[[legacy_image_336775]] InsustentávelEnquanto a sociedade sofre com a alta criminalidade, em quase todos os estados, percebemos dois problemas que saltam aos olhos da mesma sociedade, que com seus impostos banca os sistemas judiciário e o policial. São eles: 1) A Justiça não pode continuar mantendo em liberdade até o julgamento aqueles que estupram e matam, porque isso tem motivado novos crimes, além da obstrução, ou provocado medo nas testemunhas, quando o réu está livre para intimidá-los. 2) A força policial, em geral, tem déficit gigante em seus efetivos. Em São Paulo, beira a 37 mil policiais. Isso é incompatível no momento do combate à criminalidade, cujas organizações não param de estender seus braços para os crimes contra a população. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) SegurançaMoro em Vicente de Carvalho desde 1953 e posso dizer que o que era a polícia ontem e hoje. Até os anos 70, não se via nem se ouvia dizer que a bandidagem tinha coragem de enfrentar os agentes. Os policiais de folga podiam ir tranquilamente a um bar conversar com os moradores do bairro, sem medo algum. As esposas lavavam suas fardas, que ficavam penduradas nos varais, normalmente. A população tinha respeito por eles. Hoje, quem é empregado do governo, principalmente na área policial, vive num clima permanente de medo. Naquela época, tempo da ditadura, quem tinha uma arma em casa a colocava em cima do guarda-roupa mais alto. Em batidas policiais, quando alguém era pego, geralmente estava com arma branca. As casas de armas só vendiam munições com apresentação do atestado de antecedentes em dia. Josemilton de S. e Silva - Guarujá País da impunidadeCom referência à missiva do sr. Elias Carneiro Júnior, publicada recentemente neste espaço, afirmou-se que “no Brasil a legislação banaliza a vida”. Contudo, devo dizer que a legislação não banaliza a vida até porque a legislação não tem vida própria, mas os legisladores, sim. O que os representantes de nossa região no Congresso Nacional - Alberto Mourão (MDB), Delegado Da Cunha (PP), Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) e Rosana Valle (PL) - têm produzido para, efetivamente, fazer com que criminosos pensem duas vezes antes de cometerem seus crimes? Pedro dos Santos Neto - Santos SUS e o EstadoEm meio ao escândalo da Prevent Sênior, foi apontado que, à exceção do hospital citado na CPI, a taxa de mortalidade por covid no SUS ficou entre 27% e 32%. Nos privados de baixo custo, 17%, e nos de alto custo, 10%. Também já encontrei dados de mortalidade por doenças cardíacas que chegam a ser o dobro no SUS em relação à rede privada. Quando minha mãe, mesmo com convênio, precisou ir a um hospital público por atropelamento, encontrou profissionais bons, mas uma estrutura horrível. Quando eu tinha 18 anos, fui atropelado. Tinha plano, mas na emergência os bombeiros me levaram ao SUS. Sabe o que seria feito? Cortariam minhas pernas. Como era preciso fazer uma tomografia, me mandaram a um hospital privado. Eu me recuperei e anos depois até passei em concursos com teste físico. Graças a Deus não dependo desse sistema falido. Fabricio Xavier Leonardo - Santos LeiteEm artigo publicado em A Tribuna, o presidente da comissão científica do Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite, Claiton André Zotti, trouxe preocupações em relação à importação de leite. Por se tratar de um produto de primeiríssima necessidade, os produtores e os governos Federal, estaduais e municipais precisam, juntos, equacionar as demandas e melhorar a competitividade da cadeia leiteira nacional, em especial do agricultor familiar. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Persona non grataO premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, quer parecer um bom menino diante da fala de Lula. O presidente do Brasil foi corajoso, se expressou como milhões gostariam de se expressar. A fala do líder brasileiro foi um recado aos EUA: sei bem para quem Israel trabalha e nós não faremos nada parecido. Em suma, uma posição de não alinhamento semelhante à guerra da Ucrânia. O Brasil não perde absolutamente nada com a declaração feita por Lula. Persona non grata, no caso, é o primeiro-ministro de Israel. Gilberto Pereira Tiriba - Santos CatraiasComo usuário da travessia de catraias, lamento a incompetência dos diretores da Associação dos Catraieiros. Já não bastava termos que aceitar a travessia de bicicletas pelas barcas, agora nos deparamos com as catraias permitindo esse tipo de transporte. Nas catraias, já não temos acomodações adequadas e agora é preciso dividir espaço com bicicletas. Antes, isso era permitido das 22h às 5h. Agora, vem ocorrendo o dia todo. Joselito Santos Marques - Santos