[[legacy_image_275689]] Triste episódioTemos duas versões sobre a morte do soldado do Exército, numa operação da polícia, na Vila Baiana, em Guarujá. Enquanto a polícia afirma que o soldado Marcos Muryllo de Souza Costa estava com um fuzil que não pertencia ao Exército, com numeração raspada, a família e pessoas que conheciam o soldado dizem que ele havia ido visitar a filha, de 1 ano e 5 meses, na Vila Baiana. Nessa história com duas versões, uma da polícia e outra da família e amigos, podemos dizer que o soldado estava no lugar errado, na hora errada. Digamos que na versão contada pelos policiais tenha havido algum erro de interpretação, como ficarão a família e a filha do soldado? Hoje em dia, está difícil para qualquer pessoa, porque quando menos se espera, aparece no bairro, perto de nossas casas, um comerciante de drogas ilícitas que, além de colocar os jovens no mau caminho, ainda coloca a polícia no encalço, podendo numa troca de tiros tirar a vida de qualquer cidadão, ou cidadã, que nada tem a ver com aquele comércio maldito.Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho SabespTenho um lote de terra na Rua Luiz Gama, 46, Vila Matteo Bei, em São Vicente. Pois bem, não há casa, porém, apesar de gastar mensalmente entre 1 e 3 metros cúbicos de água para regar plantas, pago 10 metros cúbicos do gasto de água e mais esgoto, que também não existe. Portanto, R\$ 68,58 mensais. Já a energia, gasto mensalmente entre 20 e 25 KW e pago somente o consumido. Gostaria que a Sabesp explicasse o motivo desta diferença de cobrança do consumo. Se privatizar, o problema será solucionado? Juarez Farias - São Vicente Pesquisa e inovaçãoSe ainda tivéssemos pessoas como o engenheiro João Amaral Gurgel, nós já teríamos carros elétricos e mais baratos, porque ele já os teria fabricado para oferecer ao público. Suas soluções estariam mais fáceis e baratas, o que nos deixaria mais orgulhosos e felizes, porque ele era um pesquisador tenaz tanto na pesquisa como na inovação. É sabido que a maioria das pesquisas e inovação em nosso País é feito nas universidades públicas. Gostaria de lembrar aos políticos, não importa se vereadores, deputados estaduais e federais e os prefeitos de nossa região, para fazerem pressão no governador Tarcísio de Freitas, para que proceda de forma diferente de nosso atual vice-presidente da República, que inaugurou com pompa e circunstância a USP de Santos com apenas duas faculdades. Penso que é hora dessa universidade ser uma realidade, não apenas um puxadinho da de São Paulo, abrigada num prédio de uma escola primária. Aliás, os jovens de nossa região precisam se mobilizar e cobrar dos políticos mais ação, já que o seu futuro está em jogo, pois a educação de qualidade gratuita é necessária.Fernando Martins Braga - Santos AlertaAtravés de constantes e esclarecedoras matérias publicadas nas páginas de esportes de A Tribuna, tomamos conhecimento que se encontram em fase adiantada os estudos ente o Santos FC e a empresa WTorre para a construção de uma arena multiuso no atual estádio da Vila Belmiro. Trata-se de um projeto grandioso, que se bem construído e administrado, tem tudo para ser lucrativo a ambas as partes. A empresa WTorre construiu com sucesso e elogiada por todos a arena do Palmeiras, o que atesta sua capacidade profissional. O que deve merecer um cuidado todo especial são as cláusulas do contrato que especificam a responsabilidade de cada contratante. Esse alerta torna-se necessário porque a Real Arena, firma pertencente à WTorre, administradora do estádio, e o Palmeiras não estão se entendendo na parte financeira, o que obrigou o clube a entrar na justiça cobrando a quantia de R5 128 milhões, o que é negado pela construtora. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.Orlando Machado - Santos Ruas de SantosComeçaram as ações para melhorar a acessibilidade nas ruas de Santos, onde serão investidos milhões de reais. Espera -se que a empresa que vai fazer as obras tenha sido bem avaliada, já que as rampas feitas há alguns anos na Álvaro Alvim, esquina com Humberto de Campos, jamais tiveram o efeito desejado. Quando entrei em contato com a Ouvidoria, a resposta foi que estavam contatando a tal empresa para rever o serviço. Nunca se resolveu o problema. Uma empresa ganha a concorrência e depois passa para outra, e assim se vão milhões de reais para o ralo da ineficiência, Serão construídas 25 rampas de acessibilidade e troca de asfalto em várias ruas. Pergunto: nesse contrato feito dentro da tal da lei constam responsabilidades sobre erros e defeitos nas obras? E a ganhadora da obra vai poder passar para uma terceira esta obra? Como é feita a inspeção dos serviços? Como serão feitos pagamentos? Os senhores vereadores, claro, devem estar a par de tudo, já que se trata de dinheiro vindo dos contribuintes. Vamos cuidar de se fazer investimentos bem fiscalizados, visando a qualidade de vida a todos santistas.Cesar Tavares da Cunha - Santos