[[legacy_image_264201]] SaúdeA coluna Dia a Dia do dia 30 de março, diga-se, sempre na vanguarda dos acontecimentos regionais, traz notícia importante que afetará sobremaneira a população que se utiliza dos serviços de saúde das cidades da Baixada Santista. Só pelo exemplo dado pela coluna, já se tem uma ideia do desprezo pelo usuário do sistema de saúde público. Diz a coluna: “Esse trabalho consistiria em definir referências de atendimento — por exemplo, um município seria tido como base para determinado exame. O Estado debaterá com secretários de Saúde da Baixada um plano regional.” Ou seja, se o médico pedir vários exames, o paciente terá que procurar a cidade referência daquele exame. Exemplificando: médico pede dois exames, eletroencefalografia e ressonância magnética. Guarujá é referência em eletroencefalografia e Peruíbe, referência em ressonância magnética. Por favor, digam que estou errado (prometo não alegar que usei algo tóxico ao escrever essa carta). Os pacientes terão que se deslocar entre as cidades para realizar seus exames? Marcus Aurélio Carvalho - Santos ReclamaçõesInicio agradecendo a A Tribuna e ao jornalista Gabriel Fomm pela matéria onde demonstra, a meu ver, a pouca eficiência desta ouvidoria. Claro que quem resolve os problemas enviados à Ouvidoria são as secretarias ou órgão responsável pela ocorrência, porém, essa Ouvidoria deveria filtrar melhor as suas respostas a quem fez a ocorrência. No meu caso venho demonstrar o porque disto que escrevo, Em 4 de março de 2023, enviei minha Reclamação 12.908 sobre o passeio danificado da Rua Padre Anchieta, 236, local de passagem de senhoras que vão buscar seus filhos e netos em duas escolas municipais. Nesse dito local, elas têm que ir para a rua por ser impossível passar com carrinhos de crianças nesse passeio, correndo sérios riscos de serem atropeladas já que o movimento é grande nessa via. Essa Ouvidoria, na minha última publicação neste espaço, me respondeu com mais evasivas, pois nada se resolveu, então senhor ouvidor, como feita sua colocação na matéria, que reclamação que não vira registro é meramente um desabafo, não concordo com o senhor. Em uma administração que mesmo com registro de ocorrências não se tem resultados positivos para comunidade, os desabafos são um grande conforto; muitos desistem e poucos usam as respostas como números das leis, números dos decretos e muitas outras siglas, tudo dentro da lei, claro. Só espero não acontecer uma tragédia neste local. Se acontecer, os responsáveis pela tragédia, esta ouvidoria já os conhece . Cesar Tavares da Cunha - Santos Fake NewsAo acompanhar a Tribuna do Leitor, me deparei com a carta da missivista Wania Rangel, onde, estupefato, vi que a mesma concorda com a censura do governo na internet, citando alguns casos que ela julgou serem fake news, alguns concordo com a mesma quanto ao teor. Mas a missivista esquece que já existe lei para combater esses crimes! É só procurar no Código Penal. E sobre notícia falsa, oras, também já temos leis contra isso. E o mais importante: quem vai dizer o que é fake news? O governo? Eu? Você? Oras...os mais antigos lembram do certificado da censura federal antes dos programas de TV! A melhor arma para combater as fake news e fazer exatamente o que ela faz! Não divulgue, e a sra. que diz não gostar de mentiras, não deixe outros falarem que é ou não verdade! Faça você mesmo. André Durante - São Vicente SinistraAlguns missivistas (sempre os mesmos), vítimas do estrabismo político-ideológico, seguem pela estrada que margeia o país pela sinistra, de sul a norte. Quais cônjuges traídos, não adianta que se lhes mostre o fato in loco ou as provas mais cabais, porque seguirão negando e refutando, mesmo quando a rês pública sucumbir de inanição, com as tetas murchas e exauridas, pois a culpa sempre poderá ser imputada à má qualidade do capim. Carlos D. N. da Gama - Santos