[[legacy_image_279525]] AfegãosSolidarizo-me com o sofrimento dos afegãos alojados na colônia dos Químicos em Praia Grande, mas dou total razão à prefeita Rachel Chini, quando diz que a chefe do Executivo deveria saber quem a visita. Os refugiados vieram sem vacinas, cobertos de sarna humana, sem tradutores e sem se saber quem são no aspecto criminal. É muito fácil o Governo Federal, depois de eles ficarem seis meses no Aeroporto de Guarulhos, jogar essas pessoas em qualquer lugar sem as garantias mínimas de salubridade. É como o seu vizinho colocar a sogra dele na sua sala. Evandro Duarte - Santos O BrasilPresidente e equipe vivem no exterior fugindo de protestos, críticas, apostando vencer pelo cansaço, pois a mobilização é dispersa sem liderança. Pense alto: “ainda vão me carregar no colo”. Com três poderes, ministérios sob controle, um governo do “EU”, segue-se em frente. O país com dívida de R\$ 8 trilhões, e dificuldade de pagar os juros, oferece apoio à Argentina, que nos deve bilhões, de fundo perdido. Políticos, em todas instâncias, sociedade a pedir recursos, esquecendo que a conta virá. De pires na mão, Argentina vê negado empréstimo de muitos países. Brasil com 30% da população na fila da fome, miséria, carência em todos segmentos, tirana carga tributária, a maior do mundo, impede a livre iniciativa de contratar. Promete tudo a todos, nada entrega. O presidente reforça projeto de comandar a ONU e trabalhar pela paz no conflito da Ucrânia. Nós, ora nós… Valter José Vieira - São Vicente Remendo malfeitoÉ impressionante como essa falha no asfalto (Rua Pedro de Toledo junto da Rua Pindorama) foi tapada com tanta ineficiência. Já fizeram isso pela segunda vez e, como consequência do serviço malfeito, já apareceu de novo a falha no asfalto e ainda espalharam pedrinhas por todo o lado (consequência do serviço malfeito, com profundidade discutível e asfalto com pouca aderência). Manuel Francisco - Santos Reconhecimento Em 12/8/2018, escrevi nesta coluna o texto ‘Ensino público’, na época elogiando a direção, funcionários e pais da U.M.E Pedro II ao constatar o excelente trabalho capitaneado pela diretora, Miriam, que conseguiu demonstrar que os serviços públicos, no caso do ensino, não dependem exclusivamente do Poder Público e sim da tríade governo/funcionários públicos/cidadãos. No caso, vi com alegria e entusiasmo que o ensino público em nossa cidade tinha um exemplo de excelência no Pedro II. Na sexta-feira, dia 30/6, Miriam Blun Cardoso foi homenageada com a Medalha Braz Cubas na Câmara Municipal de Santos, coroando assim sua dedicação ao nobre trabalho de ensinar e coordenar. O reconhecimento desse trabalho mostra que devemos ter esperança e nos juntarmos a tantas pessoas como Miriam, que se esforçam para ensinar nossas crianças que vão construir o futuro.Francisco Eugenio de Freitas Peres - Santos SocialO projeto do Valongo, junto com o VLT, vai ser ótimo para a revitalização do Centro de Santos, mas é preciso planejar desde já a retirada dos moradores de rua do local, assim como de outras áreas da Cidade, pois a situação só tende a se agravar. Existem motéis, pensões e casarões abandonados na Área Central que a Prefeitura pode locar e recuperar, seja com recurso próprio, ajuda do governo e/ou privada, para aumentar o número de pessoas com acesso a alojamentos, cursos para reintegração social, palestras de recâmbio familiar etc., oferecidos pelo programa social Novo Olhar.Sérgio da Rocha Soares Filho - Santos Auxílio das fériasJulho começou e, com ele, as férias escolares e também as férias dos nossos políticos. As escolas, claro, merecem as férias para descansar o cérebro, tanto das crianças quanto a cabeça dos professores, por acumular e distribuir conhecimentos, que servirão em um futuro próximo. Não podemos dizer a mesma coisa dos políticos, que, além de serem muito bem remunerados por nós, não nos dão o retorno que precisamos. Além do salário que recebem, mais os aditivos que, somados, ultrapassam qualquer ordenado de um trabalhador especializado – que projeta, por exemplo, uma ponte sobre uma vasta extensão, ou um túnel submerso que pode ligar duas cidades –, eles ainda reclamam que há pouca gente (vereadores) e que o quadro precisa ser aumentado. Já pensaram se todas as categorias passassem a pleitear aumentos, dizendo as dificuldades das profissões, iguais aos “edis”? O professor diria: “Pprecisamos do auxílio-giz”. O pedreiro diria: “Precisamos do auxílio-cimento”. O motorista diria: “Precisamos do auxílio-pneu”. E assim por diante. Fico pensando: e nós, aposentados, como será o nome do auxílio que pediremos? Já sei: “auxílio-bengala”.Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho