[[legacy_image_203278]] Debate x eleição Claro que o Fla-Flu continua como lemos todos os dias nesta excelente coluna, e cada leitor escreve o que e como quer. No entanto, não posso deixar de registrar nas colocações dos idólatras contra um governo sério e sem corrupção, como ficou claro nesse debate dirigido. Jornalistas que formataram as perguntas deram uma certa indicação para pegar Jair Bolsonaro, que deveria ser mais sarcástico contra a jornalista, mas sem o pejorativo usado. O resto foi perfeito, enquanto o ex-presidente e ex-presidiário se lascou de vez, aliás, eleito o maior pinóquio de todos os candidatos. Luiz Vinagre - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Debate pobre De nada valeu o esforço de um pool da mídia para levar aos eleitores na noite de domingo um debate entre os candidatos à Presidência da República. Mais uma vez nos deparamos com agressividade, mentiras, ataques desnecessários e muita falta de capacidade dos candidatos de nos trazerem propostas, projetos, ideias sobre o futuro. Quase todos ficaram presos ao passado. Precisamos saber do futuro do nosso país. A hora era de mostrar aos telespectadores o que pensam sobre educação, saúde, habitação, fome, desemprego e conjuntura política nacional e internacional. Lula se preocupou em falar do seu governo de anos atrás (2003-2010). Quando falou sobre temas relevantes, não disse como eles se tornarão realidade. Tebet fala bem, porém, esconde de todos que sempre votou a favor dos seus apoiadores (fazendeiros, agronegócio, indústria de Agrotóxicos), mas raramente a favor da mulher e do povo brasileiro. Soraya Thronicke é coadjuvante de Bolsonaro, parece que foi contratada para criticar o PT, que lidera as pesquisas, e não demonstrou desejo de sair dos últimos lugares. Felipe d’Ávila repetiu dezenas de vezes sua paixão pelo agronegócio e pelos empresários. Não tem proposta alguma, exceto uma sanha incontida de querer privatizar tudo. Ciro não foi de todo mal, porém, exceto a educação no seu Estado, nada ou pouco tem a contribuir com propostas sobre o futuro do País. Preferiu, assim como os demais, atacar o líder das pesquisas. Portanto, não irá ao segundo turno, se houver. Quanto ao candidato Bolsonaro, foi autêntico. Não tem programa de governo, não consegue mostrar legado da gestão que está findando e ainda por cima atacou jornalista, Lula e mentiu diversas vezes ao se referir a seu governo. Não tem conteúdo e parece, às vezes, que sequer sabe raciocinar. Rafael Moia Filho - Bauru Equívocos Sou assíduo leitor de A Tribuna há muitos anos e, admirador dos comentários do competente jornalista Alcindo Gonçalves, concordando, quase sempre com eles. Infelizmente, não posso dizer o mesmo do conteúdo total de sua crônica intitulada “Três equívocos sobre reeleições a funções executivas”, publicada domingo. Devo confessar que sou totalmente contrário a reeleições desses cargos, por entender que dão enormes vantagens aos atuais mandatários. É evidente que embora não possam concorrer, certamente lutarão para eleger seu sucessor, mas também entendo que o grau de comprometimento não é o mesmo da reeleição, tornando-se uma tarefa bem mais difícil. Talvez as estatísticas possam comprovar isso. De qualquer forma, no atual sistema, o eleito, mesmo antes de assumir o cargo, em seu discurso de posse, já faz questão de deixar registrado que já começou a receber pressão de seus eleitores para se preparar para a reeleição. Dado o pontapé inicial, é só seguir o esquema. Orlando Machado - Santos Quem é cristãoEm sua carta enviada à Tribuna do Leitor (29/8), em detrimento da pessoa do presidente Bolsonaro, o sr.Franz J. Hildinger pergunta: “Onde há no cristianismo o ódio ao próximo? Onde há mentira? Onde há racismo?” Resposta: há justamente nessa sua carta! “As injúrias são as razões dos que não têm razão…” Brasil acima de tudo, Deus acima de todos (Jair Bolsonaro). João Horácio Caramez - Santos