[[legacy_image_199025]] Sobras e faltas Sobram partidos políticos para que seus dirigentes abarrotem ministérios, secretarias, estatais e autarquias. Falta saúde ao povo que mal dorme, com medo dos assaltos de toda ordem e por todos os lados, falta sanidade ao cidadão que se desespera com o som dos alto-falantes apregoando qualquer coisa ou todas elas. Falta fiscalização porque é uma atividade antipática e prejudicial para quem leva a vida dependendo de votos e nem sempre dando os melhores exemplos ou a contrapartida necessária. Faltam vagas na esfera pública para acomodar a todos os políticos interessados. Faltam tempo e espaço para que se julgue o essencial com imparcialidade, celeridade e transparência, mas sobra tempo para aumentar indiscretamente e num sopro os próprios salários. Sim, sobra, mas também falta...Carlos D. N. da Gama Neto - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! País da impunidade Novamente me socorro a esta tribuna para levar preocupação com relação à maneira como as pessoas estão tratando a violência humana tão natural como viver. Recentemente, tivemos no Rio de Janeiro a morte de um adolescente que foi cruelmente assassinado por um motociclista irresponsável. Em Foz do Iguaçu, aparentemente por divergências políticas, um cidadão, de maneira pensada, vai até sua casa, busca uma arma e, indo até a residência de um outro, mata um pai de família no meio de uma festa. Como não bastasse, em São Paulo, um oficial da polícia militar vai armado a uma casa de show, covardemente saca a arma e desfere um projétil na cabeça de um jovem. O que estes três casos têm em comum: 1) as três vítimas foram a óbito, perderam o direito supremo de viver e deixaram eternas saudades de todos que os sepultaram; 2) os agressores possuem histórico de agressividade; 3) os assassinos têm o sentimento de impunidade e desprezo a vida humana do próximo. No fundo, o fato é que no Brasil eles ficarão impunes e, quando muito, presos por seis anos, no máximo, como rotineiramente acontece. Nós, enquanto sociedade organizada, temos que exigir mudanças profundas nas legislações criminais, sob pena de, no fundo, os verdadeiros punidos serem os assassinados. Elias Carneiro Jr. - Santos País esquisito Gostaria de cumprimentar o Grupo Tribuna pela publicação do texto País esquisito, do autor Sérgio Luiz Correa, na Tribuna Livre da edição da última terça-feira. Geraldo Pimentel - Santos Carta pela democracia Emocionado assisti ao manifesto pela democracia, onde das arcadas, a sociedade representada e unida disse não aos devaneios e inconsequências de um presidente que se comporta como se ainda estivesse na 5ª série (perdão aos estudantes da 5ª série). O evento foi a pá de cal neste cadáver insepulto que não percebeu que seu desgoverno morreu (como se um dia tivesse vivido). Saúdo todos os amantes da democracia, pensamento reinante do respeito, aceitação e tolerância. Um dia para se contar a filhos, netos e bisnetos. Renato Caetano de Jesus - Santos Colégio Canadá Bem lembrado pelo leitor o aniversário do Canadá, a figura do Edesio, grande diretor, vocacionado, dirigindo sempre seu baita carrão Chevette. Canadá, onde nada se pagava, mas gerações tiveram que bancar o chamado “quinto ano de admissão ao ginásio”, no qual foi expoente o carismático professor José, daquele pequeno colégio da Rua Campos Melo, mestre em nos fazer decorar todas as preposições para, mediante concurso, poder frequentá-lo e ter orgulho de tal proeza para sempre. De lá para cá, muita coisa mudou, será que para melhor? Canadá, onde já no ginasial tínhamos Inglês, Francês, Latim, canto orfeônico, laboratório de química, também os professores Solon Lucena, Ruth Lascala, Aécio, Guaraná, dentre outros. Bons tempos! Rezemos para que voltem. Luiz Alberto dos Reis - Santos