[[legacy_image_248625]] Avenida Rei Pelé Por intermédio deste espaço democrático, na qualidade de moradora de imóvel situado à Avenida Presidente Wilson, venho apoiar a proposta do poeta Flávio Viegas Amoreira no sentido de alterar o nome da via para Avenida Rei Pelé. Trocaríamos um presidente americano por um rei brasileiro. Léa Marisa Pizarro Fabiano - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Lixo no Macuco A Tribuna tem noticiado o imbróglio que se tornou a licitação para a tal PPP da limpeza urbana em Santos. Enquanto isso, especialmente na Zona Intermediária, é inacreditável a quantidade de esquinas que se tornaram verdadeiros mini lixões. No Macuco, por exemplo, não se caminha mais de 200 metros sem encontrar ponto de descarte de lixo de tudo quanto é tipo, causando riscos à saúde e ao meio ambiente, e degradação urbana. Já se recorreu a este espaço, à Ouvidoria, ao Ministério Público, todavia o problema persiste. Falta conscientização, mas faltam campanhas, metodologias mais eficientes de limpeza e, principalmente, fiscalização para coibir os infratores que ganham dinheiro recolhendo entulhos particulares e depositam tudo nas vias públicas. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Círculo vicioso Li em A Tribuna que dois deputados federais articulam suas candidaturas para o cargo de prefeito de Santos em 2024. Na minha modesta opinião, é um desrespeito aos seus eleitores. Explico. Quando se vota em um candidato ao cargo de deputado, seja estadual ou federal, a expectativa do eleitor gira em torno daquilo que aquele candidato pode oferecer nas respectivas casas legislativas. Quais projetos para o País, ou Estado, os deputados podem demandar? Mas basta a possibilidade de uma eleição para prefeito, apenas dois anos de mandato de deputado, para frustrar toda essa expectativa. É legal? Sim, mas poderia ser diferente, pois, assim sendo, acaba-se criando um círculo vicioso eleitoral sem fim. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Etarismo Antes da minha opinião, duas considerações: 1) OMS define idoso como alguém com 60 anos ou mais; 2) a notícia que vou comentar é triste. Na edição de 13 de fevereiro, o título destaca “Idosa é encontrada morta em piscina”. A matéria traz uma foto da vítima. No texto, a palavra idosa aparece mais duas vezes. O que me chamou atenção nessa leitura? Em primeiro lugar, o uso da palavra idosa para se referir à vítima. O redator poderia ter usado a palavra mulher, sem nenhum prejuízo ao conteúdo e até à dramaticidade da notícia. Segundo: a foto da falecida mostra um rosto feminino com uma aparência indefinida em relação à sua idade. É claro que, atualmente, muitos idosos, de todas as idades, têm uma aparência mais jovial. Claro que minha crítica pode ser lida como uma visão pessoal estereotipada da aparência de uma pessoa mais velha. Meu objetivo, aqui, é destacar que, no fato noticiado, o uso da palavra idosa (poderia ser homossexual, negro, gordo ou magro) não traz mais relevância a um fato tão lamentável. Penso que um jornal impresso precisa ser mais cuidadoso na redação de seus textos, não só quanto ao conteúdo, mas ao formato da notícia. Renato Rios - Santos Nota da Redação Caro leitor, cabem aqui algumas ponderações. A primeira delas é que o uso da palavra ‘idosa’ para fazer referência à vítima nada tem de etarismo, preconceito ou discriminação. A matéria teria usado ‘adolescente’, ‘jovem’ ou ‘criança’ se esse fosse o caso. A vítima tinha 62 anos, portanto, era idosa por definição. A riqueza da Língua Portuguesa nos permite usar as palavras para definir situações, pessoas e momentos variados. Evitar este ou aquele termo pressupõe intuir que será preconceituoso ou inadequado, quando o preconceito, nesse caso, reside tão somente na percepção de quem lê. Sobre a foto utilizada, mostra uma mulher de boa aparência, sim, em nada conflitando com a idade. Como o senhor diz, “muitos idosos têm uma aparência jovial”. A Tribuna está em permanente estado de atenção e cuidado com o uso correto das palavras e expressões. Em sintonia com a sociedade e com a transformação do mundo, entende que já não cabem mais usos de termos que denotam preconceito de gênero, cor, sexo, raça, etnia. As palavras ‘idoso’, ‘idosa’ não se encaixam em nada nesse grupo. Pelo contrário, estão cada vez mais envolvas em qualidade de vida, saúde e bem-estar.