[[legacy_image_201725]] Pusilânime Lamentável, mas existe quem ouve ser chamado de pusilânime e pensa tratar-se de elogio. Enfim, na toada de uma cultura cada vez menos prestigiada, cresce o número de apedeutas, e é uma triste constatação, no paradoxo de tantas parafernálias eletrônicas de comunicação. Se o título destas linhas sugere combate, verdadeiramente não há; mas embate, e este, é inarredável. O mundo se norteia por dois caminhos opostos e bitolados pela radicalização. Há o bem e o mal, o bom e o mau, a direita e a esquerda, o certo e o errado. Por que há embate? Pusilânimes atrapalham protagonistas. Célebre, e sobretudo, muito atual, o alerta do pensador alemão Bertolt Brecht sobre os perigos do nazismo avassalador: “Primeiro, levaram os negros. Mas não me importei com isso. Eu não era negro...”. E o que aconteceu na Alemanha, já se preparando para a guerra? Pusilanimidade! Acomodação! Raciocinam os covardes: enquanto a coisa não é comigo, que se danem os outros. Faltaram protagonistas! Sim, protagonistas que reagissem, heróica e tenazmente. Talvez o resultado fosse diferente, sem holocausto dos israelitas e tantas atrocidades cometidas. O mal que não se extirpa pela raiz só cresce. Pusilânimes também costumam se identificar com “neutralidade”. Falácia. O embate citado dá-se já de plano, porque não ajudando - e sim atrapalhando - os pusilânimes passam a ser antagonistas! Protagonistas são decididos e decisivos. Pusilânimes são mornos. Perigo maior. Em conclusão, como conversões são sempre possíveis, os pusilânimes que queiram se transformar em protagonistas - mudança muito bem-vinda - abrem caminho à salvação daquela condenação bíblica, escrita pelo apóstolo São João, no derradeiro Livro das Sagradas Escrituras. Luiz Flavio Martins de Andrade Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Defesa da carta Em nome da democracia e o estado de direito, compactuamos com o excelente artigo do colaborador Alcindo Gonçalves, para aqueles que confundem idealismo com ideologia, e daqueles que desconhecem conteúdos tão bem explicados pelo eminente cientista político, contrariando principalmente outro colaborador ou missivistas dessa coluna que estão na condição de fanáticos e acéticos seguidores defensores desse desgoverno, que nunca mostrou a que veio. Respeitamos, sim, o STF e a mídia, que mostra a realidade dos fatos e fakes propagados pelos caborteiros de plantão e do responsável pelas desgraças da pandemia, que transformou o País num verdadeiro pandemônio. Armindo Carvalho Forganes - Santos Campo Grande Assisti a uma ótima reportagem levada ao ar, dia 19, no JT2, da TV Tribuna, sobre a escalada da violência no Bairro Campo Grande e, certamente, na vizinha Vila Belmiro, em Santos. Já era esperado esse aumento da violência nessa localidade. A Polícia Militar desativou a Base Comunitária do Campo Grande, na Avenida Bernardino de Campos,440. Foi prometido aos moradores, inclusive com o testemunho da vereadora Audrey Kleys, de que seria mantida uma Base Móvel, ironicamente, na confluência da Rua Visconde de Cairu e Duque de Caxias, local da matéria jornalística. Mas parece que o governador de São Paulo levou ao pé da letra a disponibilização da Base Móvel, pois, afinal de contas, a base é móvel, estará sempre em movimento, nunca no lugar necessário. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Fotos Gostaria de parabenizar o professor, jornalista e repórter-fotográfico Matheus Tagé pelos excelentes artigos que vêm sendo publicados, mostrando muita sensibilidade e experiência na visão do mundo. Aproveito a oportunidade para saudar todos os repórteres-fotográficos do jornal A Tribuna pelo grande trabalho, trazendo imagens importantes todos os dias. Eduardo Ribeiro Filetti - Santos Boicote Há um grupo de empresários que apoia um golpe se o presidente Lula for o vencedor nas eleições de outubro. Para os que defendem a democracia, como eu, é fácil dar a resposta: basta não comprarmos nem consumirmos nada de seus estabelecimentos. A relação com seus nomes e marcas pode ser encontrada nas redes sociais. Boicotando-os, certamente logo irão se esconder novamente vendo o baixo rendimento do seu faturamento mensal. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente