[[legacy_image_334044]] ResponsabilidadeMuito estranho: o dono da fábrica de bebida alcoólica não se responsabiliza pelas aberrações que o consumidor do seu produto faz quando está sob efeito do item que ele fabrica. O dono da fábrica de cigarros não se responsabiliza pelo mal que seu produto faz à saúde do consumidor do item que ele fabrica. O dono da empresa terceirizada de estacionamento da Zona Azul não se responsabiliza se o carro do usuário for roubado, isto é, o dono da empresa é um flanelinha reconhecido “legalmente”, recebe divisas para isso, mas não se responsabiliza pelo seu veículo. Os congressistas não se responsabilizam por não criarem leis que mude esse cenário. Ou seja: o Brasil é um país com uma parcela considerável de irresponsáveis. Pedro dos Santos Neto - Santos VacinaçãoMeu Deus! Em pleno século 21, depois de tudo o que vimos na pandemia da covid-19, ainda tem gente do mundo político, como o deputado estadual Paulo Mansur (PL), que tem a desfaçatez e o atrevimento de fazer campanha contra a vacinação de crianças. Edison José de Aguiar - Cubatão Crime organizadoSantos assume a condição de ser mais um “puxadinho” do Rio de Janeiro. É inegável que o crime organizado está dominando toda a Baixada Santista. É preciso um basta nele e na impunidade que o cerca. Nicanor Rocha Silveira - Santos À margem dos direitosA sociedade brasileira comete alguns erros na sua participação democrática que são imperdoáveis e explicam o porquê de os políticos fazerem o que bem entendem no País. O eleitor se afastou das urnas, 40% deixam de votar, inclusive em deputados e senadores, a cada nova eleição. Acompanham reality shows, mas não fazem o mesmo em relação à política. Isso é o paraíso dos corruptos, que pegam este cheque em branco da sociedade a seu favor. Além dos eleitores, a Justiça tem parcela de culpa enorme neste processo, pois mantém nas gavetas os muitos processos de corrupção contra os políticos com mandato, favorecendo a impunidade e a corrupção. Rafael Moia Filho - Santos São VicenteFui assessor do digno e corretíssimo Koyu Iha na Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) quando, por escolha do então governador Mário Covas, Koyu foi nomeado o primeiro diretor-executivo dessa autarquia. Diante das notas publicadas na coluna Dia a Dia no dia 5, ainda que de forma absolutamente legítima, a moção de apoio dos vereadores vicentinos à candidatura do prefeito Kayo Amado (Pode) para a presidência do Condesb, sua justificativa não condiz com a realidade dos fatos. Koyu, mesmo não sendo presidente do Condesb, sempre conduziu seu trabalho metropolitano, via Agem, com extremo zelo e condições políticas iguais a todos os municípios da região. Jamais deixaria a sua amada São Vicente ser coadjuvante. Pelo contrário, foi protagonista e teve em Koyu seu principal personagem de aproximação política entre o Estado e Município, cujos frutos foram as inúmeras ações positivas, obras importantes e recursos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos CETÉ impressionante a celeridade da nossa Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) em Santos. Bastou uma excelente cobertura de A Tribuna sobre o acidente com patinete que uma atitude enérgica foi tomada pela direção da companhia, com apreensão de mais de 50 veículos. Deixo como sugestão a essa primorosa companhia que tome atitude parecida em relação às bicicletas e às motos cujos condutores trafegam do jeito que querem, não parando em semáforos, ignorando a mão das vias e as calçadas, sem acessórios de segurança e iluminação, fazendo que Santos lembre aquelas imagens de metrópoles indianas. Eloi G. P. Moccelin - Santos Vaza JatoInfelizmente, a recente postura do STF é inadmissível, deplorável ao país e aos brasileiros. Os fatos claros de corrupção ficam, na sua grande maioria, impunes. Ao suspender as multas, agora da Odebrecht e antes da J&F, decorrentes dos acordos de leniência com base em provas materiais e delações dos dirigentes das empresas, a decisão monocrática do ministro Dias Toffoli mostra que o crime compensa. No caso da Odebrecht, a empresa abriu os arquivos do Setor de Operações Estruturadas (na verdade, Setor de Propinas) com provas claras e recibos que foram desprezados pelo ministro para sua decisão, dando maior relevância aos diálogos entre procuradores e juiz da Operação Lava Jato obtidos por meios de hackers. Com certeza outras empresas envolvidas na Lava Jato terão esse mesmo pleito. Carlos Sulzer - Santos