[[legacy_image_136502]] Dirceu Fernandes LopesLendo ontem, no site de A Tribuna, a notícia do falecimento do querido jornalista Dirceu Fernandes Lopes vieram-me à lembrança duas situações que me envolveram com ele e que nunca esqueci. A primeira, em Campos do Jordão, quando junto com minha esposa, passávamos pela roleta do trem turístico que corta a cidade e, quando fomos pagar, o cobrador falou que já estava paga e apontou um homem no fundo do vagão. Esse homem era o Dirceu. Um pequeno valor monetário, mas um enorme gesto de simpatia. O segundo foi lá pelo idos dos anos 60, quando o Dirceu e seu irmão Quinzinho (Careca) organizavam bailes para os adolescentes, como eu, em sua casa, aos domingos à tarde. Estava dançando ao som de Ray Conniff, de rosto colado com uma jovem de 15 anos, linda, quando de repente apagou a luz (era comum naquela época). Eu fiquei segurando a mão dela esperando que logo voltasse a luz e reiniciássemos a dança. Ela me perguntou: “Estamos namorando?”. Segurar a mão naquele tempo significava compromisso. Eu fiquei segurando a mão dela e nunca mais larguei. Já se passaram quase 60 anos, três filhos e cinco netos. Walter Coelho - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Energia limpa O Brasil poderá em futuro bem próximo ser o maior produtor de hidrogênio verde. Primeiro, porque tem espaço para produzi-lo sem causar mal ao meio ambiente. Notamos que já estão sendo produzidos veículos movidos a eletricidade e a hidrogênio. Faz uns trinta anos que apareceu a notícia de um veículo movido a água. Mas não houve continuidade no projeto, porque duas indústrias poderosas se opuseram: a automobilística e do petróleo. Pois bem, esse carro era movido a hidrogênio, pois em cada gota de água existem três moléculas (H2O), ou seja, são duas de hidrogênio e uma de oxigênio. Ônibus já estão sendo fabricados com essa matriz energética em caráter experimental no Brasil. Embora em Portugal eles já estejam sendo exportados para o exterior. Aliás, existe lá uma pequena fábrica que produz os catalizadores. No escape desses veículos, o que sai é água, que pode ser consumida. Fernando Martins Braga - Santos Saidinhas O editorial da última segunda-feira trata de uma forma muito sutil o absurdo que representam as saidinhas de 35 mil presos. À luz de uma lei, que para tranquilidade da população, deveria ter sido revogada há muito tempo. É um acinte à população apavorada, que não aguenta mais ficar trancada em casa, dizer que essa medida ajuda a reintegrar o condenado na sociedade. Sinceramente, não vejo como isso pode acontecer no espaço de tempo em que ficam fora da prisão. Mas, tempo suficiente para poderem cometer novos crimes, como foi exemplificado no artigo, acerca do bandido de alta periculosidade Lázaro Barbosa. E a população pode perguntar: quantos mais Lázaros não estarão perambulando pelas cidades? Temos que deixar a hipocrisia de lado, e mostrar àqueles de defendem tais medidas que se estão presos, foi porque tiraram o direito dos cidadãos de caminhar sossegadamente pelas ruas, de morarem em casas, e não em fortificações, e de não verem seus entes queridos molestados. Jogar nas mãos do Estado, via polícia, a responsabilidade de vigiá-los e prendê-los, novamente, é no mínimo falta de sensibilidade em encarar que antes de mais nada, eles estão em débito para com a sociedade e que prisão é sinônimo de punição e não área de lazer. Se querem reeducá-los, que achem uma maneira dentro dos presídios. Ademir Alonso Rodrigues - Santos 365 Natais Quando o “Eu” interior te questionar diante do espelho sobre o que você fez diante dos 364 natais do ano, por favor, não deixe a frase clássica ressoar: “Melhor do que nada”. Não! Essa frase não pode abrandar o poder de ação diária ao seu próximo. É preciso, é necessário gritar a cada amanhecer que a carência humana, nos mais diversos níveis, não se aplaca em apenas um dia. A fome precisa de alimento todos os 365 dias. Uma criança tem sonhos todos os 365 dias do ano. Talvez o seu “Deus te abençoe” e o seu “bom dia” mudem o dia de alguém. A prática da solidariedade abre nossa mente e o nosso coração para a Grande Luz do Cristo nesta época. O Cristo que deve renascer todas as manhãs em seu coração. Feliz Natal 365 vezes. João Horácio Caramez - Santos