[[legacy_image_253775]] Escravidão de hoje O assunto comentado atualmente é sobre o trabalho escravo nas vinícolas da Região Sul. É bom lembrar que muitos dos escravagistas atuais são descendentes de italianos e de outros países europeus e que aqui chegaram no século passado fugidos da Europa, por motivos de guerras e outros, e que na sua maioria eram analfabetos ou semi. Esses atuais escravagistas esquecem a sua origem talvez por conveniência ou simples estupidez mesmo. Não dá para entender porque agem dessa forma em pleno século 21. Viajam para a Europa com certeza e voltam várias vezes pelo encanto que aqueles países oferecem, mas ao retornarem para cá jogam na lata do lixo as histórias de seus ancestrais e a certeza é que não aprenderam nada, são pessoas más e que só pensam em tirar vantagens sobre os menos favorecidos. Esses escravocratas têm que pagar bem caro pelas injustiças cometidas. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Meu vício Desde 1995, quando me tornei assinante, A Tribuna virou o meu “vício de todas as manhãs". Nos últimos tempos, tenho me sentido muito orgulhoso de escrever para essa Coluna do Leitor. Ao transmitir as minhas opiniões, mostro que este jornal tem me despertado para o que vem acontecendo no meu Brasil e pelo mundo. Às vezes eu acho que tenho sido áspero no que escrevo em minhas opiniões, por ver a maioria dos políticos fazendo o que quer, com o povo que os elegeu, e ainda serem considerados heróis. Porém, ao escrever sobre o ex-governador de São Paulo e ex-presidente da República Jânio da Silva Quadros, o Vassourinha, que conheci pessoalmente quando morei em Brasília no ano de 1961, tive a minha carta respondida pelo sr. Pedro dos Santos Neto. Gostaria de agradecer-lhe dizendo que o que escrevi também faz sentido nesta politicagem dos tempos de hoje. Muito obrigado, sr. Pedro. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho TCU As recentes nomeações das mulheres de diversos políticos influentes como juizes de Tribunais de Contas estaduais mostram como a falta de vergonha impera e estes políticos não têm o mínimo respeito pelo povo brasileiro. Eles já sabem que depois do impacto inicial o assunto é esquecido e tudo “volta ao normal”, Não existe ninguém que tome iniciativa para impedir coisas deste tipo? Nós, o povo, estamos totalmente indefesos contra estes canalhas imorais? Nicola Granato - Santos Passarela Sabendo que a Muralha da China, as Pirâmides do Egito e outras obras milenares ainda se encontram em pé, não sei vocês, mas eu teria vergonha de ter participado da construção da passarela que dá acesso às barcas para Vicente de Carvalho. Com praticamente dois meses passados da sua inauguração, ela já apresentou diversos problemas. Que tipo de profissionais as faculdades de administração pública e engenharia estão produzindo? A nossa sorte é que esse pessoal não trabalha na produção de aviões, caso contrário, seria uma catástrofe por dia. Ou por hora. Vai saber! Pedro dos Santos Neto - Santos Prefeitura responde Em atenção ao leitor Cesar Tavares da Cunha, a Ouvidoria, Transparência e Controle (OTC) de Santos esclarece que a reclamação citada nesta coluna consta nos registros da OTC, no dia 13 de março. A Prefeitura Regional da Zona da Orla e Intermediária fará a vistoria do local solicitado ainda nesta semana para programar a execução do serviço. O munícipe será informado pelo e-mail cadastrado na Ouvidoria. Diretoria de Comunicação da Prefeitua de Santos Vivo Tenho uma linha de telefone fixo há mais de 45 anos e resido no Gonzaga, ao lado do Shopping Balneário. Após funcionários da Vivo mexerem na rede telefônica da área, minha linha nunca mais teve sinal e isso já faz 75 dias. Após diversas reclamações, acúmulo de protocolos e visitas de técnicos marcadas pela operadora e não executadas, recebi a informação de que, por ser uma rede antiga, a religação deverá ocorrer no irresponsável prazo de 180 dias, mas tenho a opção de pedir nova linha com internet, já que o serviço só de linha telefônica não está mais disponível pela operadora. Pergunto para a Vivo se é assim que se faz: quer, quer, não quer, que se dane. Sérgio da Rocha Soares Filho - Santos