[[legacy_image_177372]] Poda Recebemos muitos pedidos de moradores do bairro da Pompéia, indignados com a poda de árvores que está sendo feita na Rua Euclides da Cunha, onde estão dilapidando e causando danos ao meio ambiente com a poda irregular de árvores. Com serras elétricas, cortam metade das árvores, tirando a necessária sombra que nos proporcionam, melhorando a qualidade de vida, o ar, sem tanta poluição e tirando o espaço dos inúmeros pássaros que ali faziam seus ninhos. Vamos deixar a vegetação como está. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania - Santos Urna eletrônica 1 O presidente Jair Bolsonaro insiste numa tese completamente estapafúrdia de que as urnas eletrônicas não são confiáveis. Antes, pediu voto impresso, quando percebeu que não iria colar, voltou a atacar não somente as urnas eletrônicas como o sistema eleitoral brasileiro. Um conjunto pelo qual ele e seus filhos foram eleitos diversas vezes, de 1996 a 2018, sem que nunca em tempo algum tivessem reclamado de alguma fraude no sistema. Ele está com medo da derrota nas urnas em outubro de 2022, porque se tivesse trabalhado e hoje pudesse oferecer aos eleitores um leque de obras e serviços realizados em sua gestão, com certeza não estaria falando bobagens das urnas e do sistema eleitoral. Desde que a reeleição foi adotada no país, raramente um governante deixou de se reeleger, exceto aqueles que fizeram um primeiro mandato péssimo. Os demais que ao menos trabalharam em prol da sua cidade, estado ou país conseguiram reeleger-se sem precisar de mentiras, de teses golpistas e de estratégias que lembram ditadores de republiquetas mundo afora. Rafael Moia Filho - Bauru Urna eletrônica 2 Bolsonaro continua sua cruzada contra o voto eletrônico vigente, insuflando suas hordas de fanáticos a desacreditar nosso sistema eleitoral, com a intenção, nada republicana, de voltarmos ao passado, quando o voto era impresso e ocorria toda sorte de fraudes eleitorais. Curiosamente, desde que foram implantadas em 1996, as urnas eletrônicas garantiram ao clã Bolsonaro eleição em 19 vezes (o que garantiu 76 anos de mandatos para o mesmo, com quase um século de salários garantidos) e cerca de 115 milhões de votos ganhos, e nesse período temporal eles nunca questionaram o voto eletrônico. Agora em 2022, quando pesquisas de intenção de voto mostram que o ocupante do Planalto não deverá vencer o pleito de outubro próximo, acusa, sem prova alguma, que as urnas eletrônicas são passíveis de fraude se não tiverem o famigerado voto impresso. Nosso sistema eleitoral atual (sempre em aprimoramento) é referência mundial às maiores democracias do mundo muitas das quais desejam implantar o sistema eleitoral brasileiro. Na última sexta 13/05, o TSE terminou a segunda fase de Teste Público de Segurança (TPS) do sistema eletrônico das urnas (realizado desde 2009) e de acordo com a Corte os investigadores não conseguiram alterar nenhum voto, mudar o resultado da urna ou fraudar o processo eleitoral, sendo portanto 100% confiáveis. Lufe Bittencourt - Santos Preços Num momento de inflação alta, alguns brasileiros passam a vislumbrar ações que poderiam curar os seus efeitos amargos sobre a população. Pelo retrovisor veem políticas populistas de congelamento de preços como panaceia para os males atuais. Esquecem que elas funcionam no curto prazo, transferindo o problema para o futuro, com efeitos deletérios potencializados sobre a economia. Depois da taxa Selic, o mote da vez é sobre a interferência nos preços dos combustíveis, na busca de baixá-los. Esquecem, mais uma vez, que isso já foi feito e trouxe problemas enormes à Petrobras, não só por pagamentos bilionários para encerrar pendengas judiciais, como pelo impacto no caixa da empresa, que junto à corrupção lá instalada, quase a levou à falência. Se querem exemplos de como isso não funciona, vejam o que se passa na Argentina, sem falar da Venezuela, que mesmo com o congelamento de preços a inflação galgou os incríveis 50% a.a., e com a perspectiva de chegar brevemente aos 60% a.a . Devagar com o andor e não vamos misturar fundamentos econômicos com vontade populista/partidária. O Brasil não merece trilhar o mesmo caminho. Ademir Alonso Rodrigues - Santos