Foto ilustrativa (Vanessa Rodrigues/AT) Cadê o ponto? Em setembro, comentei que em virtude das obras do VLT, os pontos de ônibus da Av. Conselheiro Nébias em frente aos números 521 (sentido Centro) e 524 (sentido praia) foram desativados. Para minha grata e “parcial surpresa”, o ponto em frente ao 524 foi reativado, mas o ponto em frente ao 521 não foi. Importante reiterar que este ponto de ônibus ficava em frente a uma clínica e muitas pessoas (incluindo idosos) deixaram de utilizá-lo. Pela distância entre os pontos, os passageiros têm que andar muito para chegar ao local. A pergunta de setembro continua: não é feito um estudo para definir se um ponto de ônibus atende ou não à população? Rogério Vallejo - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Pátria armada Morreu um soldado da Brigada Militar em Novo Hamburgo (RS). O assassino, uma pessoa com esquizofrenia, possuía armas legalizadas. Um dia depois, milicianos no Rio de Janeiro invadiram uma área de traficantes, armados até os dentes. Na Avenida Brasil, uma operação policial foi recebida por bandidos fortemente armados, resultando na morte de inocentes. O derrame de armas e munições sem rastreamento pelo governo anterior aumentou o arsenal dos criminosos e de cidadãos sem um mínimo de condições para ter uma arma. A única consequência foi o aumento das mortes de inocentes. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Omissão geral Com o tiroteio ocorrido no Rio de Janeiro, três vítimas morreram e o fato em si foi manchete na imprensa em geral. Mas isso não é o mais importante. O fato é que nenhum, absolutamente nenhum jornalista, cobrou absolutamente nada dos congressistas quanto a leis mais duras contra assassinos. Houve críticas à polícia e aos criminosos, mas não falaram absolutamente nada sobre os deputados federais e senadores que estão em dívida com aqueles que colocam comida na mesa deles. A vergonha (ou falta dela) grassa em todo território nacional. Temos homicidas fora do Congresso e “omissidas” dentro dele. Pedro dos Santos Neto - Santos Política (1) Candidatos derrotados pedem reavaliação de resultado. Acatada solicitação, cabe aos partidos coligados todos os custos e não à sociedade, que tiranamente já pagou tudo via fundos de campanha. O processo exige atualizações constantes e moralização. A democracia é o único sistema de governo que permite via voto útil, de forma pacífica, novos rumos ao País. O voto nulo e o voto em branco em nada contribuem - ou melhor, dizem que tudo está ótimo. A oportunidade esteve ao nosso alcance, mas preferimos a polarização, com o País nas mãos de Lula ou Bolsonaro. Sem o aval deles, nada será mudado e aquele “Brasil de um sonho eterno” fica para depois. Valter José Vieira - São Vicente Política (2) Desde quando Lula assumiu, frases de efeito são soltas por ele e nossos problemas ‘acabam’. Mas algo, no mínimo, soa estranho. Afinal, a nossa ministra da Saúde não é tão competente? Vacinas da covid estão em falta e onde estão todos aqueles que ditavam regras e doutrinavam sobre esse assunto? O Brasil é uma grande brincadeira. Marieta Barugo - São Paulo Parabéns Neste mês, a Prodesan completa 59 anos de existência. Cinquenta e sete anos atrás, eu ingressei na empresa por meio de rigoroso concurso público. Durante décadas, desenvolvi toda a minha trajetória profissional com eficiência, responsabilidade e dedicação, elaborando vários projetos, dentre eles a nova Rodoviária, inaugurada em 2020, totalmente reformulada para atender os usuários com conforto, segurança e qualidade. Também destaco a ciclovia da orla, projeto premiado urbanisticamente pelo Ministério dos Transportes e que favoreceu a mobilidade ciclista perto da praia, a ciclovia da Av. Ana Costa e o Deck do Pescador, na Ponta da Praia, um atrativo recanto para pesca artesanal e mirante, além de escolas, creches, praças, monumentos, esculturas e recantos urbanos. Nesses projetos, contei com a colaboração de vários colegas arquitetos e estagiários de Arquitetura. Parabéns, Prodesan, um marco na história de Santos. Carlos Prates - Santos Aposentados A maioria da massa popular que é aposentada no Brasil recebe de um a dois salários mínimos. Já que há trabalhador com carteira que recebe o Bolsa Família, seria justo também incluir a camada de aposentados do INSS no rol dos beneficiários, uma vez que parte deles, mesmo com salário, vive em situação de vulnerabilidade social. O auxílio poderia ser temporário, seguindo regras de situações adversas e de necessidade, principalmente aos que não têm casa própria e utilizam a maior parte do salário para moradia, ficando outra parcela para medicamentos e afins. O Governo Federal e os governos estaduais poderiam estudar projetos sociais para dar mais dignidade à população. Célio Borba - Curitiba (PR)