[[legacy_image_193082]] Violência no futebol O futebol é considerado por muitos a grande paixão popular. É fácil perceber o amor que os torcedores têm pelo seu clube. Infelizmente, perde-se a conta das vezes em que a violência ofuscou o futebol. Um paradoxo, pois o torcedor apaixonado por futebol está incomodado com episódios de violência cada dia mais presentes nos estádios. Tais cenas têm gerado revolta entre dirigentes e atletas. Pisoteamento, arrastão, empurra-empurra, vandalismo, agressões e, mais recente, a invasão de campo de um indivíduo, travestido de torcedor, para agredir um profissional no exercício de sua atividade. Futebol, deixe-se claro, não é terra de ninguém. Ao contrário. É um espaço com regras bem delineadas, de respeito e comportamento. Então, por que as cenas que vemos em tantos estádios, covardemente transformados em "coliseus"? A violência no futebol tem sido recorrente nos gramados brasileiros. É indiscutível o dano à imagem do esporte. Inúmeras leis já foram sancionadas, mas nenhuma mitigou os conflitos entre torcedores. Como impedir as brigas nos estádios? Até o momento, as autoridades ainda não apresentaram uma solução irrefutável. Proibir torcidas adversárias em clássicos; aumentar a segurança fora e dentro dos estádios; criar novas leis e punir com perda de pontos e aumentar o valor da multa para os clubes dos torcedores envolvidos: nenhuma dessas ações trouxe resultado desejado. Talvez, as agressões sejam reflexo de como a violência social que assola o Brasil se embrenha pelo esporte mais democrático do país. Álvaro Minas Ferreira Soares - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Recordar é viver Parabéns ao jornalista Eduardo Silva pela histórica reportagem intitulada “Os Tesouros de um grande artilheiro, Cláudio Christovam de Pinho”. Acompanhei de perto sua brilhante carreira no Santos, depois no Corinthians, Palmeiras e São Paulo, além de assistir algumas de suas partidas de tamboreú, nas praias santistas. Joguei muitos anos na várzea santista, nunca tive o privilégio de jogar com o “gerente”, mas joguei contra e a favor de diversos craques, alguns ainda jogando profissionalmente e a maioria com a carreira profissional encerrada, retornando a Várzea de Santos. Todos eram unânimes em afirmar que Cláudio, além de sua técnica apurada, era o verdadeiro “dono” do time dentro do campo de jogo, orientando e exigindo de seus companheiros o máximo empenho. Foi um dos injustiçados do treinador Flávio Costa na seleção de 1950, que preferiu convocar para sua vaga Alfredo, que era lateral. Orlando Machado - Santos Lixo nas ruas Parte da população de Santos não observa os princípios básicos de higiene. Todo final de semana, nos deparamos com um monte de lixo deposto em pequena ilha na confluência da Avenida Pinheiro Machado com a Rua Antonio Bento de Amorim. O local é passagem obrigatória de turistas que se destinam às praias e denota a pouca preocupação de quem produz esses detritos para com a higiene do local. Esses detritos deveriam ser armazenados e colocados dentro dos estabelecimentos até o momento do caminhão coletor, mas isso não acontece e fica a pergunta: onde estão os fiscais da Prefeitura? Será que nunca passaram por ali para verificar ‘in loco’ tal descarte, levando-se em consideração que moradores de rua desfazem caixas e revolvem garrafas à procura de restos e após, chegam a atirá-los para dentro do canal? Jonas Laurenny - Santos Voto O voto digitado na urna é auditável, dispensando a necessidade de se imprimir, o que seria a repetição da operação. Bolsonaro se apegou nesse argumento para criar dúvidas e complicar nas próximas eleições e dizer que precisa ser assim, coisa que não dá nem tempo de fazer para estas eleições. As provas de fraudes que diz ele nunca as apresentou. São tantas mentiras lançadas por ele, colocando em dúvida a opinião dos eleitores, que não sabemos como será. As autoridades têm que se posicionar porque, se deixarem, ele tentará se manter no poder, acabando de vez com a democracia. Acredito, sim, que urna eletrônica é passível de fraude, fosse diferente, países de primeiro mundo as usariam, mas não ali na urna e, sim, no computador central, na hora da contagem. Cesar Maluf - Santos