[[legacy_image_269192]] Valeu, SantosO futebol apresentado entre Santos e Palmeiras é o que a torcida esperava. Domínio de bola com toques rápidos e precisos, jogo para frente, valorizando a posse. Marcar, defender, atacar, assim foi a partida. Muitos torcedores e admiradores de uma boa briga ficam de fora dos estádios, aguardando os adversários, armados, prontos para o confronto. A vizinhança, temerosa, fica ilhada em suas casas e apartamentos, sujeitos a danos físicos e materiais. Ainda nos vestiários, os toques finais, cabelo, barba, bigodes, tatuagem etc. Na preleção, comissão técnica pede empenho e vitória. Já em campo, antes do início, as equipes confraternizam. Assim que a bola rola, do pescoço para baixo é tudo canela. Nos discursos políticos, esportivos, seja qual for a motivação, há que eliminar o termo “luta”, substituindo por trabalho, empenho, construção etc. As equipes jogaram de igual para igual. O empate representou bem o jogo. Se não houve vitória em campo, torcedores foram os vitoriosos, pois assistiram a uma boa partida e o Santos precisa subir na tabela, Parabéns. Valeu. Abaixem as armas. Valter José Vieira - São Vicente Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! RacismoUm grande absurdo o que está acontecendo com o jogador brasileiro Vinicius Júnior na Espanha. É triste ver a LaLiga e os dirigentes não se interessarem pelo drama do atleta que é discriminado por sua cor. Infelizmente, em pleno século 21 vemos ataques racistas e violentos vividos não só por brasileiros e jogadores, mas diariamente esses fatos acontecem em muitos países, camuflados por uma falsa e demagoga declaração aos direitos humanos. Chega de ataques racistas, homofóbicos, intolerantes e agressivos a seres humanos que são discriminados por uma sociedade retrógrada e hipócrita! Paulo Lacerda - São Vicente PropagandaMuito se tem falado em fake news e um segmento que precisa se reavaliar é o dos comerciais em TV, rádio, jornais, revistas e, principalmente, em redes sociais. Comerciais são veiculados prometendo cura com certos medicamentos, como por exemplo, dores na coluna, problemas de próstata, melhora sexual (até de forma vulgar), entre muitos outros, caracterizando propaganda enganosa. Esse abuso de informação é o que gera a vontade de criar leis para impedir as fake news. Entretanto, todos os segmentos têm suas entidades fiscalizadoras, e no caso da propaganda, cabe ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) fiscalizar junto às empresas e agências de propaganda, mas tem se omitido proporcionando o exagero de tais divulgações. É certo que o consumidor deve fazer a denúncia, mas é raro alguém tomar essa iniciativa, tendo em vista até que desconhece esse tipo de órgão fiscalizador. A Comissão de Ética do Conar poderia ser mais atuante e fazer campanha esclarecedora através dos próprios veículos de comunicação, que por certo apoiarão a iniciativa, de forma a preservar a idoneidade e a credibilidade de suas mensagens publicitárias. As entidades médicas também deveriam se pronunciar, pois de forma ética, todo profissional deveria ser obrigado a fazer constar em seus anúncios o CRM. Mas, por outro lado, acontece que certos comerciais são produzidos com leigos prometendo a melhora na saúde das pessoas que são sempre induzidas ao milagre por tais informações erradas e que podem comprometer toda classe médica. Gilberto Ruas - Santos 10 KMAos 54 anos, após emagrecer 20 quilos com reeducação alimentar e exercícios, sem remédios, participei caminhando pela primeira vez da prova dos 10 KM Tribuna FM-Terracom. Apesar de caminhar rápido constantemente, nunca havia feito 10 km. Confesso que estava apreensiva e tinha dúvidas se eu conseguiria. A organização do evento e todo o suporte recebido impressionaram-me positivamente, bem como o excelente espaço VIP para os assinantes do Jornal A Tribuna, com frutas, sucos e área confortável de descanso. Finalizei a prova feliz pelo desafio cumprido. Parabenizo o Grupo Tribuna pela iniciativa do evento. Maria de Fátima Alves dos Santos - Santos OutonoAmei a crônica de sábado da jornalista Fernanda Lopes. Concordo com o texto em todas as colocações, especialmente nesse último verão, que cheguei a pensar que não sobreviveria a tanto calor. O outono me trouxe de volta o ânimo, a disposição, a vontade de cozinhar, de viajar, até de faxinar. Que possamos aproveitar esse presente de Deus, que infelizmente passa tão rápido. Maria Angélica Scabin Macedo - Santos