[[legacy_image_238656]] MuseusInadmissível dois importantes museus de Santos, o do Porto e o de Pesca, de temáticas bem peculiares e potencial turístico, histórico e cultural ímpar, estarem de portas fechadas em plena temporada. O Museu de Pesca, de gestão estadual, deve ser reaberto em março, depois de passar por obras de manutenção, conforme noticiou A Tribuna. Cobremos. O do Porto, de gestão da União, segue por ora sem previsão. Iniciamos um novo ciclo, em que o Governo Federal volta a valorizar a cultura e o patrimônio artístico nacional. Por isso, Prefeitura e demais atores locais precisam com urgência se articular para que obtenham com Ministério da Cultura, Iphan, BNDES e outras instituições todos os instrumentos, projetos e apoios a fim de que esse descalabro não só não se repita, como ampliemos a preservação de nossa memória com novos equipamentos. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! LutoA Tribuna noticiou na quinta-feira o passamento de Champolion Dib Daud, que conheci há mais de 40 anos quando fui comprar tecidos na loja Bandeirantes de Tecidos. Ele nunca havia me visto, mas lembro que, após escolher o que eu queria, Champolion me ofereceu um corte de tecido muito bonito e disse para eu levá-lo para a confecção de um blazer. Eu agradeci, mas disse que não estava interessado. Ele me perguntou por qual motivo eu recusava o tecido, realmente muito bonito, e agradeci mais uma vez. Passamos, então, a discutir a recusa até que, para finalizar a discussão, disse-lhe que não encontraria ninguém para fazer o tal blazer. Champolion não se deu por vencido e fuzilou: o senhor vai levar esse tecido sem pagar e eu vou lhe indicar um bom alfaiate. Se o senhor não gostar do blazer, não precisa voltar aqui para pagar. Ele me indicou o alfaiate Francesco Di Santo e eu saí da loja com o tecido e sem apresentar minha carteira de identidade, sem assinar nenhum documento, nada. Diante dessa situação, que me deixou sem fala, eu disse que pagaria, o que foi energicamente recusado por Champolion. Levei imediatamente o corte ao sr. Francesco, que me fez um blazer perfeito e muitos ternos e calças durante bastante tempo. O primeiro a ver o blazer foi Champolion, a quem eu disse, depois de pagá-lo, que ele era um péssimo comerciante. Rimos muito e fomos tomar um café. Vá com Deus, sr. Champolion. Foi um privilégio tê-lo conhecido. Silvio de Barros Pinheiro - Santos PazÉ impensável que alguém de mente saudável possa encontrar argumentos que justiquem a barbárie de domingo, em Brasília, que teve como alvo a democracia. Penso que todos nós repensemos a História a partir de tudo que foi vivenciado e enfrentado ao longo dos tempos. Mesmo divergindo em alguns assuntos, com sensibilidade, humildade e respeito às diferenças, conseguimos garantir direitos fundamentais da nossa Constituição. Temos a esperança de construir uma sociedade mais humana, justa e democrática para a obtenção da paz no Brasil e no resto do mundo. Ghislaine de Oliveira - Santos Cheque em branco?O cartão corporativo não deveria ser um cheque em branco, pois caso caia nas mãos de alguém que não tem ética, um vigarista, é certo que o dinheiro público será utilizado de forma imoral. Franz Josef Hildinger - Praia Grande Sem soluçãoEm setembro de 2019, abri uma ocorrência na Ouvidoria da Prefeitura de Santos sobre o desgaste na pintura de solo localizada no estacionamento atrás da Igreja do Embaré. Solciitei que, nas esquinas, fossem colocadas as chamadas tartarugas para obstruir a indevida e rotineira parada de veículos. A CET respondeu que o serviço e estava programado para o primeiro semestre de 2022. Até hoje, porém, ele não foi realizado e uma justificativa me foi passada: “as chuvas impossibilitaram a realização do serviço”. Curiosamente, nesse mesmo período, o local onde está instalada a estátua de Santo Antonio foi pintado e repintado. Pelo visto, a parte dos fundos da igreja é o local com maior índice pluviométrico de Santos e precisa ser estudado pelos climatologistas. Renato Vasconcelos - Santos 6023: o ano da luzO ano da luz significa o ano da criação do mundo (aproximadamente 4.000 anos antes da era comum), como se pode ler no terceiro verso do Gênesis, na versão da Bíblia do rei Jaime, bem como no Torá: "E Deus disse, que haja luz e fez-se luz". As Lojas Maçônicas Simbólicas de vários ritos na América e na Europa usam a expressão anno lucis (ano da luz). O anno lucis pode ser achado adicionando 4.000 anos até a presente data: 4.000 + 2.023 = 6.023. A datação maçônica é obtida de acordo com o seguinte exemplo: 1º de março de 2023 é igual ao 1º dia do 1º mês de 6023. Os meses são nomeados segundo o nome do calendário hebraico. Feliz 6023! João Horácio Caramez - Santos