[[legacy_image_240168]] Motivação Na coluna Dia a Dia de sexta-feira, o deputado federal eleito Alberto Mourão (MDB) disse que "não podemos perpetuar o revanchismo", em referência às palavras do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que disse "não adquirir nem um palito de fósforo" de quem não tem compromisso com a democracia. Informo ao deputado que o "revanchismo" só vai durar enquanto permanecer a falta de compromisso com a democracia. Quando findar a falta de compromisso, tudo voltará ao normal, até porque, cessadas as causas, cessam-se os efeitos. Pedro dos Santos Neto - Santos Sugestão Tendo em vista o grande alcance jornalístico deste jornal junto aos políticos, gostaria de dar uma sugestão pensando na possibilidade do AliExpress ou outras empresas do exterior e o Governo Federal fazerem um acordo no sentido de se poder realizar compras governamentais. Talvez um acordo que beneficie ambos, com a possibilidade de, para poder vender para a administração pública no Brasil, as empresas assumirem o compromisso de terem centros de distribuição no Brasil e uma garantia maior para os produtos vendidos. Seria uma forma de pequenas prefeituras, que possuem pouco poder de compra, terem acesso à alta tecnologia por 25% dos preços praticados no Brasil. Franz Josef Hildinger - Praia Grande Liberdade de expressão Como cidadão que preza a democracia e a justiça, fiquei extremamente decepcionado com a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de suspender as contas nas redes sociais do juiz Luiz Carlos Valois. Há muitos anos acompanho suas postagens esclarecedoras sobre o sistema prisional brasileiro, suas críticas sobre a guerra às drogas, entre outros assuntos pertinentes a todos os cidadãos. Espero que nosso valoroso ministro da Justiça, Flávio Dino, se posicione sobre esse ato indecoroso em plena reforma democrática. Urge todas as instituições respeitarem a Constituição e a garantia que todos possuem de liberdade de expressão. Daniel Marques - Virginópolis (MG) Soluções rápidas Odair Hellmann e Falcão pediram tempo para “avaliar o elenco” do Santos durante o Paulistão. De duas, uma: ou eles não conheciam os jogadores como deveriam ou, a pedido do presidente Andres Rueda, adotaram um discurso “politicamente correto”. Nos jogos contra Mirassol e Guarani, o Santos apresentou as mesmas falhas e deficiências do ano passado: uma defesa lenta, um meio de campo sem pegada e criatividade e, pior, uma apatia inexplicável durante os 90 minutos da partida. Com um meio de campo pouco combativo e nada criativo, o Santos sobrecarrega o seu sistema defensivo e não abastece o seu ataque, deixando a equipe vulnerável e exposta. Qualquer semelhança com o ano anterior não é mera coincidência. O clube pode até fracassar na temporada, pelos mais diversos e variados motivos, mas não pode, em hipótese alguma, repetir os mesmos erros. Mirassol e Guarani foram superiores ao Santos quando realizaram uma marcação agressiva na defesa santista. Aliás, um apelo: João Paulo e Bauermann, meus caros, por favor não tentem sair jogando, independente do gramado estar bom ou ruim. O Santos precisa reagir e encontrar soluções o quanto antes. O sinal de alerta está ligado na Vila Belmiro. Guilherme Rodrigues Simões - Santos Sem preconceito Os homens, enquanto não se esclarecem, se deixam empolgar pela ganância e só querem usufruir, avançar, conquistar, enfim, viver egoisticamente. Enquanto assim pensam, não enxergam senão os seus interesses e nada mais querem. Não se preocupam com o bem-estar alheio, não querem saber do progresso do mundo, da paz das nações. Querem o que querem e, para satisfação do seu eu, egoísta e mau, não há razão nem bom senso, que desaparecem perante o seu desejo de serem os senhores do mundo. O mundo evoluirá sim, como vem evoluindo, material e espiritualmente, mas não será com orgulho, prepotência ou escravidão que a humanidade fará mais depressa o seu progresso. Os seres, para saberem o que querem, precisam ser livres de preconceitos, livres para pensar e agir. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania