[[legacy_image_256949]] Ônibus apertado Aproveitando o gancho da matéria, com o texto “oh vida”, na coluna Dia a Dia do jornal de segunda-feira, falando sobre ônibus lotados, corredores apertados e pessoas com dificuldade para se deslocar dentro dos coletivos, venho aproveitar para expor minha indignação. Pego ônibus nessa cidade desde 1986, meu primeiro emprego. Em meados daquele ano os coletivos eram assim, depois vieram os ônibus com três fileiras de uma cadeira só, tanto no meio quanto na parte traseira dos ônibus, e isso já facilitou bastante. Depois vieram os ônibus de três portas, melhorou mais ainda, e agora voltamos aos mesmos ônibus dos anos 80, com corredores superapertados. Quem projetou, construiu e vendeu esses ônibus nunca andou em um deles no horário de pico. Uma dica simples: podem até continuar os mesmos ônibus, mas se fizessem algumas fileiras de cadeira com um assento só melhoraria e muito a locomoção dentro deles. André Luiz Oliveira da Silva - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cara de ladrão O ex-ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, ao defender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), referente ao caso do terceiro kit de joias dado pela Arábia Saudita, disse que essa questão vai ser explicada, na medida em que Bolsonaro não tem cara de ladrão. E isso não vai colar de forma nenhuma. Então fica a minha pergunta: quem é que tem cara de ladrão? Edison José de Aguiar - Cubatão Moro e Lula Com muito pesar, li as escritas do missivista Rubens Moia Filho que, certamente, vão ao encontro daquelas proferidas pelo “presidente” a quem ele deve idolatrar. Primeiro, dizer que Moro em nada contribuiu para combater o crime organizado (hoje visitado em favela por um certo Flávio Dino) é negar todo processado na Lava-Jato e que levou Lula à prisão e Marcola também. É justificar a facada em Bolsonaro. É incitar a morte de Moro e família por uma facção, acusando-o de armar o atentado e colocar nariz de palhaço no ministro da Segurança, que reconheceu o plano sórdido. Enfim, se acusavam Bolsonaro de “genocida”, agora há dois níveis abaixo dessa (des)classificação. Evandro Duarte-Santos Mato no terreno Venho registrando nesta coluna que, em um terreno no Embaré, o mato prolifera a céu aberto. Providências foram tomadas na ocasião, mas o mato voltou a crescer e não está sendo devidamente cuidado na Rua Cel. Prost de Sousa, em frente ao número 18. Demoliram as casas com a intenção de erguer prédios, mas o terreno permanece vazio e o mato crescendo, propiciando ambiente ideal para surgimento de mosquitos que podem trazer doenças aos moradores do local. Os órgãos de controle poderiam verificar e intimar os proprietários, mais uma vez, a procederem a limpeza do local para tranquilidade de todos os moradores. Patricia Ruas Gomes - Santos Boas notícias Ao ler a coluna Cidades de A Tribuna, fiquei alegre por ver a homenagem a um povo trabalhador e empreendedor, que com sua visão trouxe primeiro educação e bons costumes, o respeito aos professores e da cultura da soja, um dos carros-chefes de nossas exportações. Santos tem como cidade irmã Nagasaki, a segunda cidade a sofrer um bombardeio com bomba atômica. Para quem não sabe, essa cidade foi fundada por portugueses, os primeiros ocidentais a chegarem ao Japão. Todo o ano nessa cidade se presta homenagem a esse feito com a apresentação de arcabuzes, uma pequena espingarda com uma boca larga. A segunda notícia boa é o exemplo do pescador carioca Cuca, que achou um relógio no mar e o devolveu a seu verdadeiro dono. São exemplos como esse que devemos cultivar no nosso cotidiano. Fernando Martins Braga - Santos Indenização O STF decidiu que “o Estado deverá indenizar vítimas de balas perdidas”. Errado. O certo seria “os congressistas indenizarem vítimas de balas perdidas”, pois os criminosos não se sentem acuados pelas leis que ora estão em voga no Código Penal, pois os congressistas, por motivos que somente eles sabem, não atualizam esse código. Pedro dos Santos Neto - Santos