[[legacy_image_146537]] IluminaçãoPeço encarecidamente à Ouvidoria/ Zeladoria municipal que atendam minhas solicitações feitas através da Ouvidoria Digital, quanto à falta de iluminação devido a lâmpada queimada na Rua Vergueiro Steidel: poste próximo ao número 305, calçada oposta ao 304, esquina com Rua Alexandre Martins, lâmpada apagada há meses; poste na altura do 301, ponto de ônibus, lâmpada defeituosa funcionando intermitentemente. Venho solicitando o serviço desde 21/10/21, pelo protocolo 26949/21, ao qual me foi respondido que “ao verificar, não foi encontrado defeito”, ou seja, luz apagada que não funciona não é defeito! Repeti as solicitações, inclusive anexando fotos, pelos protocolos 32477/21 (em 28/12/21), 447/22 (em 6/1/22) e 1263/22 (em 13/1/22), sem resposta alguma e muito menos a execução do serviço. Será tão difícil assim trocar uma lâmpada, num bairro de orla, saída de shopping, onde pagamos um IPTU reajustado para R\$ 750,00 mensais (isso referente a só uma unidade do edifício onde moro)? É assim que o Município preza pela segurança dos cidadãos pagadores? Sem iluminação? Jodney Rangel - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! 2022Finalmente chegou o falado e esperado ano de 2022 e vem carregado de fortes emoções. Na política, teremos eleições presidenciais. No esporte, a Copa do Mundo de futebol, no Catar, e, mais importante que tudo isso, se Deus quiser, o término definitivo da terrível e nefasta pandemia de covid-19. Nas eleições, segundo estatísticas e a opinião dos entendidos, a disputa final deverá ficar entre o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula. Qual será melhor ou menos ruim? A resposta será dada pelos eleitores. Na Copa, apesar da decantada supremacia do futebol europeu, Argentina e principalmente o Brasil sempre serão protagonistas. Mesmo que o Brasil não vença a Copa e o presidente eleito não agrade a todos, teremos muito a comemorar se o vírus for definitivamente erradicado do planeta Terra. Talvez só não seja comemorado por uma insignificante minoria de maus brasileiros, que se aproveita do desespero das famílias para fazer negociatas. Se alguém pedisse minha opinião sobre esses assuntos, diria: vote com consciência, torça com moderação e reze com devoção. Orlando Machado - Santos RestaurosSão boas notícias as entregas das restaurações do Outeiro de Santa Catarina e da Casa do Trem Bélico, valiosos patrimônios que fazem parte da história secular da Cidade. Esperamos que, além dos anunciados usos, como espaços para atividades culturais, que haja gestão e manutenção periódica desses bens. Sobretudo com execução de pintura e pequenos reparos, de forma que não se exija daqui a algum tempo grandes intervenções por falhas na conservação e, assim, mais recursos financeiros. O Teatro Coliseu, atualmente, é um triste exemplo dessa falta de manutenção periódica, e da mesma forma, infelizmente, caminha a Cadeia Velha, restaurada há alguns anos, e que visualmente já necessita de pintura e eliminação das plantas que crescem na fachada. Que assim o santista ou o turista, através do uso do bonde ou do futuro VLT, carregue sempre a nossa melhor imagem, seja ela no polo do corredor histórico e cultural Outeiro - Valongo, no futuro polo Bacia do Mercado ou em outros pontos turísticos da Cidade. Gilson Leite da Silva - São Paulo Cachorro sem coleiraSobre o comentário de Luciana Silva ontem, concordo plenamente. Em outubro de 2021, escrevi neste espaço que não haveria guarda municipal suficiente para fiscalizar se as regras sobre os pets na praia seriam seguidas. Até um desembargador desacatou um guarda na praia ao solicitar o uso de máscara. Essa lei que visava atrair turistas foi um tiro no pé. Quero ver a Prefeitura conter essa enxurrada de descumprimentos. Nada contra os pets, mas os donos de alguns deles não estão preocupados com as regras que foram estabelecidas, e isso era previsível. Os vereadores copiaram a lei de outros países mais desenvolvidos sobre pets na praia, só que se esqueceram que a população não é a mesma! O prefeito, em vez de vetar, resolveu delimitar a área de permanência dos pets, como se a população que nem sempre é 100% santista fosse cumpri-la! Uma pena, agora não adianta culpar só o munícipe! Sandro R. dos Santos - Santos