[[legacy_image_241245]] Túnel Gostaria de ter o mesmo otimismo do leitor Gentil Ricardo N. Teixeira, que parece acreditar piamente na rápida construção do túnel submerso entre Santos-Guarujá, tanto que, acertadamente, já começa a se preocupar com a possível cobrança de pedágio. A minha descrença, embora torça muito para que o projeto se realize, é motivada pelas inúmeras vezes que sua construção foi anunciada e nunca saiu do papel. Para se ter ideia do seu atraso, basta dizer que esse assunto foi aventado pelo engenheiro Prestes Maia, em 1947. Ainda recentemente, o governo anterior anunciou, através do Programa de Parceria de Investimentos, do Ministério da Economia, que tinha aprovado estudos, prevendo que o edital seria lançado no terceiro trimestre e o leilão, no quatro trimestre de 2022. Já estamos em 2023. Orlando Machado - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Moeda surreal Quando os países europeus unificaram suas moedas, houve um profundo estudo. Imprescindível foi a situação econômica de cada país. A Alemanha à época com melhores reservas, entrou com 1 marco alemão por 1 euro. Já outros países menos saudáveis entraram com 3 moedas correntes por 1 euro etc.! Na América do Sul, como será feito, sendo o Brasil o que tem maiores reservas? Não esquecendo que o presidente Lula é muito “bonzinho”. Entregou a Petrobras de bandeja para a Bolívia, deu empréstimos do BNDES a países totalmente quebrados e ditatoriais que jamais serão pagos etc. Portanto, vale a pena perguntar: nós, brasileiros, que vamos sustentar todo esse povo, ou os critérios de unificação serão exaustivamente estudados? Porque já estão chamando a nova moeda de “surreal”. Beatriz Campos - São Paulo Mobilidade urbana O município de Santos conta com legislação específica que regula a padronização, execução, reforma, manutenção e conservação dos passeios públicos, com vista à mobilidade e acessibilidade urbanas. Trata-se da Lei Complementar 1.087/2019, que dispõe que a manutenção das calçadas confrontantes ou lindeiras aos imóveis é de responsabilidade dos respectivos proprietários. Tudo com vista a garantir que a área destinada exclusivamente à livre circulação de pedestres seja desprovida de obstáculos, com piso tátil, direcional e de alerta, para locomoção de pessoas com deficiência visual. Há calçadas, porém, que se localizam em espaços públicos cuja responsabilidade é da Prefeitura. É o caso dos parques, praças, áreas de lazer, calçadões e outros destinados à circulação de pedestres. Alguns pisos desses locais estão carecendo de manutenção adequada. Um deles é o da Praça Fernandes Pacheco, fronteiriça à Escola Municipal Leonor Mendes de Barros, no trecho entre as ruas Dr. Tolentino Filgueiras e Dr. Manoel Victorino. Cheio de buracos, dificulta a circulação de pessoas, principalmente a dos deficientes visuais e de quem faz uso de cadeira de rodas. Assim, considerando o que determina a referida Lei Complementar, faz-se necessário que a Prefeitura cumpra a sua obrigação e promova a manutenção adequada da calçada no trecho aqui mencionado, bem como de outros logradouros públicos que se encontram em iguais ou piores condições. Álvaro Raymundo - Santos Medalhas Em novembro passado, insolitamente, a Câmara de São Vicente se auto-homenageou pelos seus relevantes serviços prestados à comunidade. Agora, é publicado que o prefeito de Santos irá homenagear os prefeitos vivos, outorgando a Medalha José Bonifácio porque “ajudaram a cidade a se desenvolver em meio aos desafios que cada um teve em sua gestão”. Bizarro, pois o mínimo que se espera de um gestor é que faça justamente o que o prefeito irá premiar. Parece festa entre amigos, cujo tempo poderia estar sendo mais bem aproveitado, como, por exemplo, para concluir os reparos das muretas na Ponta da Praia, eliminar os desníveis das passarelas dos canais 5 e 6, que dificultam os seus acessos, repavimentar as ruas que parecem campo de provas para amortecedor, melhorar coordenação dos semáforos, eliminar as ocupações irregulares etc. Trabalho não falta, basta elencar prioridades. Ademir Alonso Rodrigues - Santos