[[legacy_image_94248]] Greta Thumberg Embora totalmente sem nexo, o ataque de um leitor à jovem ativista Greta Thumberg não me surpreende. O bolsonarismo se alimenta do ódio. Se Greta defende o meio ambiente, é preciso odiá-la e atacá-la para ser leal ao "despresidente", que não se importa em destruí-lo para favorecer grupos criminosos como grileiros de terra, madeireiros e garimpeiros ilegais. E esse ódio é tão irracional que vale até abusar da psicodelia argumentativa e estabelecer uma delirante relação da moça com a tragédia afegã. Bizarro demais até pra um membro da seita da cloroquina. Marcelo Dias Montero - Santos A voz rouca das ruas Um eminente presidente solicitava, em 1997, que se ouvisse “A voz rouca das ruas”. Ainda hoje, analogamente, as “otoridades” responsáveis pelo trânsito em nossas ruas, além de não ouvirem “A voz rouca das ruas”, - basta ver no arquivo desta coluna o clamor do povo contra o barulho infernal das motos - não leem e também fazem ouvidos de mercadores. Os motoqueiros estão deixando os munícipes da Baixada Santista em alto estresse por não mais suportarem o total desrespeito dos infratores e, principalmente, a inoperância dos mandatários . Há décadas deviam ter acabado com esse martírio. Ademir de Abreu Serrão - São Vicente Centenário de tenista No próximo dia 29 de setembro, irá transcorrer o centenário de nascimento do tenista Manoel ‘Maneco’ Fernandes, várias vezes campeão sul-americano, brasileiro, e com vitórias em quadras da Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador a partir de 1938, prosseguindo a carreira até 1980, quando foi campeão brasileiro na categoria veterano. Sua trajetória foi interrompida pela Segunda Guerra Mundial com efeitos de 1939 a 1947, sendo recomeçada internacionalmente a partir de 1948, com confrontos em França, Espanha, Portugal, Tchecoslovaquia, Las Palmas e Tenerife. Filho do grande esportista, só me animei em traçar estas linhas para lembrar que houve alguém como papai, que sempre pagou para defender o Brasil e não como hoje. Adelson Portella Fernandes - Santos Dia do Centro No dia 16 de agosto último, Santos celebrou o Dia do Centro, porém, sem muito a comemorar, apesar das importantes intervenções urbanísticas em curso. O esvaziamento comercial da região central não é um problema somente de Santos, mas ocorre em muitas outras importantes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, e está diretamente ligada às mudanças de hábitos, como o uso do e-commerce e a busca de maior comodidade física, com a migração das lojas para os bairros residenciais, e que em Santos é fácil de se notar, como nas ruas Luiz de Faria, Azevedo Sodré e Tolentino Filgueiras. áreas predominantemente residenciais em décadas passadas. Os serviços públicos, no passado um outro ponto forte do centro santista, em sua maioria são resolvidos hoje por aplicativos de celular, e assim, cabe ao Centro da Cidade se reinventar. Desapropriar grandes áreas centrais, hoje com galpões insalubres e abandonados, para fins de utilidade pública, construindo moradias dignas para moradores de áreas irregulares dos mangues da Zona Noroeste e também dos morros é uma das principais ações para o repovoamento desta área, e com menor custo de investimento em infraestrutura urbana, visto serem áreas prontas. O sucesso das ações na região central virá da administração pública colocar definitivamente o Centro como uma região de prioridade máxima, acima das atenções direcionadas para a orla da cidade, com atrativos já consolidados. Gilson Leite da Silva - São Paulo CPI da Covid O senador Luis Carlos Heinze, um dos defensores do presidente Bolsonaro na CPI e ferrenho defensor do chamado tratamento precoce (o "embaixador" de Rancho Queimado), fez lobby e intermediou a produção de vacinas para covid por empresas de saúde animal. Desculpem-me, mas parece piada. Edilson José de Aguiar - Cubatão