[[legacy_image_208661]] Legal e moral São tantas as manobras políticas que nos deixam assombrados e revoltados, mas quase sempre elas repousam em leis e aí passam a ser “legais”, embora na maioria das vezes não se revistam de moralidade. É o que acontece com a chuva de cargos criados dentro da esfera pública ou periférica para atender parentes, compadres, apoiadores e correligionários ou para que as contribuições compulsórias engordem os cofres das agremiações políticas a que pertençam esses apaniguados. É o que acontece também quando crescem como massa fermentada os percentuais de “correção” nos salários, nos adendos, nas verbas e nos penduricalhos daqueles que têm o poder de legislar para os seus próprios interesses. Somente exercendo o direito do voto consciente é possível tentar melhorar o quadro ou minimizar os danos aos cofres públicos e o rombo nos bolsos dos contribuintes. Sim, em razão da idade nós não somos mais obrigados a votar, mas aí perdemos também o direito moral de reclamar. Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Pólio A poliomielite, também conhecida como pólio ou paralisia infantil, é uma doença causada por um vírus e que pode levar à paralisia por toda a vida, geralmente das pernas. Ela também pode matar, paralisando os músculos respiratórios. A pólio se manifesta, principalmente, em crianças com menos de 5 anos de idade. O último caso no Brasil foi em 1989. Ela não tem tratamento, mas pode ser facilmente prevenida por vacinas, que são seguras, eficazes e distribuídas gratuitamente pelo SUS para crianças de 2, 4 e 6 meses (vacina injetável), com reforços aos 15 meses e 4 anos de idade (gotinhas). Nos últimos anos, a porcentagem de crianças vacinadas vem caindo e o risco da doença voltar ao país e se espalhar é muito alto. Pais, mães e responsáveis, não deixem de levar as crianças a um posto de vacinação e protegê-las. Não podemos permitir que esse mal volte ao nosso país! Leonardo Weissmann – Santos Bolsonaro na Inglaterra Alguns críticos contumazes do governo já estão se tornando ridículos em seus argumentos com pés de barro. Um chefe de Estado vai a Londres cumprir agenda de pêsames a uma nação amiga e eles dizendo que este “deveria chorar as vítimas da covid”. Ora, todos choramos por amigos e familiares levados por essa doença, mas por isso ele não deve cumprir seu dever em representar-nos no funeral? Assim fosse, os Estados Unidos não deveriam lá estar pelas vítimas das guerras da Coreia, Vietnã, Afeganistão, os turcos pelo massacre dos armênios, e assim vamos. A vontade desses néscios é politizar (e demonizar) uma visita de estado obrigatória que foi feita. Deixem de ser pequenos, ignorantes e anárquicos e saibam dividir seus interesses mesquinhos com os deveres de Estado. Só falta criticar o discurso obrigatório do Brasil na abertura da Assembleia da ONU. Esperem. Evandro Duarte - Santos Guardas municipais A despeito das vantagens enumeradas por alguns, o exato papel das guardas municipais tem que ser muito bem definido, até porque elas não possuem preparo suficiente para sair por aí parando veículos ou fiscalizando pessoas, agindo com truculência para impedir quem queria estar ao ar livre na pandemia, fazendo segurança particular armada, em horas de folga, dando dura até em desembargador. Agora, elas têm de fato muito o que fazer, dentro e nas cercanias das escolas públicas, em recambiar mendigos para suas origens, nos hospitais e cemitérios preventivamente, porém, jamais, agindo como guarda pretoriana de prefeitos déspotas. Luiz Alberto dos Reis - Santos Árvores Notamos que se esqueceram da lição do engenheiro Saturnino de Brito, quando mandou plantar árvores ao longo dos canais. A Av. Washington Luís (Canal 3) é um exemplo. Ali estão frondosos jambolões e os passeios intactos. Ele ordenou que os jambolões fossem plantados dentro de manilhas para que as raízes não aflorassem com muita facilidade. Assim como instalou vários peixes para que comessem as larvas dos mosquitos. Coisas simples, mas eficientes. Embora a nossa Cidade seja uma das menos arborizadas em nossa região, já que as construtoras não fizeram a reposição que deveriam fazer, tanto é que algumas fizeram a compensação ambiental em outras cidades, isso não pode mais acontecer. É necessário plantar muitas mais árvores em nossa cidade inclemente no calor. Fernando Martins Braga - Santos