[[legacy_image_174549]] Rota na BaixadaAno passado foi em Itanhaém. Agora em Guarujá, fora o dia a dia do morador da Baixada Santista, constantemente ameaçado por assalto, roubo, furto etc. Será que não está na hora de termos um batalhão da Rota no Litoral Sul? Ou vamos ficar nessa operação enxuga gelo sempre que acontece alguma coisa na região? Fica a dica, principalmente em ano de eleição. E que não fique só na promessa. Carlos Natalício Oliveira e Silva - Itanhaém Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Violência em GuarujáMisture favelização que facilita a ida e vinda dos bandidos e dificulta a ação policial, acrescente um prefeito afastado por suspeita de corrupção e uma pitada de Câmara legislativa sob suspeita, pois seis de seus vereadores estão sob investigação da Polícia Federal, e teremos a receita perfeita para o descontrole da violência em Guarujá. Nada de novo, pois já vimos o mesmo “caldo” no Rio de Janeiro. A bandidagem está no comando e a sociedade que quer simplesmente trabalhar e viver sossegada assiste a tudo isso com as mãos atadas, porque não sabe a quem recorrer. Que isso sirva de alerta para as cidades da região. Ademir Alonso Rodrigues - Santos SaúdeTemos acompanhado de perto esses momentos de lançamentos de candidaturas, busca por terceira via, fascismo, nazismo, cancelamentos, ameaça totalitária, combustíveis, ódio e violência. Mas nenhuma palavra sobre a perspectiva de novos modelos de saúde, como evoluir e direcionar gastos diretos e fiscalização do que já se gasta. Não se vê nenhuma perspectiva de melhora a curto prazo! O País está doente. E muitos perderão as suas vidas pelo mau direcionamento de recursos e falta de foco na saúde, que automaticamente vai nos manter com péssimos índices sanitários. Preocupados com o que acontece em guerras fora daqui, não estamos conseguindo focar na verdadeira tragédia que o País vive há tantos anos! Eloi Guilherme Moccellin, presidente do Sindimed Marielle FrancoPrezados vereadores, o dinheiro do contribuinte santista é suado e sacrificado, portanto pergunto: O que esta senhora Marielle, moradora do Rio de Janeiro, vereadora daquele município, tem a ver com a cidade de Santos? O que ela contribuiu para o nosso Município? Resposta: nada. O nosso dinheiro deve ser melhor aplicado e fiscalizado e não fazer merchandising de pseudos salvadores da pátria. Chega! Basta! Daqui a dois anos, teremos a chance de reformularmos completamente essa Casa de Leis Municipal e lembraremos daqueles que aprovaram esse decreto pífio, e dos omissos que faltaram à sessão em que se aprovou essa situação. Valter Biasotto - Santos OpiniõesNo espaço Tribuna Livre do último sábado deste conceituado jornal, nos deparamos com duas crônicas onde, em seus conteúdos, constatamos a diversidade de opinião de cada missivista. Uma nos brinda com informações preciosas a respeito das eleições, no tocante à apuração de votos válidos, nulos, brancos e abstenções efetivas. Algo que nos remete a uma análise mais criteriosa sobre o assunto. Já a outra simplesmente não nos acrescenta nada, pois só expõe particularidades do seu autor e o seu “ranço” pelo atual Governo Federal. Fato que já não nos surpreende, em virtude do privilégio que ele tem em utilizar tal espaço, por diversas vezes, somente com essa finalidade. Algo que não concordo por se tratar de um coordenador de instituto de pesquisas. Mas... viva a liberdade de expressão que ainda temos. Só não sei até quando. Cosme Morone de Souza - São Vicente Limite de velocidadeHá certo tempo, percebemos que nas áreas urbanas as companhias de engenharia de tráfego (CETs) quase que padronizaram o limite de velocidade nos 50 km/h, providência positiva, pois livra o motorista das “armadilhas” bastante comuns, sobretudo em cidades contíguas a rodovias, quando em uma mesma via, abruptamente, a velocidade caia de 80 para 20 km/h. Mas parece que por aqui esse péssimo modelo voltou, e pior, num recém-construído sistema viário, qual seja, entre o ferry boat e a Rua Carlos de Campos, na Ponta da Praia, onde hoje 30 km/h são o limite. Ora, em um novo sistema viário não se admite velocidade tão baixa em nome da segurança, fato que compromete o projeto dessa obra – ou será que o caixa da CET está precisando de algum reforço? Luiz Alberto Reis - Santos