O leitor Jorge S. Filho, de São Vicente, escreveu sobre o VLT (Vanessa Rodrigues/ AT) Transporte público Em agosto de 2024, experimentei o VLT, gostei e passei a deixar o carro em casa, com direito a uma saudável caminhada da estação até o trabalho. O VLT é um ótimo meio de transporte, mas pode melhorar. Não tem cabimento um transporte de massa parar em semáforos para a passagem de carros. Além disso, a primeira composição do terminal às 5h30, muito tarde. Em alguns horários, não há assentos disponíveis, algo que pode piorar se não houver mais vagões quando a expansão até a Área Continental de São Vicente se tornar realidade. Jorge S. Filho – S. Vicente República do ódio Nunca vi tanto ódio em relação a uma pessoa que não roubou, não matou e não é réu. Só observo narrativas impulsionadas por verdadeira perseguição e vingança. Como a Justiça impede que um cidadão, que nem réu é, saia do país e atenda a um convite do presidente eleito da maior nação democrática do mundo? Que pequenez. Luiz Vinagre - Santos Culpa A novela em torno da recuperação do passaporte de Jair Bolsonaro, retido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), é culpa do próprio Bolsonaro. Quando presidente, ele nomeou por decreto Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. Contudo, à época, o ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação. Bastava Bolsonaro contestar e confirmar a nomeação de Ramagem, mas ele aceitou a suspensão. A partir daí, Moraes cresceu e nem sempre, a pretexto democrático, obedece a Constituição. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES) Ataque às instituições Enaltecer o que aconteceu em 8 de janeiro de 2023 também é um ato de violência e ataque às instituições democráticas. Isso demonstra não apenas falta de comprometimento com os princípios democráticos, mas também uma tentativa perigosa de relativizar a intolerância e o extremismo. Classificar a esquerda como “arcaica” e “jurássica”, sem uma análise séria, ignora os avanços e contribuições que movimentos progressistas trouxeram ao longo do tempo. A crítica rasa que se limita a chamar narrativas de "pueris e fantasiosas" é, na verdade, uma estratégia para desqualificar o debate sem apresentar soluções ou alternativas concretas. A cegueira ideológica, seja de direita ou de esquerda, só atrasa o desenvolvimento e reforça a divisão. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Canadá - EUA Em meio a tudo que temos lido nas últimas semanas, uma proposta bem interessante seria incorporar os EUA ao Canadá como a 11ª província. Regimes parlamentaristas normalmente são mais estáveis e democráticos. Quando o governo não tem mais confiança, ele cai e há novas eleições, sem as rupturas traumáticas dos regimes presidencialistas. Assim, o futuro governador da hipotética província norte-americana certamente estaria menos propenso a aventuras militares e ímpetos totalitários. Haveria menos polarização na sociedade e todos seriam mais felizes, reduzindo o risco de guerra civil, como já ocorreu no século 19. Os EUA fariam parte de um país estável, bilíngue, socialmente mais justo e equilibrado, sob a proteção da coroa britânica e fazendo parte da Commonwealth. Que tal? Francisco M. Feijó Vasques - Santos Leis Os negócios com excessiva burocracia e tirana tributação tornam os pobres mais pobres, inviabilizam negócios, comprometem a livre iniciativa e freiam a geração de empregos e renda. Políticos, sem terem o que fazer, criam leis em série para mostrar trabalho. Mas a quem compete fiscalizar e punir os infratores? O Judiciário já está carregado de processos. Isso tudo são evidentes sinais de fracasso das instituições, provando que governar por decretos não funciona. A única alternativa é a educação. Valter José Vieira - São Vicente