[[legacy_image_340466]] Dia da MulherElas são belas, amorosas, sensíveis e delicadas. Elas são guerreiras, bravas, corajosas e desafiantes. São inteligentes, trabalhadoras, persistentes e bem-sucedidas. Elas são as mulheres, que têm o poder, a força e o que nós homens jamais teremos: a sensibilidade, o privilégio e o dom de ser mãe. Parabéns a todas as mulheres. Paulo Lacerda - São Vicente Cães na praiaAdoro os animais, em especial os cachorros, mas isso não me impede de questionar o incentivo à frequência de cães na areia de nossas praias. Basta dar uma andada pelas ruas e podemos constatar que não é prática de todos os tutores recolher fezes dos animais quando passeiam pela rua, nem vermifugá-los e vaciná-los. Soma-se a isso um número insuficiente de guardas municipais para adequada fiscalização. E se algum cachorro, mesmo que não seja violento, atacar um banhista na praia? Muitos tutores são responsáveis, mas isso não garante por si só que as regras de segurança e saúde pública sejam cumpridas. Fezes de cachorro nas praias podem representar o aumento das doenças transmitidas de animais a homens. Neste momento, com dengue, covid e outras enfermidades, como ter mais riscos à saúde? Paulo José Ferraz de Arruda Júnior - Santos Preços exorbitantesDomingo passado, fui com amigos a um quiosque no Canal 3, em Santos, explorado por meio de concessão da Prefeitura. Nele, um chope de 300 ml custa entre R\$ 12 e R\$ 17 e um pequeno pastel sai a R\$ 18. Achei os preços exorbitantes. E olha que os sanitários próximos ao quiosque, por exemplo, nem são mantidos pelo concessionário, e sim pela Prefeitura. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Imóvel da GenteUma pena que o Imóvel da Gente, lançado pelo Governo Federal no último dia 27, tenha chegado quando o maior terreno da União com potencial de destinação social na Área Insular de Santos (localizado entre Portuários e Portuguesa Santista) já tenha sido vendido, na gestão anterior, sem discussão com a sociedade. Desperdiçamos a oportunidade de implantar um centro de formação esportiva olímpica e paralímpica, por exemplo, aproveitando o histórico de uso. Que, agora, com esse novo rumo, poderes públicos municipal e federal se articulem para que os imóveis restantes sejam destinados à moradia, à educação, à cultura, ao esporte, à ciência e à tecnologia. Wagner de Alcântara Aragão - Santos São PauloO prefeito paulistano tem sido notícia não por seus feitos, obras ou serviços, mas sim por não seguir a Lei de Licitações. Um levantamento do Tribunal de Contas do Município (TCM) mostra que Ricardo Nunes (MDB) é o chefe do Executivo paulistano que mais gastou com obras sem licitação em 14 anos: R\$ 3,7 bilhões entre janeiro de 2022 e outubro de 2023 em contratos emergenciais. O valor representa 294,5% a mais do total pago de 2009 até 2021, na Capital, para obras desse tipo. Contudo, de que adianta o TCM apontar isso se, na Câmara, há um corporativismo que impede punição ao prefeito? De que adianta termos leis se os governantes agem como se estivessem imunes? Rafael Moia Filho - Bauru (SP) ReflexãoCerta vez, o padre Theodore Hesburgh, que foi reitor da Universidade Notre Dame, em Indiana (EUA), disse que “a coisa mais importante que um pai pode fazer por seus filhos é amar a mãe deles”. Esse padre sabe tudo! João Horácio Caramez - Santos Santos FCO Santos Futebol Clube foi penalizado por não pagar o que devia ao ex-técnico argentino Fabian Bustos, quitando à vista R\$ 4,7 milhões ao profissional que dedicou seu trabalho pífio ao clube por seis meses. Tudo devido à incompetência do presidente na época, que não se cercou de cláusulas contratuais que deveriam preservar o Peixe. E ele disse ter feito uma boa administração, sendo que levou Santos ao rebaixamento... Eu trabalhei no regime CLT por 25 anos, em uma agência de turismo, e lembro que quando ela foi vendida a empresário, tivemos que ir à Justiça para ter direito a salários e cláusulas trabalhistas. Detalhe, não recebi o que seria merecido. Essa é a triste realidade do trabalhador nesse País... Arlindo Caseli de Oliveira - Santos FutebolPor que, no futebol, não podemos ter jogadores livres para atuar em qualquer clube em qualquer momento? Vamos supor que Palmeiras e Santos disputem uma final. O Santos, hoje, não tem um lateral eficiente, mas um outro time desclassificado pode contar com essa peça. Se o regulamento permitisse, o Santos poderia contratar esse jogador só para essa decisão. Com isso, entendo que as partidas seriam mais empolgantes e teriam mais jogadores de peso, enriquecendo o espetáculo. Carlos Alberto Gaspar - Santos