[[legacy_image_238164]] Porto de Santos Como divergir é próprio da democracia, peço licença ao meu diretor de outrora, Frederico Bussinger, para pontuar minhas discordâncias sobre a primorosa coluna “Porto de Santos: desestatização x gestão tripartite”, publicada por A Tribuna na terça-feira. Inicialmente, a gestão tripartite já é aplicada, talvez não nos moldes idealizados por Bussinger, mas devemos levar em conta que há o Conselho de Administração (Consad). Concordo que há, na sua composição, mais membros do governo do que a iniciativa privada gostaria. Talvez, aqui, pudéssemos reorganizar o Consad com a entrada de representantes dos governos Estadual e Municipal, além de outros atores ligados ao Porto e à Região Metropolitana da Baixada Santista, formulando as diretrizes para a gestão do Porto de Santos. Quanto ao caixa de R\$ 1,5 bilhão, há divergências para mais e nasce aí, na minha opinião, a chantagem “ou desestatiza ou não construímos o túnel ou a ponte”. Todos sabemos que o vencedor de uma concessão da gestão do Porto não construiria sozinho o túnel ou a ponte. Por reiteradas vezes, colunas de jornais e entrevistas com as pessoas públicas ligadas ao Porto e à região ressaltam a movimentação em toneladas que se pode alcançar, mas omitem os lucros da Autoridade Portuária com essa movimentação. O Porto de Santos opera 100% com a iniciativa privada, esse era o mais vistoso gargalo que, ao longo dos anos, foi superado. No fim, fica a constatação: querem o Estado pequeno, mas quando a maré bate nas costas, correm para pedir socorro ao Estado. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Democracia e respeito Importantes as reportagens e editoriais de A Tribuna sobre os atos de vandalismo em Brasília, de modo que a ordem democrática seja respeitada sem badernas e destruições do patrimônio público, que no final só irão gerar mais despesas desnecessárias a todos. Também o direito constitucional de ir e vir tem que ser obedecido sem interrupções em rodovias, o que traz prejuízos à comunidade e ao transporte de carga e de pessoas. As medidas administrativas e as forças policiais têm que impedir que continuem a ocorrer estes atos contrários à democracia, uma vez que a liberdade impõe também a responsabilidade e os grupos infiltrados que promovem atos de vandalismo e destruição devem ser identificados, com aplicação dos termos da lei em vigor para que a paz e a ordem pública prevaleçam. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Memória seletiva É incrível quando leio as mensagens de intolerância a “golpistas” de direita sobre o que ocorreu em Brasília! Onde estavam essas pessoas tão atenciosas quando o MST invadiu a Câmara Federal e quebrou tudo? Ou quando os “democráticos manifestantes”, chamados de black blocks, destruíram o prédio da Fiesp? Ou quando invadiram a residência da ministra Carmem Lúcia e jogaram tinta vermelha no saguão do prédio? Além dos incontáveis quebra-quebras que a esquerda tanto fez e pelo visto sabia o que iria acontecer... Teremos investigação justa? Duvido! Que aqueles que agiram fora da lei que sejam punidos, mas de ambos os lados, pois a memória seletiva e a hipocrisia estão em alta. André Durante - Santos Pergunta Depois dos acontecimentos vergonhosos do domingo e da fuga do ex-desgovernante, que se interna com dores abdominais quando sua situação se complica, onde estão os defensores do lema “Deus, Pátria e família”? Renato Rios - Santos Vandalismo Na coluna Dia a Dia de terça-feira, a deputada federal Rosana Valle (PL) diz que “manifestações pacíficas fazem parte da democracia, mas não podemos ver brasileiros contra brasileiros nem depredação do patrimônio público”. Contudo, anos atrás, ela votou contra trabalhadores e aposentados, em demonstração de verdadeira “depredação do patrimônio público” quanto aos direitos dessas duas categorias. Mas, é bom dizer, sou absolutamente contra a selvageria ocorrida em Brasília. Pedro dos Santos Neto - Santos Roberto Dinamite O futebol brasileiro perdeu, em menos de um mês, outra grandiosa referência. Morreu no último domingo Roberto Dinamite. Minha maior recordação desse craque foi um jogo contra o Santos de Pelé, em um domingo qualquer de 1974. Apesar do brilho do Rei, a noite terminou em festa para o jovem jogador do Vasco da Gama. Dinamite aproveitou uma sobra de bola dentro da área e chutou forte contra o gol de Cejas, marcando o gol decisivo e dando números finais ao jogo: 2 a 1 para o Vasco, que seria campeão brasileiro naquele ano. Edison José de Aguiar - Cubatão