[[legacy_image_171939]] Segurança Domingo de Páscoa…Uma briga entre as torcidas de times de futebol ‘invade’ a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central de Santos, causando prejuízo patrimonial de milhares de reais e deixando trabalhadores e pacientes em pânico. Exatamente uma semana depois, por volta de meio-dia, um homem é executado a tiros no Hospital Santo Amaro, em Guarujá. Na madrugada do mesmo domingo, em Iporanga, no Vale do Ribeira, dois homens invadiram um pronto-socorro para tentar matar um paciente a golpes de facão. Todos estes casos evidenciam uma realidade que os profissionais de saúde vêm alertando há muito tempo: a falta de segurança nos hospitais e pronto-socorros de nosso País. Infelizmente, nestes locais, existem apenas seguranças – na maioria dos casos não armados – para evitar danos materiais e pouco ou nada podem fazer em situações como as citadas acima, deixando funcionários, profissionais de saúde e pacientes expostos ao perigo, enquanto aguardam a chegada dos policiais. A incapacidade das autoridades em controlar ou diminuir esses casos de violência já extrapolou o limite suportável. Quantos mais precisarão morrer para que nossa sociedade entenda que o modelo atual das políticas de segurança pública precisa de alterações sérias e urgentes? Nossos hospitais precisam de mais segurança. Precisamos que sejam elaboradas medidas realmente eficazes e possíveis de serem executadas, despidas de toda e qualquer intenção eleitoreira para evitarmos mais casos como estes. Mas, enquanto isso não acontece, só nos resta, a cada plantão, rezar para que nada de mal nos ocorra. Elói Moccellin - Presidente do Sindimed Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cemitério do SaboóInacreditável como se encontra o Cemitério do Saboó com relação à zeladoria e, principalmente, à segurança. Na semana entre os dois últimos feriados (15 e 21/4), da campa da minha família levaram todas as placas de cobre, danificando inclusive os ladrilhos. Todas as outras campas no entorno que tinham placas de cobre também foram roubadas. Como isso acontece se, de acordo com a Prefeitura de Santos, existem rondas ostensivas da GCM, câmeras de monitoramento funcionando etc.? Esses assaltos já foram relatados inúmeras vezes e a Prefeitura sempre dá as mesmas desculpas esfarrapadas e protocolares. Aliás, o que a Prefeitura responde neste espaço, quando tem alguma reclamação, é sempre a mesma ladainha, o famoso blá-blá-blá e não resolve nada. A roubalheira dentro do cemitério continua cada vez pior e aumenta a cada dia. Só esperamos que esses mesmos marginais não comecem a assaltar os visitantes também, porque vamos continuar indo lá semanalmente, mesmo com esse descaso e incompetência dos nossos gestores. Henrique M.C. Cruz - Santos Valeu, PeixeiroO ano de 2022 teve Carnaval em abril, e é o ano que o mundo renasceu após a covid-19, porém, continua com surpresas tristes, como a morte do Jorge Peixeiro. “O dono do palco, Zumbi lá do morro”, assim Dudu Nobre e companheiros escreveram o enredo da Vila Isabel que homenageou este ano Martinho da Vila. Nasci no Morro da Penha e fui amigo de infância de Jorge Peixeiro, que morreu dias atrás, e que também era um dos raros simpatizantes da Vila Isabel. Não estava na cidade e não pude fazer a última homenagem ao querido amigo de infância, porém, segundo relatos, o Cemitério da Filosofia estava bastante cheio de familiares e amigos, que permaneceram abraçados e emocionados cantando sambas antológicos durante toda cerimônia de sepultamento. Mas como sou otimista e este ano ainda dá para o brasileiro ser hexacampeão mundial de futebol e eleger um bom líder, eu aposto na sorte e sei que o futuro se faz hoje. Como no Carnaval, apostei no Zumbi lá do Morro do Macaco. Ganhou a pomba-gira da Grande Rio, não desanimo! Também sei que continuam abertos os caminhos abençoados pelas almas dos que sempre serão lembrados e amados. Valeu, Peixeiro! Nívio Corrêa Barbosa - Santos