[[legacy_image_162619]] SaneamentoAs notícias informam que a cidade de Santos tem um excelente nível de saneamento básico e que lidera as pesquisas de ter um dos melhores do Brasil. Entretanto, existem algumas perguntas para as autoridades responderem. Por que as praias em Santos estão sempre com bandeira vermelha e impróprias para banhos de mar? Uns falam que são os irresponsáveis que deixam a caca de seus totós irem para o mar, outros falam que muitos recolhem as cacas dos seus totós e deixam os saquinhos plásticos no meio-fio, indo além de entupir os bueiros vão direto para o mar. Outros falam que ainda existe falta de saneamento em favelas junto aos manguezais que poluem as praias. Enfim, o que as autoridades têm a nos dizer do motivo de as praias de Santos estarem a maior parte do ano com bandeira vermelha e impróprias para banhos de mar? GRUPO DE PROTEÇÃO DA FAMÍLIA E DA CIDADANIA Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Tombamento Sobre o não tombamento do Clube Atlética Santista, em resposta aos leitores que mencionaram a questão do “bom senso” em A Tribuna (22/3), pergunto: trata-se do “bom senso” de quem? Das construtoras? Porque do ponto de vista da sociedade, do cidadão, das pessoas que possuem algum tipo de vínculo com aquele lugar, imagino que o “bom senso” seja outro. Ora, entenda-se que uma edificação também pode ser tombada por seu valor afetivo e não apenas arquitetônico. Inclusive, a “arquitetura” de uma edificação não pode ser reduzida a mero objeto decorativo no meio da paisagem. Vejam que a estética e a arquitetura nos remetem à solidariedade, servem para comover (levar junto), para nos conduzir de mãos dadas com a história a um lugar de memória. É por meio da arquitetura, da história, da cultura, que nos tornamos humanos neste mundo cada vez mais caótico e coisificado. Marcelo Lemos Correia - Santos A ponte Embora o atual governador de nosso Estado, João Doria, tenha prometido que iria apresentar queixa no Supremo Tribunal Federal contra os entraves que o Governo Federal tem apresentado contra a construção da nossa ponte, o que vemos são apenas promessas, sempre feitas antes das eleições. Quero ver se o governador vai peitar o Governo Federal como fez na hora das vacinas. A hora é agora para ver se ele tem de fato força e coragem. Se tiver, sem dúvida, ficará na história, porque essa ligação a seco com o continente já está atrasada 90 anos. Não queira ficar com a fama dos seus antecessores do mesmo partido, que nos prometeram as duas alternativas, mas não as cumpriram. Fernando Martins Braga - Santos MáscarasDiversos especialistas comentam que ainda é muito precoce para o governo paulista liberar o uso de máscaras em locais fechados, devido à circulação da nova subvariante da Ômicron, a BA.2, que ocasionou um aumento, muito preocupante, do número de casos e das internações em países da Ásia e também da Europa. É bom lembrar que dados do sequenciamento genômico em laboratório mostram que a BA.2 responde atualmente por cerca de 2% a 5% das amostras sequenciadas no Brasil e existe também estudos sugerindo que essa variante pode ser até 40% mais transmissível. Fica no ar uma pergunta, embora a liberação de máscaras em ambiente fechado seja um processo natural nas medidas de retorno à vida normal, seria esse o momento? ÉDISON JOSÉ DE AGUIAR - Cubatão Alimentação inflada Dia desses, um sábado, percorri a feira da Avenida Francisco Glicério com a finalidade de consumir um gostoso pastel de feira. Na semana anterior, havia notado a diferença no preço, antes era R\$ 8,00, naquele dia cobravam R\$ 9,00. Dei pouca importância, mas nessa semana o preço passara a R\$ 10,00. Será que o quilo da farinha aumentou tanto? E o da muçarela e do presunto? Não discuto preços do creme de palmito ou mesmo da carne de boi, mas os preços das guloseimas estão por demais elevados, não acham? Diante do valor, que considerei elevado, me dirigi a uma panificadora onde degustei um bom sanduba. Creio estar faltando brasilidade a alguns comerciantes, que reclamam da falta de fregueses diante dos preços, mas estão sendo eles os próprios culpados pela fuga dos consumidores, não só dos pastéis mas de outros gêneros. Abocanhar lucro demasiado na primeira hora e ofertar baciadas no findar do horário talvez não seja a melhor estratégia. Dinaldo B. Carpenzy - Santos