[[legacy_image_230036]] Bagunça no Marapé Há tempos escrevi, sem que houvesse qualquer intervenção das autoridades competentes, sobre barzinhos escondidos sob a alcunha de adega, lava rápido ou qualquer outro nome na Avenida Pinheiro Machado, no trecho após a Rua Antônio Bento de Amorim, sentido Centro-Praia, lado direito, próximo ao conhecido Curvão, cujo funcionamento vai até 3 ou 4 horas, frequentado por jovens de tenra idade, alguns até parecendo de menor idade. Eles consomem bebidas e, após, saem em grupos, fazendo algazarra pelas proximidades, muitas vezes com brigas, perturbando o sossego de quem por perto habita, deixando garrafas, copos e afins na beirada do canal, local que é uma ciclovia, colocando em risco a vida dos que por ali transitam. Por outro lado, é notório o lixo deixado por tais estabelecimentos na esquina da Antonio Bento de Amorim, que lá permanece até a segunda-feira, sendo alvo de catadores em busca de restos de bebidas etc. Em breve, a continuar esse estado de bagunça, a situação sairá fora do controle das autoridades e quem arcará com as consequências é a população local, que paga altos impostos e não vê retorno por parte de quem de direito. Benton Marryone - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Clube do Choro “Poetas, seresteiros, namorados, correi! É chegada a hora de escrever e cantar, talvez as derradeiras noites de luar”. Felizmente, nosso poeta Flávio Viegas Amoreira, em sua crônica Chorinho ao Luar, com muita erudição e conhecimento, aponta, tal qual uma lança, um novo horizonte destinado à Rua XV, ou seja, arte, cultura, lazer, culinária, sempre contando com o apoio da Prefeitura. O Clube do Choro foi fundado pensando em preservar as tradições e a história musical de uma cidade, resgatando grandes instrumentistas, como Zinomar Pereira, Walter Caetano, Luizinho 7 Cordas, Jorge Maciel, Maurici Moura, Nelsinho e Monteiro, do bandolim, e dando oportunidade a jovens talentos da Escola de Choro e Cidadania Luizinho 7 Cordas. Enfim, um trabalho profícuo, alimentando o sonho de um poeta articulado com seu tempo. Parabéns aos músicos da cidade, a todos que os prestigiam e ao jornal A Tribuna, que sempre apoiou nosso trabalho. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Mercado Na opinião do leitor, o sr. Mercado deveria se preocupar com as contas da saúde, educação e assistência social, tarefas essas de responsabilidade total da governança, e se preocupar menos com os seus lucros. Talvez o leitor não saiba que o sr. Mercado é simplesmente o intermediário entre o governo, que necessita de recursos, e o emprestador, que é o poupador, pessoa física e jurídica. Como forma de proteção a estes, o sr. Mercado quer saber se o governo terá condições de remunerar/pagar o valor que lhe foi emprestado e daí todas as precauções sobre como andam as finanças governamentais. Nada a mais que qualquer emprestador queira saber do tomador de seu dinheiro. E no presente momento, o governo está, sim, querendo mais dinheiro que ele pode honrar e, portanto, o sr. Mercado tem todo o direito de saber como essa diferença será coberta, o que não está acontecendo. E a gastança que vem por aí, somente vai colocar mais lenha na fogueira que já atinge altura preocupante. Como citado pelos sócios da Data Center, em 2003, a dívida da União era de R\$ 1,2 trilhão e quando a era PT se encerrou, em 2016, a dívida totalizava R\$ 4,9 trilhões – seis vezes mais que a capacidade de arrecadação. E para cobrir tal desmando, o governo paga juros ao invés de prestar serviços à sociedade. Assim sendo, vamos deixar de lado o populismo irresponsável, e encarar a realidade de que se há um culpado pelos desmandos citados pelo leitor, é o governo e não aquele que põe a sua poupança em risco ao emprestar a um pagador cambaleante. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Adelino Rodrigues Conheci Adelino Rodrigues no início dos anos 90 e desde aquela época até os dias atuais, convivi com ele não só nos honrosos e sucessivos mandatos de vereador, como no Jabaquara Esporte Clube, em várias entidades beneficentes que participava, especialmente no Inverno Quente e, também, no PSB santista, onde atualmente fomos companheiros. Nestes variados segmentos, sempre o via como um ser humano digno, ético, determinado e com atitudes exemplares. Era um amigo leal e um ser humano que sempre preservou os valores familiares como base de uma sociedade mais justa e solidária. Adelino, foi um privilégio de poucos poder conviver com você. Tenho certeza que a natureza irá presentear com uma estrela especial em nosso céu. Elias Carneiro Jr. - Santos