[[legacy_image_247873]] Política Tenho o prazer de escrever para essa coluna, pois ela propicia aos munícipes oportunidade de apontar problemas e soluções, contribuindo para a melhoria desta cidade. Também temos colunistas destilando ódio, ratificando a dificuldade de conviver com pessoas que pensam diferente. Enfim, um radicalismo exagerado. Como diria Raul Seixas, “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”. Não tenho a percepção do grande cientista social Alcindo Gonçalves, mas, entre os problemas da atualidade, existe uma desigualdade histórica e uma geração de um individualismo exacerbado, com pouca conversa e muita digitalização. Nesse contexto, trago uma parábola da antropóloga santista Mirian Goldenberg: “Eu adoro uma parábola indígena do avô conversando com o neto. O avô conta que dentro de cada um de nós existem dois lobos, um do bem e um do mal. E que estes dois lobos estão constantemente brigando. O neto pergunta: ‘E qual dos dois vence?’. O avô responde: ‘Aquele que você alimenta’”. Parabéns ao Jornal A Tribuna por proporcionar este valoroso espaço. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Avenida Rei Pelé A cidade de Santos tem uma gratidão ao Rei Pelé por ter seu nome mundialmente citado, ligado a um fenômeno no futebol. Um craque reconhecido e amado em todas as classes sociais nos quatro cantos do mundo. Como morador da Avenida Presidente Wilson, voto pela feliz ideia do escritor-poeta Flávio Viegas Amoreira de trocar o nome dessa via pelo do maior craque da história do futebol. Vai fazer bem para a alma dos santistas e receber melhor os turistas. José Antônio M. Almeida (Jama) - Santos Pelé, olhai por nós Pelé, tenho até vergonha em te pedir ajuda, ainda mais sabendo que você tá aí, descansando, resenhando com os amigos, mas mesmo assim vou pedir. Chama o Zito, o Coutinho, o Dalmo, toda essa galera que está aí em cima e ajuda o Peixe. Aparece em sonhos para os atacantes, mostra como se faz, pede para o Zito dar umas belas “broncas” nos jogadores. Rei, não tá fácil. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Mulheres Li atentamente as missivas de “Mulheres 1 e 2” de ontem. Devo dizer que essa lei de nada tem de efeito prático contra a violência e assédio contra as mulheres. O ideal seria a criação de uma lei que fizesse o elemento pensar duas vezes antes de agir, como por exemplo, comprovado o ato criminoso, pegar 5 anos de cadeia, sem benefícios e permanecendo em isolamento durante o tempo da pena. Essa lei não existe (não sei porque os congressistas, homens e principalmente mulheres, não as criam). Sendo assim, segue a “liberdade” desse tipo de crime, graças aos políticos que insistem em tampar o sol com a peneira. Resumo: os comerciantes pagam impostos para bancar os salários e benefícios dos políticos e em troca os políticos dão trabalho e responsabilidade (não remunerado) para os comerciantes. Pedro dos Santos Neto - Santos Povo originário Temos muito que aprender com esses povos e com sua sabedoria. Infelizmente, o avanço da tecnologia vai atropelando na agricultura velhas práticas onde o lucro é a principal meta. Pois vejamos os maias que ainda restam na Guatemala, expulsos do México pelos aztecas. Preservam até hoje velhas sementes de milho (maiz) para eles e nós, primordial na nossa subsistência. Pois desse milho originário ainda restam algumas sementes na Noruega no chamado cofre do apocalipse. A variedade desse milho originário é enorme, branco, amarelo, vermelho e até preto, os seus grãos são formados de vários formatos e tamanhos. Infelizmente, os índios guatemaltecos têm medo da polinização das grandes plantações com sementes transgênicas que não se reproduzem como as originais. As sementes transgênicas hoje são fornecidas pela Monsanto e outras firmas. Eles temem que a polinização modifique as suas plantações originárias. Assim, eles podem semear as suas sementes que lhes fornecem a sua alimentação e a seus animais. Já que a Monsanto americana foi comprada pela Bayer alemã, que fornece os vários defensivos agrícolas para combater as pragas, que sempre atacam, quando se planta em grandes áreas o mesmo cereal. Os insetos que ali habitam também são mortos, em especial as abelhas tão necessárias para polinização das plantas. Fernando Martins Braga - Santos