[[legacy_image_270966]] RacismoNormalmente aproveito esta coluna para falar sobre o quadro político atual no Brasil, porém, gostaria de tergiversar sobre outro momento vergonhoso da atitude dos homens, não só aqui como de modo geral no mundo, que é o estágio de miséria mental que empobrece a alma dos maldosos desavisados e párias humanas. Pelo que eu saiba, só existe um raça humana e, portanto, como o Senhor nos ensinou, somos todos iguais, a começar pela cor do sangue, tanto do negro, branco, amarelo, mestiço, pardo e por aí afora. Ora, desde pequeno me envolvi com toda espécie de pessoas de todas matizes e comportamentos, no entanto, nunca tive qualquer modal de racismo, e vou mais longe pois entre diversos amigos e amigas convivi com todos, independentemente da cor, que é o que me importa. Sugestões de campanhas contra esse abominável procedimento deveriam então começar por observar a Constituição e uma estratégia de mídia com a reunião de todos componentes da raça humana, para tentar um pacto, mas com exemplos de punição para todos os lados. Ainda creio no poder da fé e da religiosidade em geral para , pelo menos, estancar essa barbaridade que assola este país, chamada racismo. Luiz Vinagre - Santos Bueiro entupidoAlguém tem que fazer algo, não dá para conviver com isso. As pessoas que moram na Avenida Ana Costa, 376 e 380, não conseguem sair nem entrar devido a água (problema com bueiro entupido). Na noite do último domingo, foi um caos. A primeira vez aconteceu em 18 de abril. Senhores vereadores e senhor prefeito, olhem isso por favor, merecemos atenção das autoridades. Mudei-me para esta cidade há dois anos e estou transferindo meu título de eleitor para poder exercer o voto num candidato sério, que esteja com vontade de ajudar os munícipes. José Roberto Gonçalves - Santos Casa de passagemPor volta das 15h30 do último domingo, observamos problemas na Casa de Passagem Reviver, em São Vicente. Assistidos, aos gritos, mandavam chamar a polícia a todo instante. Muita gritaria, batidas, cão latindo. Por fim, colocaram os assistidos para ver Corinthians e Fluminense. Trata-se de um vizinho difícil, que motiva as famílias que moram ao lado considerarem o embargo das atividades e cassação do alvará de funcionamento como medida para ter sossego. Mas, elas relutam em fazer isso, pois a convivência pacífica é possível e desejável. Pensam elas que estabelecimentos dessa natureza devem estar no seio da sociedade, integrada à comunidade. Mas é preciso haver ordem e disciplina. Fernando Gonçalves - São Vicente PalavrasAssistindo a um programa na TV, a apresentadora cumprimenta os convidados cozinheiros com bem-vindo a todos, a todas e a “todes” (sic). Aí fiquei pensando com os meus botões que até então eu vinha corrigindo a minha neta, de 6 anos, ao falar “pega ela ou vi ela” e que agora eu, talvez, tenha que acrescentar, no futuro, mais aquela infeliz colocação na minha lista de correções. Num país com problemas crônicos de educação, com milhões de pessoas analfabetas funcionais, não deveríamos acrescentar mais um a eles. Esse sectarismo irracional difundido por pessoas que querem se mostrar que “estão por dentro” ou supostamente engajadas na defesa de uma minoria, cria confusão e estereótipos que deveriam ser evitados. A nossa linda língua portuguesa não merece tal degradação e muito menos ser usada para outros fins que não seja a educação da nossa juventude. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Até quando?Eu tento ser ponderado nas minhas análises, mas é incrível o tanto de capacidade que o Santos possui de tirar o torcedor do sério, de acabar com aquele finalzinho de domingo que por si só já é deprimente. A derrota por 2 x 0 para o Red Bull Bragantino foi a terceira do Santos no Campeonato Brasileiro. Pior mesmo foi a postura do time em campo - facilmente dominado pelo adversário, apático e sem esboçar qualquer tipo de reação. O desempenho liga o sinal de alerta na Vila Belmiro às vésperas de uma partida decisiva pela Copa do Brasil. Faltou tudo ao Santos: organização, qualidade, empenho e inteligência. Enquanto o Bragantino parecia disputar uma decisão, o Santos estava disperso, distante, claramente conformado com a mediocridade. O futebol não perdoa equipes displicentes e sonolentas. Quando um jogador do Santos dominava a bola, dois ou três marcadores do Bragantino se aproximavam e impediam a sequência da jogada. O Massa Bruta, por sua vez, jogava livre, leve e solto. O Santos deixou o seu torcedor novamente preocupado ao ser ‘amassado’ pelo Bragantino; se não fosse o goleiro João Paulo, o estrago seria maior. O Peixe precisa evoluir coletivamente e não pode depender apenas de boas atuações individuais para vencer suas partidas; é preciso trabalho em equipe, intensidade, organização tática. Com uma marcação frouxa e pouco repertório ofensivo, a equipe de Odair Hellmann sofrerá mais do que o necessário na temporada. Guilherme Rodrigues Simões - Santos