[[legacy_image_250910]] Bandas e exposição A exposição Carnaval Histórico Por Trás das Lentes, que mostra momentos dos desfiles de blocos no Carnacentro, no Centro Histórico de Santos, é um presente para quem gosta de eventos do gênero. A mostra, em cartaz no Centro de Cultura Patrícia Galvão, no Teatro Municipal, revela flagrantes de emoção e entusiasmo, captados por pessoas atentas a estes instantes mágicos. A curadora e fotógrafa Rô Santana e a Associação das Bandas Carnavalescas de Santos – organizadores - acertaram em cheio em nos brindar com este acervo. Até a Corte Carnavalesca esteve na abertura para prestigiar, o que pode ser o começo de uma tradição. Além de revelar os flagrantes, coroaram uma festa que foi linda, segura e que tem tudo para continuar. Parabéns! Marilda Duarte de Carvalho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Congresso caro Os senadores brasileiros escarnecem da população ao aprovarem que só se apresentarão em plenário três dias por semana, três semanas no mês e somente na parte da tarde. Ressaltando que o salário será de R\$ 41,6 mil em abril, ou seja, a renda média de 528 brasileiros. Além disso, senadores ganharam um aumento no auxílio-moradia, antes de R\$ 5,5 mil para até R\$ 9 mil. As ações aconteceram após a reeleição de Rodrigo Pacheco na Casa. Um absurdo sermos o segundo Congresso mais caro do planeta, perdendo apenas para o dos EUA, e pouco entrega de resultados para a nação. Enquanto nós, brasileiros comuns, nos matamos de trabalhar sob sol escaldante para os sustentarem com mordomias inimagináveis. Cada dia fica óbvio que nos tornamos uma república de bananas ou, como disse o magnata norte-americano, o Brasil é uma Ferrari pilotada por macacos. Daniel Marques- Virginópolis (MG) Facilitar ou complicar? O artigo publicado por Gilson Leite da Silva, intitulado Passarela do Porto, no dia 2, mostra porque facilitar se podemos complicar quando sugere o óbvio para se resolver a travessia de pedestres na perimetral. Sou engenheiro e não consigo entender como colegas de profissão projetam e executam tal absurdo. Espero que este acesso não sirva de modelo para a ligação seca entre Santos e Guarujá. Sergio Da Rocha Soares Filho - Santos Crédito de carbono Com a visita do assessor especial do governo Joe Biden para o clima, John Kerry, pensei que ele vinha avisar que os Estados Unidos, por serem os maiores poluidores do mundo, iriam contribuir com milhares de dólares dos créditos de carbono que eles devem, junto com a China. Não só com o Brasil, Colômbia e Peru, na América do Sul, também com o Congo, na África, e com a Indonésia, na Ásia, que são os detentores das maiores florestas do mundo. Mas não, ele quer fazer parcerias naquilo que nos custou muito nas pesquisas, no agronegócio. A verba oferecida, de US\$ 50 milhões, é pouca e menor do que a que Alemanha e Noruega dão para o fundo amazônico. Já que eles não têm amigos, apenas interesses, é só ver como os brasileiros são tratados quanto aos vistos consulares. Fernando Martins Braga - Santos Escravidão Os fatos apurados no Rio Grande do Sul sobre as condições análogas à escravidão de trabalhadores, na sua maioria oriundos da Bahia, inclusive com o uso de spray de pimenta e aparelhos de choque, mostram a pior face do ser humano. O esquema criminoso, pelo que se depreende do noticiário, era executado há mais tempo. Para piorar o cenário, as empresas envolvidas correram a emitir as famosas notas de esclarecimento, onde se eximem de culpa com “eu não sabia o que acontecia nas minhas vinícolas.” Mas se tudo já não fosse um descalabro moral, um vereador de Caxias do Sul (RS), Sandro Fantinel (sem partido), do púlpito da Câmara, fez declarações absurdas e criminosas, sugerindo a contratação de argentinos por serem mais dóceis e resignados com qualquer situação adversa. Em outras palavras: “Vamos escravizar os argentinos, eles não vão reclamar para ninguém.” Para esse, a cassação do mandato e processo por xenofobia, entre outros, se faz necessário, já para as vinícolas envolvidas, além da responsabilização, seria importante boicote aos seus produtos, desestimulando atuais ou futuros escravocratas. Marcus Aurelio de Carvalho – Santos