Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados (Reprodução/ Instagram) História Ao ler recente missiva do sr. Gilberto Tiriba sobre Cristovão Colombo, achei interessante a forma como o caso foi abordado, mas não podemos esquecer que história são fatos narrados em um determinado tempo passado com tudo que à época lhe impunha. Contar a história de Cristovão Colombo sob a ótica de hoje não teria cabimento. O homem é fruto de seu meio e de sua época e Cristovão Colombo, na sua época, foi um dos mais ilustres personagens. Querer diminuí-lo por algo que não era crime não funciona. Hoje, sabemos que o acontecido não teria mais lugar, ou então mudemos a história mundial. André Durante - São Vicente Mineração Foi divulgado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) que o Brasil conta com quatro técnicos para fiscalizar operações relativas aos royalties da mineração, enquanto a agência tem permitido a exploração em unidades de conservação e só fiscaliza uma em cada 40 atividades minerárias no Brasil. Isso é um abuso com municípios, União, estados e donos dos terrenos submetidos à mineração. Como apenas quatro fiscais conseguem apurar se a arrecadação dos milhares de caminhões e trens que saem das minas estão recolhendo as devidas taxas e impostos? Espero que Lula e o ministro Alexandre Silveira, que se autodenominam guardiões dos recursos naturais, atuem com celeridade para abertura de concurso na ANM. Daniel Marques - Virginópolis (MG) Sem pudor Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, sugeriu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esquecer a pauta arrecadatória e cortar gastos para atingir o déficit zero. Em tese, está certo. Mas, na prática, o Congresso Nacional que vota, altera ou aprova o Orçamento contribui de que forma? Agora, o Congresso aprova e o TSE divulga o novo valor do Fundo Eleitoral: R\$ 4,9 bilhões para o pleito de 2024, 47,96% superior ao de oito anos atrás. Nenhum aposentado teve essa mesma porcentagem. Por que não cortam verba de gabinete, auxílio-moradia, previdência especial e plano de saúde? Seria uma atitude pedagógica. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Ataque Vira e mexe, a Previdência Social é atacada. Depois de uma recente reforma previdenciária que retirou uma série de conquistas dos aposentados, agora leio, inclusive aqui em <FI5>A Tribuna</FI>, manifestações sobre ‘déficits’ previdenciários. Mas não leio, com a mesma insistência, sobre os R\$ 646 bilhões de renúncia fiscal tributária, renúncias de benefícios financeiros e creditícios. Pouco se fala sobre os R\$ 5 bilhões do fundo eleitoral, sobre os gastos judiciais, sobre o desmedido uso das cotas parlamentares, entre tantas outras questões que reduziriam os ataques ao ‘déficit’ previdenciário, sempre colocando em risco os parcos proventos dos aposentados. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Futebol sem graça Tenho saudade do tempo em que o volante ou o meia-armador recebia a bola, avançava com ela e driblava alguns adversários para só então passá-la ao companheiro melhor colocado. O Clodoaldo era um exemplo disso. Hoje, o estilo europeu acabou com a graça. Lá, a ordem é receber a bola e logo passá-la para outro, já que eles não sabem driblar. Em times como o Santos atual, a coisa ficou pior: quando conseguem chegar perto da área adversária, os atacantes só olham para a bola e chutam no gol. Alguém precisa explicar a eles que o mais certo é tirar do goleiro com o arremate, colocando a bola fora do alcance dele. O bom atacante sabe disso, assim como um bom goleiro sempre tenta prever a direção do ataque. Infelizmente, hoje em dia, muitos atacantes não entendem que futebol é jogo de conjunto. Robson S de Lima - Santos Dificuldades Na quinta-feira, fui ao Centro de Santos e constatei o que já haviam me falado: está muito difícil se locomover pela região central histórica devido ao péssimo o acesso. Vi recentemente uma entrevista do prefeito falando sobre a beleza e a acessibilidade do Parque Valongo, narrando também projetos para construir mais passarelas no local, inclusive com elevadores. Mas, se o cidadão com uma bengala ou cadeira de rodas tentar ir a outro local, como o Poupatempo, por exemplo, como conseguirá? Por isso, peço à Prefeitura que fiscalize a empresa executora da obra do VLT e exija o mínimo de estrutura para acessibilidade de todos. Nivio Correa Barbosa - Santos Esforço e coragem Por que continuar tentando que algo dê certo, perguntam muitas pessoas já cansadas da vida que levam? Mas a vida não é para ser levada com desânimo. É preciso esforço e coragem para enfrentar as lutas diárias, porque o mundo é feito de lutas a serem vencidas com galhardia. O lutador se torna mais forte a cada vitória, se sentindo capacitado para enfrentar as imperfeições, como injustiças e ingratidões. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania