[[legacy_image_251122]] VLT Durante o mês de dezembro de 2022, por uma solicitação dos lojistas do Centro, as obras do VLT - no trecho da Rua Amador Bueno, entre a Praça dos Andradas e a Rua D. Pedro II - pararam com a promessa de retornarem no início do mês de janeiro de 2023. Mas as obras não voltaram, e já estamos no mês de março de 2023 e nada! O trecho citado está aterrado com areia e esburacado até a metade da pista. A preocupação dos lojistas é que vamos chegar no Natal deste ano com a rua em obras, se elas continuarem, dando prejuízos ao combalido comércio. E mais: as obras nem começaram na Rua João Pessoa. Meu Deus! Este trecho de obra que começou em outubro de 2021 com a promessa de entregar até o fim de 2022 está com cerca de 35% das obras concluídas, segundo o Jornal A Tribuna em uma edição passada. Tenho muita esperança em nosso governador Tarcísio de Freitas, que é um homem de terminar obras paradas e atrasadas e que finalmente o Centro volte a respirar. Paulo S. Mirabelli - Santos Evolução da direita Li o belo artigo do dia 26 de Alcindo Gonçalves, retratando, e muito bem, a situação do ressurgimento e evolução da direita no Brasil, a partir da eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018. Cita a pauta defendida pelo ex-presidente em valores tradicionais, contra o aborto e as drogas, ideologia de gênero e, principalmente, corrupção, entre outras. Mas, permita-me o ilustre e competente comentarista, complementar e acrescentar o que, no meu entendimento, foi o quesito, se não o mais importante, o que mais se destacou nesse período: o sentimento de patriotismo da população brasileira. O brasileiro passou a acompanhar a política e os políticos mais de perto, principalmente pelas redes sociais. Passou a questionar mais os seus direitos constitucionais e o exercício de plena democracia, os maus políticos e suspeitos de corrupção. O movimento de 7 de setembro, na Avenida Paulista, foi exemplo disso, só comparado com os da Diretas Já. O amor à Bandeira Nacional ressurgiu como nunca antes. Passou-se a acompanhar também as decisões do STF, conhecendo os seus ministros, o que antes nem os nomes sabiam. Hoje, os corruptos, sejam eles políticos ou não, devem pensar muito antes de cometer qualquer deslize, pois a população está mais esperta e melhor informada. Ary Silveira da Rocha Filho – Santos Árvores Árvores frondosas no jardim da praia, após perderem a folhagem e boa parte da casca, acabam sendo cortadas, só restando pequeno pedaço do tronco. Indaguei à Prefeitura de Santos (Ouvidoria Digital, ocorrência nº 4.319) se não há um tratamento ou possibilidade de recuperação para evitar a perda de algo tão precioso para todos. Não há um órgão responsável que possa tomar providências a respeito? Sem resposta até o momento, mas verifiquei que a árvore da qual mandei fotos para a Ouvidoria e que fica no jardim ao lado do CPE, já foi cortada, restando um pedaço de tronco. Contei, até agora, seis exemplares (tenho fotos) desse tipo de árvore com esses “sintomas”, em pontos diversos da praia, sendo que duas já foram cortadas. É uma praga? Estarão todas as árvores condenadas a esse fim? Luiz Carlos Ribeiro da Rocha - Santos Escravidão Faz-se mister atualizar o modus operandi de condenações neste país. No caso da escravidão no Rio Grande do Sul por três vinícolas, por exemplo, o que deve ser feito é: a perda da titularidade de proprietários dessas empresas com afastamento perpétuo dos mesmos, mais funcionários eventualmente envolvidos; o governo estadual (ou federal) assumir o controle das mesmas temporariamente; realizar concorrência pública afim de escolher os melhores empresários, sem registro de antecedentes junto ao Fisco e ao Ministério do Trabalho para adquiri-los, e o comprometimento dos mesmos em seguir as leis trabalhistas vigentes. As empresas permanecem no mercado, os bons funcionários não perdem seus empregos e todos (com exceção dos proprietários) saem ganhando. Nada de boicotar as empresas. Os CPFs dos proprietários é que são os verdadeiros responsáveis. Não os CNPJs. Pedro dos Santos Neto - Santos