Futebol na pandemia Nessa celeuma do futebol, há prós e contras. Na Europa, mesmo com agravamento da pandemia, o futebol continua, devido ao respeito às regras sanitárias. Sou a favor de que continue, mas com os procedimentos atuais antes dos jogos, que são muito bem realizados. Mas, outras normas foram esquecidas pelos jogadores, como não ter abraços após os gols e evitar cumprimentos entre os jogadores, adversários e a comissão técnica, pois no mundo da bola há muita amizade. Isso, sem falar dos torcedores sem noção, que se aglomeram antes e depois de grandes decisões, para incentivar ou comemorar. Agora, é hora de cuidado. Infelizmente, o ser humano é difícil de acatar regras em qualquer setor, mesmo que sejam corretas. Estou com 78 anos e, como tantos outros, procuro cumprir as regras. Tenho o futebol como paixão, mas fico impossibilitado de assistir jogos em casa devido a um bando de irresponsáveis. Ademir de Abreu Serrão - São Vicente Leitos hospitalares Acho um absurdo que nossa região aceite pacientes da capital nos hospitais da Baixada Santista. É óbvio q esse inchaço hospitalar na rede pública e particular foram promovidos pela migração de pacientes da capital para nossa região. Vi uma matéria onde o prefeito de Santos justifica que os leitos que estão abrigando esses pacientes são provenientes de recursos do governo estadual. Essa postura vai aumentar os índices de contaminação na região e, obviamente, faltarão leitos hospitalares para quem mora aqui. Com relação aos cuidados, percebo que a falta de consciência vem dos turistas, pois durante a semana, a praia está tranquila. Então, que os órgãos fiscalizadores, impeçam esse público de vir à região, já que estamos na fase mais crítica da pandemia! Que cada cidade administre seus doentes e se o Estado "banca" alguns leitos, fica claro que não são para nós, pois são disponibilizados para aqueles que vêm de São Paulo. Isabel Mattos - Santos Desestímulo Depois de ver pela mídia, manifestações pró família Bolsonaro em uma carreata, onde ninguém se importava com o preço alto da gasolina e com a pandemia, começo a perder o estímulo de escrever para a coluna Do Leitor, da qual sou leitor há quase 40 anos. Josemilton De S. E Silva - Guarujá Terra da caridade Chegamos ao fundo do poço. Vivemos em terra arrasada, cujo cenário é devastador, de guerra. Um ano não foi suficiente para aprendermos a lição. Continuamos à mercê de um presidente inepto e de um governador, cuja maior diversão é demonstrar o fracasso do seu Plano SP a partir das cores do arco-íris. Para as aglomerações, "pancadões" e festinhas clandestinas, nada. Aos comerciantes, que lutam para levar o pão de cada dia para suas casas, tudo! A ausência de uma visão proativa por parte desses gestores é gritante. Onde estão os hospitais de campanha e as verbas destinadas ao combate da Covid-19? Para piorar, nosso município, que foi modelo de eficiência no combate ao vírus no ano passado, vê seus números subirem de forma assustadora por abrir seus leitos a outros municípios, deixando os santistas à mercê da própria sorte. Isto reforça que, de fato, somos a terra da caridade, mas a liberdade acabou há tempos. Mauro Sérgio dos Santos Silveira - Santos Sorria mais Não franza o cenho sem necessidade, deixe que o sorriso se estampe e emoldure seu rosto com regularidade, ainda que o mundo conteste a prática. Semelhante atrai semelhante. Nem seria preciso lembrar o dito antigo, mas ele me agrada desde a: "para franzir a testa é preciso o emprego de sessenta músculos, para sorrir bastam dezesseis. Ao menos por economia, sorria". Sorria mais, olhe com mais atenção e vá guardando na memória tudo o que não pode ser permanente. Sim, as fotografias ajudam! O tempo passa e não volta. Por isso, aproveite e viva, crie bons momentos e boas lembranças. Deixe boas recordações também porque as energias que as envolvem irão acompanhar a alma pela eternidade. Se o tempo passou, não se desespere, continue aprendendo e praticando. Outras oportunidades virão, pois a vida se renova e a escola mantém as portas sempre abertas, mas tenha em mente que é preciso que existam vagas. Pratique a paciência! Carlos D. N. Da Gama Neto - Santos