[[legacy_image_39584]] Noites santistas Carlos Conde nos brinda com crônicas lendárias da cidade. Ele nos apresenta Nego Orlando, o valentão que não gostava de briga. Várias confusões ao seu redor, ele encerrava com olhar medonho e voz de tenor. Certa feita, na Penitenciária de Ilha Grande, controlou uma rebelião em que os amotinados tinham intenção de praticar violência contra mães, professoras e familiares. Esse fato denota sua liderança. Outro jornalista, Carlos Pinto, em uma resenha feita pela editora Matarazzo, também mostra as proezas desse grande personagem. Acredito que esses dois Carlos vivenciaram grande parte das noites santistas, suas tramoias e seus encantos. Parabéns a ambos! Obed Zelinschi de Arruda - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Nego Orlando Parabéns ao jornalista Carlos Conde pelo primoroso relato "A Bíblia de Nego Orlando". Realidade ou ficção comparável a excelentes cronistas como Rubem Braga. Que venham outras! Edson Amâncio - Santos Alagamentos Alagamentos são constantes em São Vicente devido aos bairros estarem abaixo do nível da maré. O canal do Sambaiatuba, que cruza a avenida Penedo, com suas águas pretas e fétidas é esgoto a céu aberto. A população da favela já não tem a quem recorrer. A divisão de Saúde faz vistas grossas há anos. As águas invadem moradias, danificando móveis e instalações. A cada maré alta, tudo se repete. Para agravar ainda mais, há cobrança do IPTU mais alto do Estado e cobrança do SPU. Maldade maior não há e o munícipe não tem a quem recorrer, uma vez que o SPU é o órgão de maior burocracia do País. De que valem as promessas de prefeito e vereadores a cada eleição? Valter José Vieira - São Vicente Privilégio Em plena pandemia, cada parlamentar representa despesa mensal de mais de 100 mil reais, enquanto a população clama por auxílio emergência, comerciantes não têm como sobreviver e faltam vacinas para a imunizar a população. Como isso é possível? Por que não transferir esse recurso para quem precisa, deixando de ser privilégio dos parlamentares? Waldomiro Alves da Silva - Santos Multa indevida Um absurdo multas de trânsito que aparecem a torto e a direito! Após o falecimento de meu pai, seu carro ficou parado na garagem, até definirmos o que seria feito dele. E não é que nesse período recebemos uma multa em São Vicente? Recorri, mas foi indeferido. Foi uma multa por conversão proibida. Acho que esse agente precisa de óculos, ou até mesmo binóculo, pois está vendo coisas demais ou lendo errado. Na data da multa, o carro estava na garagem! A multa foi em agosto de 2020 e o carro ficou parado até outubro do mesmo ano. Ednéia Delfim - Santos Combater aglomerações Nesta época de pandemia, está na moda se reunir às escondidas para dançar e beber, sem que os adeptos utilizem máscaras. O organizador de tais eventos é aquinhoado com multas e até com o fechamento do estabelecimento, mas o "xis" da questão continua ileso, ou seja, os participantes. Os fiscais deveriam anotar nome e CPF dos participantes e, como pena arcar com todas as despesas hospitalares, caso venha a ser contaminado e internado. Dessa forma, estariam sendo, também, apenados. Isto pela falta de civilidade e solidariedade nesta época em que todos temos que evitar mal maior. Jonas Laurenny - Santos Impedimentos legais Assassinatos cometidos em várias cidades dos Estados Unidos mostram a importância da proibição da aquisição de armas, sem controle, que deveria motivar a se manter impedimentos legais à compra de armamentos. É preciso não facilitar a compra de armas, para evitar tragédias, ainda mais, pelo descompasso entre as várias classes sociais. Uriel Villas Boas - Santos Aedes aegypti Guarujá está tomada pela proliferação do mosquito do Aedes aegypti. Na região onde moro, no Guaiuba, muitos moradores foram infectados pelo mosquito, inclusive, minha esposa. Mas, mesmo relatando esse fato ao setor competente da Prefeitura, nenhuma providência foi tomada para diminuir a proliferação dos mosquitos. Encaminhei e-mail com fotos dos locais de criadouros, com as larvas do inseto, mas a Prefeitura não fez nada. Será que o poder público está esperando que ocorra uma epidemia na cidade para iniciar o combate ao vetor? Com a palavra, a autoridade competente. Luiz Ricardo Garcia dos Santos - Guarujá