[[legacy_image_204056]] Uns e outros Um mês é o que falta para a eleição presidencial e fica muito claro que o futuro se sustenta de forma precária no que poderão decidir esses dois grupamentos de eleitores, que eu chamaria de desesperados e desmemoriados. O primeiro deles quer a todo custo que o País saia do atoleiro moral em que o jogaram e não aceita vê-lo submergir ainda mais e definitivamente nesse fétido lodaçal. O segundo grupo suscita tantas e tão tenebrosas possibilidades, nascidas de uma longa análise criteriosa, que eu prefiro classificá-los como “os desmemoriados”, pois se não for a desmemória a única razão da sustentação do descalabro moral e estrutural dos últimos anos e em todos os níveis da estrutura estatal republicana, que tudo o que eu vi, tudo o que eu aprendi e tudo o que eu vivi nesses quase 76 anos nesta trajetória no mundo da matéria terá perdido todo o sentido.Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Imobiliária Nascia em 1990 um jovem político que, anos mais tarde, descobriu-se um excepcional coach familiar. Quis o destino que esse jovem astuto, após dois casamentos desfeitos, só no amor, mas não nos negócios, tivesse quatro filhos, igualmente astutos. Pai exemplar, ensinou, não só aos filhos, como a toda família, os caminhos da compra e venda de imóveis em dinheiro vivo. Hoje, tem a nobre família 107 imóveis, com os mais diversos proprietários, mas todos da holding familiar. Dirão alguns: ‘mas nossa, são 32 anos de “negócios”!’ Vê-se que a holding familiar tem consistência, tem base bem estruturada, pois é para pouquíssimos a compra de, em média, quatro imóveis por ano. Sabe-se, também, que a holding familiar movimentou R\$ 26 milhões em dinheiro “vivinho”, para a compra ou para pagar parte da compra dos imóveis. Não esperem lançamento de algum livro de autoajuda do coach, pois os negócios só interessam à família. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Túnel do VLT Sobre a reportagem de A Tribuna do dia 17 de agosto referente à construção de uma barreira de concreto no túnel do VLT, conforme o texto, a medida vai dificultar a passagem da população. Mas um dos maiores problemas é social e envolve as duas prefeituras, Santos e São Vicente. Se notarem, encontraremos usuários dos dois lados. Com o fechamento do túnel para pedestres, o que irá acontecer com essas pessoas? Para onde irão? Será que não vai acontecer igual ao que ocorreu na cidade de São Paulo? Só transferiram o problema para outro local. Vi comentários dos munícipes na reportagem, assustados com as consequências que poderão acontecer. As secretarias mencionadas na reportagem incluem a Sesesp e EMTU, a primeira pelo projeto e a segunda para dar condições para realizar da obra. Pergunto: fizeram um planejamento social? Essa obra irá mesmo impedir a passagem de pedestres? Lembrando que o túnel é usado também como um atalho de um município para outro. Pietro Coccaro - Santos Debate Muito lúcida e esclarecedora a opinião do sr. Júnios Paes Leme, sob o título Debate (1), que além de mostrar a realidade dos fatos também fala sobre a participação e influência do STF em todo o processo. Infelizmente, isso não é divulgado de uma forma isenta e real para toda a população que continua sendo, em parte, iludida. Parabéns! Luiz Antonio Gonzalez - Santos Camp Cubatão Nesta quinta (1º), o Camp-Cubatão completou 51 anos de entidade/empresa. Na minha gestão, trabalhamos incansavelmente para contribuir com o processo formativo reflexivo e crítico na formação de um bom cidadão; por isso podemos afirmar com convicção que a dedicação em se oferecer um serviço de qualidade manifesta-se nas coisas mais simples que nos propomos a fazer, e que o que nos move a cada dia é a vontade, o desejo e o sonho de oferecer sempre o que há de melhor para cada aprendiz/família e a todos colaboradores. Meu muito obrigado a todos. Luiz Carlos Mendonça Correia - Presidente Vitalício