, temos a certeza que era tudo propaganda enganosa. A gestão do único governador eleito pelo partido em 2018, agora reeleito pelo povo das Minas Gerais, traduz o que é na verdade o “novo”. É um partido que nasceu velho, carcomido pelos políticos engomadinhos que embora não pertençam a velha política tradicional, são pessoas oriundas do empresariado. Zema, considerado por muitos analistas um dos piores governadores de MG, foi reeleito às custas de conversa mole e fake news. Após oito anos de mandato, em 2026, o povo mineiro irá perceber o desastre que se originou da sua escolha pelo novo embolorado partido. Rafael Moia Filho - Bauru