O leitor Renato Caetano de Jesus, de Santos, escreveu sobre a importância do filme Ainda Estou Aqui (Reprodução) Deportação O episódio envolvendo a deportação de brasileiros pelos Estados Unidos, com relatos de humilhação e o uso de algemas e correntes, é lamentável e inaceitável. A decisão do governo Lula de intervir prontamente, ordenando a retirada dessas correntes e mobilizando um avião da FAB para garantir o respeito e a dignidade dos cidadãos, reflete um posicionamento firme em defesa da soberania nacional e dos direitos humanos. Esse caso serve como alerta não apenas para questões de tratamento aos brasileiros no exterior, mas também para a reflexão sobre políticas migratórias que muitas vezes desumanizam pessoas em situação de vulnerabilidade. Além disso, reforça a importância de um governo que priorize o bem-estar e o respeito aos seus cidadãos, independentemente das circunstâncias. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Crítica O filme Ainda Estou Aqui demonstra que uma ditadura só tem erros e nenhum acerto. Que bom que temos cineastas sem medo, que mostram o terror de tempos que não queremos mais viver. E ainda viveremos para ver filmes que mostram o pior governo que esse país já teve, com um ex-presidente inelegível, insensível, que o STF enfrentou sem medo. Renato Caetano de Jesus - Santos Acácio Em resposta ao leitor Gilson Leite, que perguntou neste espaço no que a antiga escola Acácio poderia ter se transformado se estivesse sob tutela da Prefeitura de Santos, digo que o imóvel estaria como se encontra atualmente. No fim, teria o mesmo destino da Hospedaria dos Imigrantes, que foi de Santos, depois do Estado, novamente passou a Santos e nada é debatido seriamente para dar utilidade pública a tamanho espaço. Que tal construir lá um Poupatempo Municipal, com um complexo moderno abrigando as diversas secretarias municipais, que hoje pagam aluguéis? Preservada a arquitetura que ainda não ruiu, teríamos uma grande oportunidade de alavancar o desenvolvimento daquela área, já que o VLT vai passar a duas quadras dali. A dificuldade não está em ser ou não do Município, e sim na vontade política dos gestores. Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos Como seria? Como estariam as Américas hoje se todos os indígenas destruíssem os brancos que chegavam para invadi-las? E o Brasil? Como estaria hoje? Naturalmente os europeus, por não terem o retorno de seus invasores acreditariam que a Terra seria plana e que seus navios teriam caído no “abismo” do Universo. E as Américas, salvas, seriam o verdadeiro pulmão do planeta, pois os brancos não estariam aqui para destruí-las. E mais: e se os indígenas tivessem atravessado o Atlântico e descoberto a Europa? Como ela estaria hoje? Teriam os índios tomado posse daquelas terras? Olha aí o Trump, com sua bestialidade, fazendo a gente raciocinar sobre o tema! Pedro dos Santos Neto - Santos Ditador global Muito se fala, e com razão, sobre ditadores em seus países, líderes que utilizam a força para subjugar seus próprios cidadãos. Contudo, surge agora o conceito do “ditador global”: aquele que ameaça não apenas com o poder econômico, mas também com a força militar, impondo sua vontade ao restante do mundo. Trump deportou imigrantes indocumentados com um desprezo alarmante pelos direitos humanos, submetendo-os a situações humilhantes, como serem algemados nos pés e nas mãos, além de enfrentarem tratamento desumano durante os voos de deportação. Também fez declarações polêmicas e ameaçadoras, como a possibilidade de tomar o Canal do Panamá, invadir a Groenlândia e impor altas tarifas sobre importações sempre que seus caprichos egocêntricos não fossem atendidos. É urgente que o mundo reaja. A democracia está sob ameaça. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos