[[legacy_image_236274]] Novo comando Lula assumiu pela terceira vez o comando do Brasil. A solenidade de posse foi marcada pela presença massiva de sindicatos, partidos progressistas, movimentos sociais e militantes, mostrando o apoio e a esperança em torno do novo governo, que externou o compromisso da reconstrução de um novo Brasil. Entre os momentos mais lindos e emocionantes, esteve a entrega da faixa presidencial por Aline Souza, mulher negra, catadora de papel desde os 14 anos. Subiram a rampa com Aline Francisco, menino negro de 10 anos; cacique Raoni Matuktire, líder indígena; Ivan Baron, jovem nordestino que é referência na luta anticapacitista; Jucimara Fausto, cozinheira; Murilo de Quadros, professor de Letras; e Flávio Pereira, artesão. Obrigado, Bolsonaro, por ter “fugido”. Talvez tenha feito isso por saber que, com sua presença ao passar a faixa para Lula, a cerimônia não teria sido tão linda. Viva a democracia! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Túnel Santos-Guarujá A tão prometida ligação seca entre Santos e Guarujá mais uma vez teve o mesmo desfecho: ficou só na promessa. O que diferenciou a última promessa das anteriores foi a “venda casada”: “só sai o túnel se privatizarmos a administração do Porto de Santos”. Na minha modesta opinião, não passou de chantagem. Primeiro, as operações portuárias no Porto de Santos já são privatizadas. A privatização da função regulatória do Porto traria mais problemas do que soluções, além de não gerar o número de empregos prometidos, posto que a SPA, hoje, administra o Porto de Santos com 1.136 empregados. A desestatização seria apenas a entrega de aproximadamente R\$ 1,2 bilhão ao ano em taxas, com lucro estimado em R\$ 330 milhões. Em segundo lugar, todos sabem que o local escolhido para o túnel causaria impactos negativos ao entorno das entradas, exigindo muito sacrifício aos moradores. Se a área escolhida fosse a parte degradada do Porto, no Valongo, os impactos seriam de menor ordem. E no lado de Guarujá, o local, na minha modestíssima opinião, seria próximo à Ilha do Barnabé, com vias de acesso à Base Aérea de Santos. Acompanho as expectativas dos moradores de Santos e Guarujá pelas próximas promessas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Reflexões Sai ano, entra ano, na vida tudo passa, tanto os bons momentos quanto os difíceis de serem resolvidos. Todavia, o que de mal acontece serve de experiência no processo de evolução espiritual, que é eterno. Os seres humanos são o que já têm na bagagem evolutiva e o que conquistam na formação da personalidade em determinada existência - daí uns acham que são muito poderosos, enquanto outros pensam ter grande sabedoria e por aí vai. Mas chega o dia em que constatam que não valem tanta coisa assim, pois são impotentes para vencer as dificuldades que aparecem de surpresa, quase sempre resultantes da pouca espiritualidade que possuem. Então, por que tanto orgulho, tanta ostentação e vaidade? As pessoas devem pensar bem e raciocinar com lucidez e lógica sobre os fatos ao redor para, deles, tirar conclusões sensatas. Devem ser, portanto, pessoas não apenas na forma, mas no fundo. De igual maneira, devem acudir os indivíduos que sofrem, dar-lhes conforto e paz espiritual, mas sem orgulho, ostentação ou vaidade. Tudo que é feito no anonimato tem maior valor e anônimos devem ser todos que se propõem a suavizar os sofrimentos humanos como pessoas úteis à coletividade. Grupo da Família e Cidadania Renascimento cultural A nova ministra Margareth Menezes tomada posse no Ministério da Cultura e reacende a esperança para um Brasil mais cultural, respeitando as diferentes manifestações culturais nas mais diversas áreas. A classe cultural brasileira espera que a gestão do novo presidente promova políticas culturais, voltadas ainda mais para a classe intelectual, já que nos quatro últimos anos de governo, o livro deu vez a armas de fogo, trazendo a discórdia. Agora, a Cultura tomou posse e a esperança reluz no Planalto Central. Como diz Fernanda Montenegro, imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), “um país sem cultura é um país sem educação”. Matheus Nunes da Silva Brito - Matrinchã (GO)