[[legacy_image_161605]] Réquiem de um político A decisão de Geraldo Alckmin em filiar-se ao PSB é um fim trágico de um político que sempre se portou de maneira equilibrada e que, por isso, foi eleito, mais de uma vez, para governar o estado mais rico da federação. Como seu ex-eleitor, digo que isso é uma traição, pois nunca foi um socialista e sempre se portou como político de centro e com esta decisão ele está renegando o seu passado. E se já está ruim vai piorar se aceitar ser vice de Lula, líder de um partido chafurdado na lama da corrupção e que quase quebrou o país. Irá se juntar à banda podre dos piores políticos ao esquecer-se quando disse que o retorno de Lula ao governo seria o mesmo do criminoso que volta à cena do crime. Medo do ostracismo político? Tal como Fausto, obra prima de Goethe, que vendeu sua alma ao diabo em troca de benesses, Alckmin estará se entregando para obter uma sobrevida política, mas deixando de lado a imagem de sobriedade, honestidade e de caráter. Ouviremos o réquiem de um político? Ademir Alonso Rodrigues - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Mérito indigenista Como pode alguém (J. M. Bolsonaro) ser homenageado com uma medalha do Mérito Indigenista se quando estava para representar o seu Estado e o povo brasileiro na Câmara Federal disse que o Exército Brasileiro era incompetente por não ter conseguido dizimar os índios brasileiros, igual ao exército americano, que dizimou os índios na América? O ex-presidente da Funai, o sertanista Sidney Possuelo, que recebeu a Medalha do Mérito Indigenista há 35 anos, se disse indignado e devolveu a sua medalha, por uma "flagrante, descomunal e ostensiva contradição", uma pessoa que aumentou o desmatamento em terras indígenas em 138%, aumentou as áreas de garimpo em 125%, aumentou também de 1.063 he para 2.939 he as ocupações irregulares e quer liberar a mineração em terras indígenas. Agora este senhor tem a cara-de-pau de, além de ir receber a honraria, vestir um cocar indígena, como se representasse os índios brasileiros. O pior disso tudo é que quem está lhe homenageando é o ministro da Justiça, Anderson Torres, que nada tem a ver com os índios, que o Sr. presidente quer vê-los muito longe das terras brasileiras. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Jardim da praia Moro na orla de Santos faz mais de 30 anos, e nunca notei os jardins da praia serem tão mal cuidados como agora. É grama invadindo 30 cm a ciclovia, falta de cuidado em aparar a grama (agora mato) na divisão com os passeios centrais, gramado mal cuidado, muretinhas não instaladas ou quebradas, enfim, um descaso inaceitável e lamentável com um patrimônio que consta até no Guiness Book como o maior jardim do mundo, e estar tão abandonado assim. Com a palavra, a Prefeitura. Waldir Lopes - Santos Omissão em massa No último sábado foi encontrado o corpo da menina Lara, de 12 anos, com sinais de violência em Campo Limpo Paulista-SP. Ela desapareceu no dia 16/03 e a família estava desesperada. Mais uma vez os(as) congressistas estão de mãos sujas de sangue. Todos e todas. Sem exceção. Os crimes acontecendo e eles brigando por poder. Pela manutenção nos seus cargos com polpudos salários pagos por nós, seres mortais. Congresso Nacional tem em seu conteúdo humano a vergonha nacional para todos os brasileiros de bem. Sugeri a alguns congressistas uma pena levando em conta a idade da vítima e a expectativa de vida da vítima pelo IBGE. No caso em questão, era uma menina de 12 anos de idade. A expectativa de vida da mulher no Brasil é de 80 anos. 80 menos 12 daria 68 de prisão para esse assassino. A cumprir sem benefício e em cela isolada. Aguardo retorno até hoje. Pedro dos Santos Neto - Santos Articulista Parabéns ao professor Alcindo Gonçalves, que nos brindou neste domingo com “Cenas da Vida”, um brilhante artigo sobre o cotidiano, com um texto lúcido e equilibrado, como sempre. Afortunado o jornal que pode contar com um articulista desse nível! Francisco M. Feijó Vasques - Santos